O ex-atacante Jô teve sua prisão mantida pela Justiça após audiência de custódia em Belo Horizonte. A detenção ocorreu por falta de pagamento de pensão alimentícia. A assessoria do atleta informou que ele atravessa instabilidade financeira e busca um acordo com a genitora do filho.
O artigo de Juca Kfouri, intitulado "Chega de bets!", aborda criticamente a presença de casas de apostas como patrocinadoras no futebol brasileiro. O autor expressa sua indignação com essa parceria, argumentando que ela corrompe a integridade do esporte e, por extensão, a sua audiência.
O artigo de opinião de Danilo Lavieri argumenta que o torcedor brasileiro, apesar de reclamar da seleção, demonstra grande interesse por ela, o que ele chama de 'o esporte número um'. A contradição se manifesta no discurso de indiferença versus o alto consumo de conteúdo e audiência quando a seleção joga. A irritação com a seleção muitas vezes deriva do conflito com o calendário do futebol nacional, que tira jogadores dos clubes.
O Goiás lamenta a intensa agenda de jogos programada para junho, coincidindo com a Copa do Mundo, e critica a falta de consulta aos clubes sobre a definição de datas. O técnico Daniel Paulista aponta que essa maratona pode prejudicar a audiência da Série B. Clubes goianos somam 15 partidas em dias de jogos do Mundial, embora sem coincidência direta com partidas do Brasil.
Uma audiência de conciliação sobre a intervenção na Federação Maranhense de Futebol (FMF) resultou em uma proposta do juiz Douglas de Melo Martins para encerrar o processo. A proposta envolve a redução de multa e a antecipação do fim de mandatos, com prazos estabelecidos para manifestações das partes envolvidas, incluindo a CBF e clubes maranhenses. Decisões finais dependerão da homologação do STF.
O artigo de Juca Kfouri critica a contratação de Virgínia Fonseca pela Globo como repórter especial para a Copa do Mundo, questionando a qualidade do conteúdo e a concessão pública para "desserviço". O autor compara a influenciadora a figuras controversas e defende a distinção entre audiência e credibilidade.
A Corte Arbitral do Esporte (CAS) marcou para o dia 28 de maio a audiência sobre a cobrança de multa de R$ 15 milhões feita pelo técnico Pedro Caixinha contra o Santos. O valor refere-se aos vencimentos do treinador e de sua comissão técnica após sua demissão do clube. Apesar da audiência, o processo não deve ser concluído imediatamente, com o Santos tendo 45 dias após a sentença final para efetuar o pagamento.
Flamengo e Grêmio fecharam um acordo paralelo envolvendo R$ 150 milhões extras do contrato de TV do Brasileiro, gerando incômodo em outros clubes da Libra e no Palmeiras. O acerto visa compensar o Grêmio por perdas em receitas de pay-per-view, em troca de apoio à nova divisão de audiência da Libra.
A Corte Arbitral do Esporte (CAS) agendou para 28 de maio uma audiência referente ao processo movido pelo ex-técnico do Santos, Pedro Caixinha, e sua comissão técnica contra o clube. O treinador português e sua equipe cobram R$ 15 milhões por conta do acordo de rescisão de contrato.
Flamengo e Grêmio fecharam um novo acordo com a Libra, válido até 2029, que altera o critério de rateio da verba de audiência, aumentando a participação dos dois clubes nas receitas. A mudança ocorre após o Palmeiras anunciar sua saída do grupo, alegando interesses individuais. O novo entendimento busca um equilíbrio e fortalece o compromisso dos clubes com uma liga forte e sustentável.
O Santos teve um dia agitado, com a CAS marcando audiência para o caso envolvendo Pedro Caixinha e uma multa de R$ 15 milhões. Além disso, o clube conseguiu liberação para enfrentar o Coritiba na Neo Química Arena, em partida que pode ser decisiva para Neymar em sua busca por uma vaga na Copa do Mundo. Internamente, o clube avalia o fim de uma sindicância após desentendimento entre Neymar e Robinho Jr.
O artigo analisa o acordo envolvendo o Flamengo e a Libra sobre cotas de televisão, evidenciando um contrato considerado ruim por parte da Libra. A matéria detalha como a disputa pela divisão da verba ligada à audiência resultou em um pagamento maior para o Flamengo e impactou a arrecadação de outros clubes da Libra.
Flamengo e Libra estão perto de um acordo sobre a divisão do dinheiro de TV do Campeonato Brasileiro. Uma proposta intermediária foi apresentada, aumentando a verba destinada ao clube carioca. A negociação avança para resolver disputas e liberar fundos.
O astro da NFL Puka Nacua, do Los Angeles Rams, enfrenta acusações de declaração antissemita e mordida a uma mulher em Los Angeles. O jogador terá uma audiência no dia 14 de abril para discutir os incidentes, que teriam ocorrido na véspera de Ano Novo de 2025. A defesa de Nacua nega as acusações, alegando que a mordida foi uma brincadeira e que a acusação de antissemitismo é falsa.
Flamengo e clubes da Libra se aproximaram para um diálogo em busca de acordo sobre a divisão de cotas de TV, após o clube rubro-negro obter novo bloqueio judicial de R$ 13 milhões. A divergência gira em torno de R$ 53 milhões sobre critérios de audiência, com o Flamengo buscando um valor maior do que o proposto pela Libra. Se um acordo for alcançado, o dinheiro bloqueado será liberado.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, apresentou uma justificativa judicial para sua ausência em uma audiência da Comissão de Ética do clube. Ele alega que uma decisão judicial o impede de ter contato com dirigentes, e que comparecer à oitiva configuraria descumprimento da medida.
O caso de Mariana Ferrer, vítima de violência sexual, será debatido na 70ª Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU em Nova York. Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisará o pedido para declarar a nulidade da audiência de instrução de 2020, onde Ferrer foi tratada como réu. A discussão internacional precede a decisão do STF e reforça a importância da Lei Mariana Ferrer, criada após a repercussão do caso.
A Comissão de Ética do Corinthians remarcou a audiência do ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 26 de março, após a defesa não comprovar impedimento jurídico para o depoimento. O caso envolve a investigação de gastos suspeitos no cartão corporativo entre 2018 e 2020, com a possibilidade de recomendação de expulsão do ex-dirigente. Paralelamente, Andrés Sanchez enfrenta denúncias do Ministério Público por apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
A Comissão de Ética do Corinthians deu um prazo de 24 horas para Andrés Sanchez justificar sua ausência em uma audiência virtual. A defesa alegou impossibilidade de comparecimento devido a medidas cautelares da Justiça, mas a Comissão exigiu comprovação formal, apontando que a audiência foi marcada em formato virtual. O processo investiga despesas com cartão corporativo e a fase atual envolve coleta de depoimentos e análise de documentos.
Andrés Sanchez solicitou o adiamento de uma audiência na Comissão de Ética do Corinthians, alegando que sua participação por videoconferência violaria medidas restritivas impostas pela Justiça. A comissão exigiu comprovação judicial para reagendar, enquanto o depoimento anterior à Comissão de Justiça poderá ser considerado. O ex-presidente deve esclarecer despesas investigadas, com possibilidade de recomendação de expulsão.