O Campeonato Tocantinense Feminino de 2026 teve seu início adiado para 2 de maio, atendendo a um pedido dos clubes participantes que necessitavam de mais tempo para organização. Esta edição é marcada pela obrigatoriedade da participação de times da Primeira Divisão do masculino, contrastando com o baixo número de equipes nas edições anteriores. A competição contará com dez clubes confirmados e terá um formato de disputa com fase de grupos, mata-mata e final em ida e volta.
A criação de uma Liga Única no futebol brasileiro pela CBF enfrenta o desafio de reconquistar a confiança dos clubes e do público. Apesar de uma gestão atual com mais princípios, a desconfiança histórica com a CBF persiste, exigindo transparência e foco no potencial do Campeonato Brasileiro.
A CBF apresentou um estudo para dirigentes de clubes das Séries A e B visando a criação de uma liga única no futebol brasileiro. O objetivo é aumentar o valor do produto nacional, comparando-o com ligas europeias e propondo um cronograma para a estruturação da liga até o final do ano.
O Ministério do Esporte emitiu um parecer considerando irregular o contrato entre a Futebol Forte União (FFU) e diversos clubes brasileiros para a cessão de direitos do Campeonato Brasileiro. O documento questiona a legalidade das operações, a concentração de poder em grupos econômicos e a duração excessiva dos contratos.
A criação da liga do Campeonato Brasileiro se tornou um palco de disputa de poder entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o grupo Futebol Forte União (FFU). A FFU, turbinada por investidores, busca controle sobre os direitos de TV e publicidade, enquanto a CBF alega ilegalidade na interferência externa e defende seu papel organizador. Clubes da Série B, insatisfeitos com os acordos da FFU, buscam apoio da CBF, intensificando o embate.
A CBF convocou os clubes brasileiros para uma reunião em 6 de abril, no Rio de Janeiro, com o objetivo de unificar as ligas de futebol do país. A entidade busca integrar os blocos da Libra e da FFU em um único projeto comum para elevar o futebol nacional em organização, competitividade e relevância global. Essa iniciativa atende a uma demanda dos clubes por maior participação na consolidação de uma liga única.
O artigo discute a contratação de técnicos estrangeiros no futebol brasileiro e a implementação da Lei da SAF. O autor critica a resistência de treinadores brasileiros a essa mudança, comparando-a com a hesitação de dirigentes em aderir aos projetos de SAF. A análise aponta o desprezo estatal pelo futebol como um dos motivos do atraso estrutural e defende a SAF como condição necessária para evitar crises.
A CBF apresentou o modelo final do seu Fair Play financeiro, que começará a fiscalizar calotes de dívidas e monitorar contas de clubes a partir de 2026. O sistema prevê checagens de débitos e índices financeiros, com punições brandas iniciais para inadimplentes e mais severas a partir de 2028.