A criação da liga do Campeonato Brasileiro se tornou um palco de disputa de poder entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o grupo Futebol Forte União (FFU). A FFU, turbinada por investidores, busca controle sobre os direitos de TV e publicidade, enquanto a CBF alega ilegalidade na interferência externa e defende seu papel organizador. Clubes da Série B, insatisfeitos com os acordos da FFU, buscam apoio da CBF, intensificando o embate.
A CBF convocou os clubes brasileiros para uma reunião em 6 de abril, no Rio de Janeiro, com o objetivo de unificar as ligas de futebol do país. A entidade busca integrar os blocos da Libra e da FFU em um único projeto comum para elevar o futebol nacional em organização, competitividade e relevância global. Essa iniciativa atende a uma demanda dos clubes por maior participação na consolidação de uma liga única.
O artigo discute a contratação de técnicos estrangeiros no futebol brasileiro e a implementação da Lei da SAF. O autor critica a resistência de treinadores brasileiros a essa mudança, comparando-a com a hesitação de dirigentes em aderir aos projetos de SAF. A análise aponta o desprezo estatal pelo futebol como um dos motivos do atraso estrutural e defende a SAF como condição necessária para evitar crises.
A CBF apresentou o modelo final do seu Fair Play financeiro, que começará a fiscalizar calotes de dívidas e monitorar contas de clubes a partir de 2026. O sistema prevê checagens de débitos e índices financeiros, com punições brandas iniciais para inadimplentes e mais severas a partir de 2028.