O Ministério Público de São Paulo denunciou o vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, por supostos crimes relacionados à retirada de materiais esportivos fornecidos pela Nike. A investigação, que teve início após uma auditoria interna, aponta para a retirada irregular de 131 itens, com possível tentativa de coação de testemunhas.
O Ministério Público denunciou Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, por apropriação indébita e outras acusações relacionadas ao caso dos materiais esportivos da Nike. A denúncia se baseia em relatórios, auditorias internas e depoimentos, apesar de um relatório da Polícia Civil ter considerado que não houve crime. Caso a Justiça aceite a denúncia, Mendonça se tornará réu e poderá sofrer medidas cautelares.
O Ministério Público de São Paulo identificou contradições em depoimentos sobre a contratação da empresa Mega Assessoria Operacional pelo Corinthians. A investigação apura divergências sobre quem autorizou a contratação emergencial e o vínculo de Fernando José da Silva com o clube e a empresa.
O Ministério Público de São Paulo arquivou a investigação criminal sobre possíveis irregularidades na aprovação das contas do Corinthians referentes a 2025. A decisão aponta ausência de crime na conduta dos conselheiros fiscais, embora irregularidades administrativas ainda possam ser apuradas.
O Ministério Público arquivou a investigação criminal contra membros do Conselho Fiscal do Corinthians, que apurava possível crime de falsidade ideológica. A decisão se baseou na consulta feita pelos conselheiros ao presidente do Conselho de Orientação (Cori) sobre a participação de outro membro, o que afastou a intenção de cometer o crime.
Uma audiência de conciliação sobre a intervenção na Federação Maranhense de Futebol (FMF) resultou em uma proposta do juiz Douglas de Melo Martins para encerrar o processo. A proposta envolve a redução de multa e a antecipação do fim de mandatos, com prazos estabelecidos para manifestações das partes envolvidas, incluindo a CBF e clubes maranhenses. Decisões finais dependerão da homologação do STF.
O Conselho Deliberativo do Corinthians votará a expulsão de Andrés Sánchez do quadro associativo. Paralelamente, o Ministério Público aguarda decisão judicial sobre o afastamento de ex-presidentes. Andrés solicitou autorização judicial para acessar o clube, pois uma medida cautelar proíbe sua entrada.
O dia do Corinthians foi marcado pelo retorno de Memphis Depay, que reacende as esperanças de renovação, e pela vitória sobre o Atlético-MG com gol decisivo de Zakaria Labyad. Paralelamente, o clube enfrenta tensões políticas com Andrés Sánchez sob investigação e o Conselho Deliberativo votando sua expulsão.
O Corinthians recebeu novas notas fiscais da empresa Mega Assessoria Operacional Ltda. para corrigir um erro na emissão anterior. As novas notas foram emitidas para regularização fiscal e contábil, sem novos pagamentos, em meio a uma investigação do Ministério Público de São Paulo sobre a contratação da empresa sem contrato formal.
O Ministério Público de São Paulo decidiu continuar a investigação sobre o suposto furto de materiais esportivos da Nike destinados ao Corinthians, mesmo com a Polícia Civil concluindo o inquérito sem apontar suspeitos ou provas suficientes de crime. O MP entende que o relatório da polícia é descritivo e não conclusivo, solicitando novas diligências antes de uma decisão final.
O Corinthians teve seu recurso contra a abertura de um inquérito civil negado pelo Ministério Público de São Paulo. A investigação visa apurar possíveis irregularidades na administração do clube e a necessidade de intervenção judicial. Com a decisão, o inquérito retoma sua tramitação normal e novos documentos serão analisados.
O Ministério Público do Rio de Janeiro suspendeu por dez jogos as torcidas organizadas "Torcida Jovem do Flamengo" e "Força Jovem do Vasco". A medida foi tomada após brigas e a morte de um torcedor no clássico entre os times, além de um jovem que perdeu a visão do olho direito. As organizadas descumpriram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
O Ministério Público de São Paulo negou recurso do Corinthians e autorizou a continuação de um inquérito civil sobre uma possível intervenção judicial no clube. O processo, que estava suspenso devido a um recurso do Corinthians, agora poderá ter as investigações iniciais. A decisão do Conselho Superior do MP permite que promotores iniciem a apuração de diversas irregularidades apontadas.
O diretor administrativo do Corinthians, Fabio Soares, renunciou ao cargo após ser investigado pelo Ministério Público de São Paulo. A investigação apura irregularidades na contratação de uma empresa de segurança, com indícios de crimes como furto, falsidade ideológica e infrações tributárias. A saída de Soares é a primeira baixa na diretoria em meio a essas apurações.
O Ministério Público de São Paulo abriu uma investigação contra membros do Conselho Fiscal do Corinthians por possível crime de falsidade ideológica. A apuração se concentra na reunião que aprovou as contas de 2025, onde um conselheiro afastado por conflito de interesses teria presidido o encontro e assinado a ata.
Saul Klein, herdeiro das Casas Bahia, tornou-se réu por exploração sexual de mulheres, com a Justiça de São Paulo aceitando parcialmente a denúncia do Ministério Público. As acusações incluem favorecimento à prostituição, aliciamento e organização criminosa, enquanto denúncias de estupro foram arquivadas pela falta de provas. A defesa de Klein argumenta que as relações eram consensuais sob o modelo "sugar daddy", tese que será analisada no decorrer do processo.
O Ministério Público de São Paulo abriu um procedimento investigatório criminal para apurar a contratação de uma empresa de segurança pelo Corinthians sem contrato formal e com possíveis irregularidades. A investigação aponta crimes como furto de valores, falsidade ideológica e infrações tributárias.
O Ministério Público de São Paulo arquivou um inquérito que investigava um suposto golpe de estelionato contra os jogadores Gustavo Scarpa e Mayke, envolvendo o ex-colega de Palmeiras, Willian Bigode. A investigação apontava que Scarpa e Mayke perderam mais de R$ 10 milhões em um esquema de pirâmide de criptomoedas indicado por Bigode, que também teria sido lesado.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a abertura de um inquérito civil para investigar a possibilidade de intervenção judicial no Corinthians, citando falhas na gestão e no controle interno. A pedido também inclui a anulação da aprovação das contas de 2025, questionando a forma como o déficit financeiro e o endividamento foram tratados pelos órgãos internos do clube.
Um grupo de 113 conselheiros do São Paulo FC enviou um manifesto ao Ministério Público defendendo a continuidade de um inquérito civil que investiga atos da gestão do clube. O documento surge como contraposição ao pedido de arquivamento feito pelo próprio São Paulo, reforçando o interesse institucional na apuração completa dos fatos para garantir transparência e credibilidade.