O Cade emitiu nota técnica dando dez dias para que a liga FFU e sua investidora SME expliquem o contrato de cessão de direitos por 50 anos com os clubes, questionando possíveis restrições à concorrência. Paralelamente, o Sinafut viu sua ação contra a SME na Justiça de Brasília ser extinta por falta de legitimidade. O caso evidencia a guerra de bastidores entre CBF, investidores, clubes insatisfeitos e emissoras na disputa pela formação da liga única do futebol brasileiro.
O Cade emitiu nota técnica declarando como 'complexo' o processo de análise da relação comercial entre os clubes da Futebol Forte União (FFU), a investidora SME e a LiveMode, dona da CazéTV. O órgão apontou quatro tópicos a esclarecer, incluindo os contratos de 50 anos, condições de entrada e saída dos clubes e eventuais relações verticais que afetem a concorrência na venda de direitos de transmissão do Brasileirão. A SME afirma que o aprofundamento da análise é positivo e permitirá demonstrar os ganhos econômicos do modelo.
A Globo, ESPN, SBT, CazéTV e Band manifestaram ao Cade que a venda coletiva dos direitos de transmissão do Brasileirão representa um avanço estrutural para o mercado de mídia esportiva. As emissoras reconhecem ganhos como a redução de custos negociais e o fortalecimento do produto, embora alertem para riscos de concentração, aumento de custos de aquisição e perda de flexibilidade na programação. As respostas integram investigação do órgão antitruste após a venda dos direitos em dois blocos, conduzidos pela FFU e pela Libra.
O Corinthians desempenhará um papel estratégico na negociação pela criação de uma liga única de futebol no Brasil. O clube atuará como um dos representantes da comissão Futebol Forte União (FFU) nas conversas com a CBF e outros clubes. A FFU considera o Timão uma peça fundamental devido à sua posição independente e ao histórico de negociações com o bloco.
Diversos clubes do futebol brasileiro querem discutir a saída da Federação de Futebol da União (FFU) após uma decisão do Cade que permite a livre saída de entidades. A CBF apoia a vontade dos clubes em formar uma nova liga, gerando expectativa de intensas discussões sobre o futuro das ligas existentes ou o surgimento de um novo formato.
A matéria compara a arrecadação de direitos de TV entre Flamengo e Corinthians no Campeonato Brasileiro de 2025. Apesar do Flamengo ser campeão e o Corinthians terminar em 13º, ambos receberam valores muito próximos, evidenciando diferenças nos modelos de negociação e distribuição de receitas entre a Libra e a FFU. O artigo detalha os valores recebidos por outros clubes, como Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro, para contextualizar a situação.
O artigo analisa o acordo envolvendo o Flamengo e a Libra sobre cotas de televisão, evidenciando um contrato considerado ruim por parte da Libra. A matéria detalha como a disputa pela divisão da verba ligada à audiência resultou em um pagamento maior para o Flamengo e impactou a arrecadação de outros clubes da Libra.
A Sports Media, investidora da Forte Futebol União (FFU), recebeu R$ 750 milhões de um fundo administrado por investigados em operações da Polícia Federal ligadas a crime organizado e ao Banco Master. A operação, que envolveu o Fundo Miller, foi liquidada em agosto de 2025, com o dinheiro devolvido e um lucro de cerca de R$ 150 milhões para o cotista principal, a Farallon. A investigação aponta que a Trustee DTVM, administradora do Fundo Miller e executivos ligados a ela, podem ter atuado em esquema de ocultação de dinheiro.
A CBF defende a autonomia total dos clubes em uma futura liga única no Brasil, vetando a participação de investidores externos com poder de decisão comercial. A entidade promoverá um encontro com dirigentes das Séries A e B para discutir o modelo, que difere do atual "Forte Futebol União" (FFU) onde um investidor possui poder de veto.
Um órgão do Ministério do Esporte apontou possíveis irregularidades na FFU (Futebol Forte União) em relação à restrição a investidores financeiros em arranjos de ligas desportivas. A análise, a pedido de um deputado, considera que a participação de tais entidades encontra limites na legislação esportiva e constitucional, com risco de comprometer a autonomia dos clubes e a integridade das competições.
O Ministério do Esporte emitiu um parecer considerando irregular o contrato entre a Futebol Forte União (FFU) e diversos clubes brasileiros para a cessão de direitos do Campeonato Brasileiro. O documento questiona a legalidade das operações, a concentração de poder em grupos econômicos e a duração excessiva dos contratos.
Um executivo do condomínio da Futebol Forte União (FFU), Gabriel Lima, se defende no STJD contra uma representação do CSA. Ele argumenta que a corte desportiva não tem jurisdição sobre a disputa, pois a FFU não organiza competições esportivas, mas sim interesses de seus associados. Lima também alega que não cometeu infrações disciplinares de caráter esportivo.
O CSA acusa a Futebol Forte União (FFU) de interferência de investidores em suas decisões, o que levou o clube a acionar o STJD e a Comissão de Ética do Futebol Brasileiro. A petição busca afastar temporariamente Gabriel Lima, administrador do condomínio da FFU, das atividades internas da associação. O clube alega que investidores da FFU estariam controlando o processo deliberativo do bloco.
A CBF convocou os clubes brasileiros para uma reunião em 6 de abril, no Rio de Janeiro, com o objetivo de unificar as ligas de futebol do país. A entidade busca integrar os blocos da Libra e da FFU em um único projeto comum para elevar o futebol nacional em organização, competitividade e relevância global. Essa iniciativa atende a uma demanda dos clubes por maior participação na consolidação de uma liga única.
O artigo discute a proposta da Forte Futebol União (FFU) para a criação de uma Liga no futebol brasileiro, em meio ao desmantelamento da Libra e à atuação da CBF. A FFU busca negociar com a CBF e a Libra para formar uma Liga que aumente a relevância do Campeonato Brasileiro, respeitando contratos existentes com investidores.
A Futebol Forte União (FFU) celebra um aumento médio de R$ 35 milhões nos direitos de TV do Brasileirão por clube, comparando 2024 com 2025. Esse crescimento, que poderia ser ainda maior sem repasses a investidores, reflete a nova estrutura de comercialização dos direitos, com valores que praticamente dobraram na comparação de ciclos contratuais.
O Atlético Mineiro e o Vitória obtiveram aprovação interna e da FFU para ingressarem na entidade. Com isso, trinta clubes integram a Forte Futebol União, enquanto a Libra enfrenta dificuldades e pode ser extinta ou reduzida. A FFU se apresenta como um modelo promissor para a criação de uma liga de futebol no Brasil.
Clubes filiados à Futebol Forte União (FFU) relatam pressão, supostamente ligada à CBF, para adiar a votação que decidiria a entrada do Grêmio na entidade. O Grêmio adiou a votação de seu Conselho Deliberativo, enquanto a FFU definirá a aprovação de um novo filiado.
A Futebol Forte União (FFU) cancelou a votação sobre a adesão de um novo clube em sua assembleia, prevista para esta segunda-feira. A decisão ocorreu após questionamentos sobre a convocação da reunião e a falta de clareza sobre as condições contratuais do novo membro, que seria o Grêmio. Diversos clubes expressaram preocupação com a segurança jurídica e a transparência do processo.
O CSA obteve uma liminar na Justiça de Alagoas que lhe garante o direito de votar em uma assembleia da Futebol Forte União (FFU) sobre a aceitação de novos clubes. A decisão surge em meio à possibilidade de o Grêmio deixar a Libra e se juntar à FFU, o que impactaria a divisão de receitas.