Mehdi Taremi, estrela da seleção iraniana de futebol, criticou as restrições logísticas e de preparação impostas à equipe durante a Copa do Mundo de 2026. O jogador descreveu a situação como um "desastre", citando dificuldades com viagens, ausência de pessoal de apoio e problemas com vistos, que afetam o desempenho e aumentam o estresse dos atletas. Taremi apelou à FIFA por mais suporte.
A Copa do Mundo de 2026 expandirá para 48 seleções, prometendo um recorde absoluto de gols com 104 partidas. No entanto, o desafio de aumentar a média de gols por jogo, que tem se mantido estável nas últimas edições, persiste. A expectativa é que a disparidade técnica entre as novas equipes e as tradicionais possa impulsionar essa média, mas recordes históricos de alta média de gols são difíceis de serem superados.
A Fifa foi notificada pelas autoridades dos estados de Nova York e Nova Jersey, nos Estados Unidos, devido aos altos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026. As autoridades locais iniciarão uma investigação sobre a entidade por "falta de transparência e preços abusivos" na venda das entradas, motivadas por reclamações de torcedores.
Uma reunião entre o Ministério do Esporte, Fifa, Governo do Distrito Federal e administração do Estádio Nacional de Brasília aliviou as tensões sobre a sede da Copa do Mundo Feminina de 2027. A principal discórdia era a cessão de camarotes, mas um acordo parece próximo, com a expectativa de que Brasília receba até sete partidas do torneio.
A nova regra de hidratação, com pausas de três minutos em jogos da Copa do Mundo de 2026, está gerando debate sobre como ela transforma o futebol. Enquanto a FIFA alega preocupação com o bem-estar dos atletas devido ao calor, críticos apontam para uma 'americanização' do esporte e aumento do potencial comercial.
O presidente da Federação de Futebol do Irã, Mehdi Taj, expressou preocupação com a obtenção de vistos para sua delegação participar da Copa do Mundo. Ele anunciou uma reunião decisiva com a Fifa para buscar garantias, citando problemas na liberação de vistos para os Estados Unidos, Canadá e México.
A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) planeja inaugurar seu Centro de Desenvolvimento de Futebol após a Copa do Mundo de 2026. A estrutura, construída com fundos do Legado da Copa de 2014, depende da liberação da CBF e da criação de filiais regionais para sua gestão. O centro oferecerá instalações para categorias de base, futebol feminino e capacitação de profissionais.
A Fifa agendou uma reunião com a Federação de Futebol do Irã em Zurique para discutir os preparativos para a Copa do Mundo. O encontro ocorre 20 dias antes do início do torneio, após a delegação iraniana ter sido a única ausente no Congresso da Fifa em Vancouver, devido a problemas com vistos para o Canadá. Há preocupações com a possibilidade de os EUA também negarem vistos a dirigentes iranianos.
O artigo critica a FIFA por priorizar o lucro em detrimento da saúde dos jogadores de futebol. O autor argumenta que o calendário excessivo de jogos leva a lesões graves, como as de Estêvão e Yamal, mas a entidade não se preocupa com os atletas, apenas com o dinheiro arrecadado com patrocínios. A matéria também menciona casos de exclusão de países e a influência de figuras políticas no esporte.
A Fifa alertou que a tarifa de transporte de mais de R$ 700 para jogos da Copa do Mundo em Nova Jersey, nos EUA, terá um efeito inibidor sobre os torcedores. A governadora do estado rebate, dizendo que a Fifa deve arcar com os custos de segurança, enquanto a organização afirma ser sem fins lucrativos e reinvestir receitas no futebol mundial.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem poder para resolver conflitos geopolíticos e reforçou que a Copa do Mundo de 2026 manterá o calendário previsto. A declaração surge em meio à tentativa do Irã de transferir seus jogos da primeira fase para fora dos Estados Unidos, uma das sedes.
O Irã solicitou à FIFA a permissão para realizar seus jogos da Copa do Mundo de 2026 no México, em vez dos Estados Unidos. No entanto, a entidade máxima do futebol mundial negou o pedido, afirmando que a agenda e os locais definidos no sorteio não serão alterados. As partidas do Irã estão programadas para acontecer em cidades americanas.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defende a expulsão imediata de jogadores que cubram a boca durante discussões em campo, argumentando que tal gesto indica algo a esconder, possivelmente com conotação racista. Ele propõe que o Código Disciplinar da entidade seja endurecido, com sugestões de mudanças nas regras antes da Copa do Mundo.
A FIFA realizou reuniões de crise para discutir as repercussões na Copa do Mundo após ataques militares dos EUA e Israel ao Irã. A notícia levanta questionamentos sobre a neutralidade da entidade, especialmente após a entrega de um prêmio da paz ao presidente dos EUA. A situação pode impactar a segurança dos jogos e a participação de equipes.
A guerra no Irã levanta sérias preocupações sobre a realização da próxima Copa do Mundo, com a FIFA considerando a transferência de jogos e a própria federação iraniana avaliando a retirada da seleção. O conflito coloca em xeque a capacidade da FIFA de gerir um torneio global em meio a instabilidade e questiona a coerência de suas políticas de neutralidade e direitos humanos, especialmente após a exclusão da Rússia da Copa anterior.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter o reconhecimento de Heine Allemagne como inventor do spray de barreira, mas anulou a indenização milionária contra a Fifa por não exibição da marca da empresa durante a Copa do Mundo de 2014. A decisão baseou-se na Lei Geral da Copa, que garante à Fifa o direito de escolher as marcas a serem divulgadas no evento.
A CBF enviou cartas à Fifa e à Uefa exigindo rigor nas investigações e punições exemplares para casos de racismo contra Vinicius Jr. A entidade brasileira destacou o apoio de Gianni Infantino e as diretrizes disciplinares das federações para combater a discriminação no futebol.
A Uefa não se oporá à proposta da Fifa de expandir o Mundial de Clubes para 48 participantes, com a entidade máxima do futebol europeu demonstrando maior flexibilidade. Essa aproximação entre os presidentes das duas organizações pode indicar uma relação mais próxima entre Infantino e Ceferin, apesar de tensões passadas.
O artigo critica veementemente a cerimônia de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil, destacando a predominância de homens em homenagens e discursos, o que contrasta com a natureza do evento. A autora aponta a misoginia e o machismo como problemas estruturais que a CBF e a FIFA precisam enfrentar.
A Fifa lançou oficialmente a marca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil. O evento contou com a presença de autoridades esportivas, como Gianni Infantino, presidente da Fifa, e ministros, além de ex-jogadoras icônicas da seleção brasileira. A competição ocorrerá em oito cidades brasileiras entre junho e julho de 2027.