O CSA acusa a Futebol Forte União (FFU) de interferência de investidores em suas decisões, o que levou o clube a acionar o STJD e a Comissão de Ética do Futebol Brasileiro. A petição busca afastar temporariamente Gabriel Lima, administrador do condomínio da FFU, das atividades internas da associação. O clube alega que investidores da FFU estariam controlando o processo deliberativo do bloco.
A CBF convocou os clubes brasileiros para uma reunião em 6 de abril, no Rio de Janeiro, com o objetivo de unificar as ligas de futebol do país. A entidade busca integrar os blocos da Libra e da FFU em um único projeto comum para elevar o futebol nacional em organização, competitividade e relevância global. Essa iniciativa atende a uma demanda dos clubes por maior participação na consolidação de uma liga única.
O artigo discute a proposta da Forte Futebol União (FFU) para a criação de uma Liga no futebol brasileiro, em meio ao desmantelamento da Libra e à atuação da CBF. A FFU busca negociar com a CBF e a Libra para formar uma Liga que aumente a relevância do Campeonato Brasileiro, respeitando contratos existentes com investidores.
A Futebol Forte União (FFU) celebra um aumento médio de R$ 35 milhões nos direitos de TV do Brasileirão por clube, comparando 2024 com 2025. Esse crescimento, que poderia ser ainda maior sem repasses a investidores, reflete a nova estrutura de comercialização dos direitos, com valores que praticamente dobraram na comparação de ciclos contratuais.
O Atlético Mineiro e o Vitória obtiveram aprovação interna e da FFU para ingressarem na entidade. Com isso, trinta clubes integram a Forte Futebol União, enquanto a Libra enfrenta dificuldades e pode ser extinta ou reduzida. A FFU se apresenta como um modelo promissor para a criação de uma liga de futebol no Brasil.
A Futebol Forte União (FFU) cancelou a votação sobre a adesão de um novo clube em sua assembleia, prevista para esta segunda-feira. A decisão ocorreu após questionamentos sobre a convocação da reunião e a falta de clareza sobre as condições contratuais do novo membro, que seria o Grêmio. Diversos clubes expressaram preocupação com a segurança jurídica e a transparência do processo.
Clubes filiados à Futebol Forte União (FFU) relatam pressão, supostamente ligada à CBF, para adiar a votação que decidiria a entrada do Grêmio na entidade. O Grêmio adiou a votação de seu Conselho Deliberativo, enquanto a FFU definirá a aprovação de um novo filiado.
O CSA obteve uma liminar na Justiça de Alagoas que lhe garante o direito de votar em uma assembleia da Futebol Forte União (FFU) sobre a aceitação de novos clubes. A decisão surge em meio à possibilidade de o Grêmio deixar a Libra e se juntar à FFU, o que impactaria a divisão de receitas.
O CSA entrou com uma ação judicial contra a Futebol Forte União (FFU) com o objetivo de impedir a entrada do Grêmio na entidade. O clube alagoano contesta as regras de votação da FFU e busca ter direito a veto na admissão de novos membros, alegando que a entrada de mais clubes pode diluir suas próprias receitas e criar desigualdades.
O Goiás enviou uma notificação extrajudicial à Futebol Forte União (FFU) questionando a admissão do Grêmio como novo membro do bloco comercial. O clube goiano se opõe à entrada dos gaúchos sem discussão em assembleia e teme a diluição do dinheiro e a concessão de privilégios, como os já existentes para outros cinco clubes da FFU.
O Grêmio decidiu migrar do bloco de negociação Libra para o Futebol Forte União (FFU) para direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. A mudança, que deve ser votada em 17 de março, visa obter maior sucesso nas negociações e potencial de arrecadação, com foco na antecipação de receitas de TV.
A Libra, liga de futebol, enfrenta uma crise existencial com a retirada da oferta de empréstimo de um banco e desentendimentos internos. O Grêmio é o primeiro clube a preparar sua saída, com São Paulo e Santos também considerando migrar para a Forte Futebol União (FFU). A liga sofre com a falta de liderança e um contrato falho com a Globo, agravando sua fragilidade.
Três conselheiros do Sport tentam anular um contrato de dois anos atrás com a Liga Forte União, que rendeu mais de R$ 200 milhões ao clube. Apesar de o Sport negar envolvimento oficial, a ação levanta questões sobre a responsabilidade em caso de cancelamento e o resíduo de contratos anteriores. O CADE liberou a expansão das ligas, considerando os acordos válidos.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fechou acordo com a Libra e a FFU, blocos comerciais de clubes de futebol brasileiro. Cinco clubes da Libra – Flamengo, Palmeiras, Grêmio, Santos e São Paulo – dividirão um pagamento de R$ 559 mil como contrapartida pela liberação dos blocos para atrair novos membros. O acordo visa garantir a livre concorrência e encerra investigações sobre possíveis irregularidades na formação dos grupos.
O Cade multou a Libra em R$ 559 mil pela prática de 'gun jumping', que é iniciar uma operação empresarial antes da aprovação do órgão regulador. A Futebol Forte União do Futebol Brasileiro (FFU) firmou acordo sem penalidade, pois não atingiu os critérios de faturamento que tornariam a notificação obrigatória. Ambas as entidades terão 60 dias para informar atos já realizados e se comprometeram a comunicar mudanças futuras na negociação de direitos de transmissão por três anos.
A reportagem investiga o mecanismo que garante ao Fortaleza um privilégio em receitas de publicidade na Série B, recebendo valores significativamente maiores que outros clubes. Esse diferencial se origina de um contrato de placas publicitárias da Série A, mantido mesmo após o rebaixamento, gerando questionamentos sobre favorecimento.
Uma reunião da Forte Futebol União (FFU) resolveu a pendência financeira envolvendo clubes da Série B, equiparando seus recebimentos aos de Náutico e São Bernardo. A Série B terá 15% dos contratos de TV a partir de 2027, com a diferença sendo corrigida no ano seguinte. A resolução encerra um dilema político e a disputa por clubes entre entidades, com a expectativa de que o campeonato inicie na segunda quinzena de março.
Clubes da Série B expressaram revolta com a FFU devido à disparidade nas cotas de direitos de transmissão, buscando igualdade com os valores pagos pela CBF. Após negociações, a FFU aumentou o valor destinado aos clubes, alinhando-o à CBF, visando sanar as insatisfações.
Clubes da Série B e a FFU (Futebol Forte União) avançaram em um acordo para a gestão do torneio, após críticas sobre a desvalorização da competição. Representantes sinalizaram um consenso para atender às demandas dos times, buscando equidade nos valores recebidos e sustentabilidade financeira.
A CBF decidiu arcar com as despesas de logística da Série B, auxiliando os 20 clubes da competição. No entanto, essa ajuda financeira está condicionada à manutenção dos salários dos jogadores e outras obrigações financeiras em dia, sob pena de devolução dos valores. A medida surge em meio a uma crise na liga e críticas de clubes à própria organização. A CBF destinará cerca de R$ 3 milhões por clube, a título de empréstimo, com regras mais rigorosas que o Fair Play financeiro atual.