O Ministério Público de São Paulo arquivou um inquérito que investigava um suposto golpe de estelionato contra os jogadores Gustavo Scarpa e Mayke, envolvendo o ex-colega de Palmeiras, Willian Bigode. A investigação apontava que Scarpa e Mayke perderam mais de R$ 10 milhões em um esquema de pirâmide de criptomoedas indicado por Bigode, que também teria sido lesado.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a abertura de um inquérito civil para investigar a possibilidade de intervenção judicial no Corinthians, citando falhas na gestão e no controle interno. A pedido também inclui a anulação da aprovação das contas de 2025, questionando a forma como o déficit financeiro e o endividamento foram tratados pelos órgãos internos do clube.
Um grupo de 113 conselheiros do São Paulo FC enviou um manifesto ao Ministério Público defendendo a continuidade de um inquérito civil que investiga atos da gestão do clube. O documento surge como contraposição ao pedido de arquivamento feito pelo próprio São Paulo, reforçando o interesse institucional na apuração completa dos fatos para garantir transparência e credibilidade.
O Ministério Público de São Paulo pediu intervenção judicial no Corinthians alegando nulidade na aprovação das contas de 2025. O promotor Cássio Conserino apontou gestão temerária devido a irregularidades na participação de um dirigente e falhas nos órgãos de controle do clube. O pedido visa responsabilizar conselheiros pela aprovação de um balanço com déficit expressivo e alto endividamento.
O São Paulo Futebol Clube solicitou ao Ministério Público de São Paulo o arquivamento de um inquérito civil que investiga a gestão do clube. A justificativa é que o procedimento estaria sendo desvirtuado por petições sucessivas e desconectadas de seu objeto original, com um volume crescente de manifestações externas que levam à ampliação indevida do escopo da investigação. Paralelamente, a defesa de ex-presidentes também pede o arquivamento, alegando falta de elementos concretos e base em denúncias anônimas. Apesar dos pedidos, o Ministério Público indicou a continuidade do inquérito.
O jogador Ênio, do Juventude e atualmente emprestado à Chapecoense, tornou-se réu em uma ação penal por fraude em apostas esportivas e lavagem de dinheiro. O Ministério Público do Rio Grande do Sul aceitou a denúncia, que aponta indícios de manipulação de resultados em jogos do Campeonato Brasileiro de 2025. Ênio é suspeito de ter recebido cartões amarelos de forma deliberada em troca de apostas.
O Ministério Público de São Paulo denunciou três ex-dirigentes e um ex-funcionário do Corinthians por apropriação indébita e omissão relevante. Os acusados são suspeitos de desviarem mais de R$ 3,4 milhões em espécie, valores repassados ao ex-chefe da segurança do clube. O MP pede o ressarcimento do valor, corrigido pela inflação, e indenização por danos morais.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou três ex-dirigentes e um ex-funcionário do Corinthians por desvio de cerca de R$ 3,4 milhões. Os desvios teriam ocorrido entre 2018 e 2023, nas gestões de Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. O MP-SP pede o ressarcimento integral dos valores desviados, totalizando R$ 7,35 milhões corrigidos.
O atacante Luighi, do Palmeiras, sofreu um ferimento no pescoço decorrente de um tapa, conforme exame de corpo de delito. As autoridades propuseram um acordo para encerrar o caso, mas Palmeiras e o jogador recusaram, entendendo que foram as vítimas. O caso agora está com o Ministério Público.
A Receita Federal acatou uma ação do Ministério Público de São Paulo que investiga o Corinthians por possíveis irregularidades fiscais. A investigação abrange gestões entre 2018 e 2023 e pode resultar na perda de isenções fiscais para o clube, além de multas e cobranças retroativas.
O Ministério Público de São Paulo considerou prematura a concessão de intervenção judicial imediata no Corinthians. O órgão entende que não há elementos suficientes neste momento para justificar a medida, mas não descarta a possibilidade caso o clube não apresente esclarecimentos ou surjam novas evidências.
O São Paulo se recusou a fornecer à força tarefa que investiga o clube o contrato com a Live Nation, alegando cláusula de confidencialidade. Essa postura não colaborativa incomodou o Ministério Público e a Polícia Civil, que afirmam que a confidencialidade não pode impedir investigações criminais e buscarão o documento por outros meios. O clube também é alvo de outras investigações sobre camarotes clandestinos, saques em dinheiro vivo e corrupção no clube social.
O Ministério Público de São Paulo acionou a Receita Federal com uma representação solicitando investigação fiscal contra o Corinthians. A ação aponta suspeitas de irregularidades em movimentações financeiras e registros contábeis, o que pode levar à perda de benefícios fiscais para o clube. A defesa de Andrés Sánchez alega que os valores se referem a despesas com segurança e atividades diversas do clube.
O Ministério Público de São Paulo iniciou uma nova investigação sobre a gestão do São Paulo Futebol Clube, intimando o presidente e outros diretores a prestar esclarecimentos. A apuração abrange questionamentos sobre governança, conflitos de interesse, uso da marca do clube e procedimentos administrativos internos.
O Ministério Público do Rio de Janeiro reiterou o pedido para que o goleiro Bruno, foragido há 20 dias após ter sua liberdade condicional revogada, seja encaminhado a um presídio em regime fechado. Bruno foi condenado por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal de Eliza Samudio e, segundo o MP, violou as condições de sua liberdade condicional.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, solicitou ao Ministério Público a abertura de investigação contra Osmar Stabile, presidente do clube, e o diretor-adjunto jurídico, William Tapara de Oliveira. A acusação envolve um suposto plano para coagir um torcedor a dar falso testemunho de agressão contra Tuma Júnior, visando prejudicar sua reputação em um momento de instabilidade política no clube.
A crise política no Corinthians se intensifica com o aumento da pressão por uma intervenção judicial no clube. Um movimento de sócios e torcedores protocolou um pedido formal para que um interventor substitua o atual presidente, alegando desorganização administrativa e conflitos institucionais. Paralelamente, o Ministério Público investiga a possibilidade de intervenção judicial, embora o procedimento esteja suspenso por recurso do clube.
O Ministério Público de São Paulo arquivou um procedimento investigatório que apurava o suposto uso indevido de um cartão corporativo do Corinthians pelo ex-presidente Augusto Melo. A investigação concluiu que não foram encontradas compras ou despesas registradas no cartão vinculado à presidência durante a gestão de Melo, solicitando o arquivamento por ausência de indícios de uso indevido. No entanto, o MP ressalva que a decisão não abrange eventuais despesas feitas por meio de cartões adicionais, com uma apuração paralela para outros meios de pagamento ligados ao clube.
O volante Bobadilla, do São Paulo, firmou um acordo com o Ministério Público de São Paulo para cumprir medidas educativas após ser indiciado por injúria racial com motivação xenofóbica. O jogador terá que fazer um curso online sobre xenofobia, visitar o Museu da Imigração, doar 100 kits de livros sobre migração e publicar postagens contra a xenofobia em redes sociais. O episódio ocorreu em 2025, durante uma partida da Copa Libertadores, onde Bobadilla ofendeu o jogador Miguel Navarro, do Talleres, referindo-se à sua nacionalidade.
A Comissão de Ética do Corinthians remarcou a audiência do ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 26 de março, após a defesa não comprovar impedimento jurídico para o depoimento. O caso envolve a investigação de gastos suspeitos no cartão corporativo entre 2018 e 2020, com a possibilidade de recomendação de expulsão do ex-dirigente. Paralelamente, Andrés Sanchez enfrenta denúncias do Ministério Público por apropriação indébita e lavagem de dinheiro.