O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem poder para resolver conflitos geopolíticos e reforçou que a Copa do Mundo de 2026 manterá o calendário previsto. A declaração surge em meio à tentativa do Irã de transferir seus jogos da primeira fase para fora dos Estados Unidos, uma das sedes.
O Irã solicitou à FIFA a permissão para realizar seus jogos da Copa do Mundo de 2026 no México, em vez dos Estados Unidos. No entanto, a entidade máxima do futebol mundial negou o pedido, afirmando que a agenda e os locais definidos no sorteio não serão alterados. As partidas do Irã estão programadas para acontecer em cidades americanas.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defende a expulsão imediata de jogadores que cubram a boca durante discussões em campo, argumentando que tal gesto indica algo a esconder, possivelmente com conotação racista. Ele propõe que o Código Disciplinar da entidade seja endurecido, com sugestões de mudanças nas regras antes da Copa do Mundo.
A FIFA realizou reuniões de crise para discutir as repercussões na Copa do Mundo após ataques militares dos EUA e Israel ao Irã. A notícia levanta questionamentos sobre a neutralidade da entidade, especialmente após a entrega de um prêmio da paz ao presidente dos EUA. A situação pode impactar a segurança dos jogos e a participação de equipes.
A guerra no Irã levanta sérias preocupações sobre a realização da próxima Copa do Mundo, com a FIFA considerando a transferência de jogos e a própria federação iraniana avaliando a retirada da seleção. O conflito coloca em xeque a capacidade da FIFA de gerir um torneio global em meio a instabilidade e questiona a coerência de suas políticas de neutralidade e direitos humanos, especialmente após a exclusão da Rússia da Copa anterior.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter o reconhecimento de Heine Allemagne como inventor do spray de barreira, mas anulou a indenização milionária contra a Fifa por não exibição da marca da empresa durante a Copa do Mundo de 2014. A decisão baseou-se na Lei Geral da Copa, que garante à Fifa o direito de escolher as marcas a serem divulgadas no evento.
A CBF enviou cartas à Fifa e à Uefa exigindo rigor nas investigações e punições exemplares para casos de racismo contra Vinicius Jr. A entidade brasileira destacou o apoio de Gianni Infantino e as diretrizes disciplinares das federações para combater a discriminação no futebol.
A Uefa não se oporá à proposta da Fifa de expandir o Mundial de Clubes para 48 participantes, com a entidade máxima do futebol europeu demonstrando maior flexibilidade. Essa aproximação entre os presidentes das duas organizações pode indicar uma relação mais próxima entre Infantino e Ceferin, apesar de tensões passadas.
O artigo critica veementemente a cerimônia de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil, destacando a predominância de homens em homenagens e discursos, o que contrasta com a natureza do evento. A autora aponta a misoginia e o machismo como problemas estruturais que a CBF e a FIFA precisam enfrentar.
A Fifa lançou oficialmente a marca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil. O evento contou com a presença de autoridades esportivas, como Gianni Infantino, presidente da Fifa, e ministros, além de ex-jogadoras icônicas da seleção brasileira. A competição ocorrerá em oito cidades brasileiras entre junho e julho de 2027.
A FIFA anunciou um novo recorde na procura por ingressos para a Copa do Mundo de 2026, com mais de 500 milhões de pedidos em 33 dias. Os torcedores de países como Alemanha, Inglaterra e Brasil lideram a busca, com Colômbia x Portugal sendo o jogo mais desejado.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, revelou que a entidade recebeu 150 milhões de pedidos de ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Ele destacou a alta demanda, comparando com os ingressos vendidos em quase 100 anos de história do torneio. Infantino também defendeu os preços, mencionando a criação de um lote mais acessível para torcedores de equipes qualificadas.
A Copa do Mundo de 2026 apresentará um recorde de premiações financeiras, com um total de R$ 4 bilhões a serem distribuídos às federações. Cada seleção participante garantirá um valor mínimo de US$ 10,5 milhões, e o campeão receberá US$ 50 milhões, o maior prêmio já concedido na história do torneio. O Mundial também expandirá para 48 equipes e adotará um novo formato com 12 grupos de quatro seleções.
A Fifa realizou em Doha, no Catar, uma reunião inédita com representantes de 35 comitês de todo o mundo para debater e propor melhorias no desenvolvimento do futebol. O presidente Gianni Infantino destacou a importância do evento para acelerar processos de evolução e anunciou o endurecimento do Código Disciplinar contra o racismo, além de planos de expansão para o futebol feminino.
A Fifa anunciou que os vencedores do prêmio The Best de 2025 serão revelados em 16 de dezembro, em cerimônia em Doha, no Catar. O evento contará com a presença de 800 convidados e ocorrerá na véspera da final da Copa Intercontinental. O atacante Raphinha, do Barcelona, é o único brasileiro entre os finalistas de melhor jogador do mundo.
O artigo critica a falta de transparência e comunicação da FIFA sob a gestão de Gianni Infantino, destacando como a organização esconde informações cruciais até mesmo das seleções. A matéria detalha a frustração e a incerteza vivenciadas por técnicos e dirigentes em relação aos horários e locais dos jogos da Copa do Mundo.
O artigo critica a cerimônia de sorteio da Copa do Mundo de 2026, especialmente a homenagem de Gianni Infantino a Donald Trump com o 'prêmio fifa da paz'. O autor considera a ação revoltante e imoral, associando Trump a ameaças e violência.
Milton Neves critica a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, comparando-a a 'Jogos Abertos do Interior' devido à participação de seleções consideradas "meia-boca" pela Fifa. O colunista expressa decepção com a qualidade técnica esperada para o início do torneio, mas reconhece que o Brasil tem boas chances de avançar em seu grupo.
O artigo de Paulo Vinicius Coelho (PVC) critica a defesa da Fifa sobre a Copa do Mundo com 48 seleções, considerando o argumento de ganho técnico "indefensável". PVC aponta que o aumento do número de seleções incha a competição e levanta dúvidas sobre a capacidade técnica de equipes menos tradicionais, apesar de reconhecer o potencial para jogos emocionantes.
A FIFA anunciou uma alteração inédita no formato do mata-mata da Copa do Mundo de 2026, visando evitar confrontos entre as seleções de ponta antes das semifinais. Essa mudança, inspirada na Liga dos Campeões, visa garantir que as equipes mais fortes se enfrentem apenas nas fases decisivas do torneio.