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Análise dos Times

Ffu

Principal

Motivo: O artigo foca no parecer negativo do Ministério do Esporte sobre os contratos da FFU, apresentando os argumentos que consideram as operações irregulares e desproporcionais.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: Os clubes são apresentados como parte envolvida em um contrato questionado, mas o foco principal recai sobre a análise da FFU e o parecer do governo.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

vasco fluminense botafogo cruzeiro athletico pr inter cbf clubes ministerio do esporte ffu beto pereira patrick correa

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Governo dá parecer que considera irregular contrato da FFU com clubes Rodrigo Mattos Colunista do UOL 26/03/2026 08h53 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Inter e Fluminense são dois clubes que venderam parte dos direitos à FFU Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF O Ministério do Esporte considerou irregular o contrato dos clubes com a Futebol Forte União para a cessão de direitos do Brasileiro. A posição está em uma nota técnica assinada pelo secretário nacional de futebol, Patrick Correa. O documento é uma resposta a um questionamento do deputado Beto Pereira (PSDB-MS) que questionada as operações da FFU e clubes. A FFU rebate os argumentos e considera legal a operação de compra de parte dos direitos comerciais dos clubes. Letícia Casado PL define grupo de Michelle no palanque do DF Casagrande Romário e suas tentativas de censurar quem o critica Amanda Klein STF pode derrubar decisão de prorrogar CPMI do INSS Mônica Bergamo Para Faria Lima, prisão de Vorcaro é desproporcional A FFU e seus investidores - Carlos Gamboa e Sports Media - compraram percentuais entre 10% e 20% dos direitos comerciais do Brasileiro de 30 clubes. O contrato prevê que o bloco comercial passa a ter controle sobre a negociação desses direitos. Entre os clubes, estão Vasco, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, Inter e Athletico-PR. Em meio a negociação de liga única, a CBF tem feito questionamentos a esse modelo, defendendo que não deveria ser permitido que um grupo econômico tivesse esse poder comercial sobre a Série A. Neste contexto, alguns clubes da Série B associados à FFU tem questionado a gestão da entidade. Há uma série de ações de agremiações, na Justiça e no STJD, sobre o assunto. E o tema chegou à Câmara dos Deputados onde haverá uma audiência para discuti-lo. Assim, o deputado Beto Pereira (PSDB) enviou um questionamento ao Ministério sobre o assunto. O parecer de resposta tem um valor de orientação para o Congresso onde podem ser feitas eventuais regulações. Pelo parecer, assinado por Patrick Corrêa, questiona a legalidade das operações da FFU. Diz que a Lei Geral do Esporte só permite a cessão de direitos comerciais à entidades organizadoras da competição, e não a grupos econômicos. Há ainda uma posição de considerar desproporcional o prazo de 50 anos de cessão dos direitos comerciais do Brasileiro para investidores. Na visão do Ministério, há um risco sobre a autonomia das entidades esportivas de gerir seus próprios ativos quando cedem o poder para outros terem esse controle. Continua após a publicidade "A desproporcionalidade do prazo, aliada a cláusulas que concentram o poder decisório no investidor, pode caracterizar vinculação contratual abusiva nos termos da legislação civil (arts. 421, 421-A e 422 doCódigo Civil), além de violar o espírito da LGE.", diz o documento. Como conclusão, em ofício ao deputado, o Ministério do Esporte conclui: "A participação d e entidades financeiras nos arranjos das ligas desportivas encontra limites expressos na LGE e na Constituição Federal; ii) A alienação d e direitos de arena por prazos excessivamente longos (50 anos), associada a estruturas d e governança que concentram o poder decisório no investidor, configura esvaziamento da autonomia das entidades desportivas, violação à soberania intergeracional, afronta aos princípios da comercialização de direitos previstos no art. 162 da LGE." Em resposta, a FFU rebateu os argumentos por meio de nota: "O negócio celebrado pelos associados da FFU está em conformidade com a legislação brasileira. Continua após a publicidade Os direitos comerciais são patrimônios disponíveis dos clubes, e o modelo firmado não compromete a autonomia das entidades, nem a organização das competições e a integridade do campeonato. A estrutura adotada limita-se à exploração econômica desses ativos em formato compatível com as melhores práticas internacionais. Além disso, a governança prevê a participação direta dos clubes na comercialização dos direitos, em um formato que gerou a maior receita da história na venda de direitos de arena." Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora André Mendonça vira aliado improvável em calvário de Messias pelo STF STF se divide e pode derrubar decisão de prorrogar CPMI Segurança envolvido na polêmica de Chappell Roan com Jorginho se manifesta Sucesso do Allianz Parque mostra que contrato está defasado, diz executivo Quem é Noelia Castillo, jovem de 25 anos que obteve direito à eutanásia