O artigo discute a contratação de técnicos estrangeiros no futebol brasileiro e a implementação da Lei da SAF. O autor critica a resistência de treinadores brasileiros a essa mudança, comparando-a com a hesitação de dirigentes em aderir aos projetos de SAF. A análise aponta o desprezo estatal pelo futebol como um dos motivos do atraso estrutural e defende a SAF como condição necessária para evitar crises.
A CBF apresentou o modelo final do seu Fair Play financeiro, que começará a fiscalizar calotes de dívidas e monitorar contas de clubes a partir de 2026. O sistema prevê checagens de débitos e índices financeiros, com punições brandas iniciais para inadimplentes e mais severas a partir de 2028.