A Fifa agendou uma reunião com a Federação de Futebol do Irã em Zurique para discutir os preparativos para a Copa do Mundo. O encontro ocorre 20 dias antes do início do torneio, após a delegação iraniana ter sido a única ausente no Congresso da Fifa em Vancouver, devido a problemas com vistos para o Canadá. Há preocupações com a possibilidade de os EUA também negarem vistos a dirigentes iranianos.
O artigo critica a FIFA por priorizar o lucro em detrimento da saúde dos jogadores de futebol. O autor argumenta que o calendário excessivo de jogos leva a lesões graves, como as de Estêvão e Yamal, mas a entidade não se preocupa com os atletas, apenas com o dinheiro arrecadado com patrocínios. A matéria também menciona casos de exclusão de países e a influência de figuras políticas no esporte.
A Fifa alertou que a tarifa de transporte de mais de R$ 700 para jogos da Copa do Mundo em Nova Jersey, nos EUA, terá um efeito inibidor sobre os torcedores. A governadora do estado rebate, dizendo que a Fifa deve arcar com os custos de segurança, enquanto a organização afirma ser sem fins lucrativos e reinvestir receitas no futebol mundial.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem poder para resolver conflitos geopolíticos e reforçou que a Copa do Mundo de 2026 manterá o calendário previsto. A declaração surge em meio à tentativa do Irã de transferir seus jogos da primeira fase para fora dos Estados Unidos, uma das sedes.
O Irã solicitou à FIFA a permissão para realizar seus jogos da Copa do Mundo de 2026 no México, em vez dos Estados Unidos. No entanto, a entidade máxima do futebol mundial negou o pedido, afirmando que a agenda e os locais definidos no sorteio não serão alterados. As partidas do Irã estão programadas para acontecer em cidades americanas.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defende a expulsão imediata de jogadores que cubram a boca durante discussões em campo, argumentando que tal gesto indica algo a esconder, possivelmente com conotação racista. Ele propõe que o Código Disciplinar da entidade seja endurecido, com sugestões de mudanças nas regras antes da Copa do Mundo.
A FIFA realizou reuniões de crise para discutir as repercussões na Copa do Mundo após ataques militares dos EUA e Israel ao Irã. A notícia levanta questionamentos sobre a neutralidade da entidade, especialmente após a entrega de um prêmio da paz ao presidente dos EUA. A situação pode impactar a segurança dos jogos e a participação de equipes.
A guerra no Irã levanta sérias preocupações sobre a realização da próxima Copa do Mundo, com a FIFA considerando a transferência de jogos e a própria federação iraniana avaliando a retirada da seleção. O conflito coloca em xeque a capacidade da FIFA de gerir um torneio global em meio a instabilidade e questiona a coerência de suas políticas de neutralidade e direitos humanos, especialmente após a exclusão da Rússia da Copa anterior.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter o reconhecimento de Heine Allemagne como inventor do spray de barreira, mas anulou a indenização milionária contra a Fifa por não exibição da marca da empresa durante a Copa do Mundo de 2014. A decisão baseou-se na Lei Geral da Copa, que garante à Fifa o direito de escolher as marcas a serem divulgadas no evento.
A CBF enviou cartas à Fifa e à Uefa exigindo rigor nas investigações e punições exemplares para casos de racismo contra Vinicius Jr. A entidade brasileira destacou o apoio de Gianni Infantino e as diretrizes disciplinares das federações para combater a discriminação no futebol.
A Uefa não se oporá à proposta da Fifa de expandir o Mundial de Clubes para 48 participantes, com a entidade máxima do futebol europeu demonstrando maior flexibilidade. Essa aproximação entre os presidentes das duas organizações pode indicar uma relação mais próxima entre Infantino e Ceferin, apesar de tensões passadas.
O artigo critica veementemente a cerimônia de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil, destacando a predominância de homens em homenagens e discursos, o que contrasta com a natureza do evento. A autora aponta a misoginia e o machismo como problemas estruturais que a CBF e a FIFA precisam enfrentar.
A Fifa lançou oficialmente a marca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil. O evento contou com a presença de autoridades esportivas, como Gianni Infantino, presidente da Fifa, e ministros, além de ex-jogadoras icônicas da seleção brasileira. A competição ocorrerá em oito cidades brasileiras entre junho e julho de 2027.
A FIFA anunciou um novo recorde na procura por ingressos para a Copa do Mundo de 2026, com mais de 500 milhões de pedidos em 33 dias. Os torcedores de países como Alemanha, Inglaterra e Brasil lideram a busca, com Colômbia x Portugal sendo o jogo mais desejado.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, revelou que a entidade recebeu 150 milhões de pedidos de ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Ele destacou a alta demanda, comparando com os ingressos vendidos em quase 100 anos de história do torneio. Infantino também defendeu os preços, mencionando a criação de um lote mais acessível para torcedores de equipes qualificadas.
A Copa do Mundo de 2026 apresentará um recorde de premiações financeiras, com um total de R$ 4 bilhões a serem distribuídos às federações. Cada seleção participante garantirá um valor mínimo de US$ 10,5 milhões, e o campeão receberá US$ 50 milhões, o maior prêmio já concedido na história do torneio. O Mundial também expandirá para 48 equipes e adotará um novo formato com 12 grupos de quatro seleções.
A Fifa realizou em Doha, no Catar, uma reunião inédita com representantes de 35 comitês de todo o mundo para debater e propor melhorias no desenvolvimento do futebol. O presidente Gianni Infantino destacou a importância do evento para acelerar processos de evolução e anunciou o endurecimento do Código Disciplinar contra o racismo, além de planos de expansão para o futebol feminino.
A Fifa anunciou que os vencedores do prêmio The Best de 2025 serão revelados em 16 de dezembro, em cerimônia em Doha, no Catar. O evento contará com a presença de 800 convidados e ocorrerá na véspera da final da Copa Intercontinental. O atacante Raphinha, do Barcelona, é o único brasileiro entre os finalistas de melhor jogador do mundo.
O artigo critica a falta de transparência e comunicação da FIFA sob a gestão de Gianni Infantino, destacando como a organização esconde informações cruciais até mesmo das seleções. A matéria detalha a frustração e a incerteza vivenciadas por técnicos e dirigentes em relação aos horários e locais dos jogos da Copa do Mundo.
O artigo critica a cerimônia de sorteio da Copa do Mundo de 2026, especialmente a homenagem de Gianni Infantino a Donald Trump com o 'prêmio fifa da paz'. O autor considera a ação revoltante e imoral, associando Trump a ameaças e violência.