O São Paulo anunciou a contratação da FTI Consulting e do escritório Machado Meyer Advogados para conduzir uma investigação independente sobre denúncias de quebra de integridade. A iniciativa visa reforçar o compromisso do clube com transparência e aprimoramento dos controles internos.
O comentarista Renan Teixeira avalia que a transparência do técnico Hernán Crespo sobre os problemas do São Paulo pode prejudicá-lo. Apesar de elogiar a honestidade do argentino, Teixeira ressalta que a falta de resultados em campo pode levar à sua demissão, um risco inerente à exposição de fragilidades no clube.
Torcedores do Botafogo realizaram um protesto no Estádio Nilton Santos contra John Textor, proprietário da SAF, antes da partida contra o Bangu pelo Campeonato Carioca. A manifestação pedia mais transparência e satisfação do empresário em relação às finanças e planejamento do clube.
Membros de torcidas organizadas do Botafogo se reuniram com a diretoria da SAF do clube para exigir transparência, planejamento e visão de futuro na gestão. A reunião ocorreu no Estádio Nilton Santos e abordou pendências financeiras, confiança no elenco e técnico, além de convocar um protesto devido à crise e insatisfação.
Harry Massis Jr. assume interinamente a presidência do São Paulo após o impeachment de Julio Casares, motivado por escândalos policiais. Massis expressou tristeza pela situação, mas prometeu transparência e trabalho para proteger a instituição, buscando unir os torcedores em um momento delicado.
O artigo analisa o processo de destituição de Julio Casares da presidência do São Paulo FC como um marco na profissionalização e nos mecanismos de controle institucional no futebol brasileiro. Destaca o papel crucial do jornalismo investigativo na exposição de irregularidades e na pressão por responsabilização, promovendo um ciclo virtuoso de transparência e governança.
O goleiro Hugo Souza, uma das lideranças do Corinthians, revelou que os capitães do clube pediram transparência e verdade ao novo executivo de futebol, Marcelo Paz. Hugo destacou que Paz demonstrou ser um profissional verdadeiro e que o grupo preza por essa qualidade nas relações com a diretoria e com o elenco. A entrevista também abordou as expectativas para a temporada de 2026, com o Corinthians disputando cinco competições.
O artigo discute o crescente rigor na fiscalização da gestão financeira e administrativa de clubes de futebol no Brasil. A gestão amadora e personalista está sendo substituída por exigências de transparência e conformidade, impulsionadas por novas legislações e pela atuação de órgãos de controle.
A Federação Cearense de Futebol implementará entrevistas coletivas com os árbitros centrais após os jogos do Campeonato Cearense. A iniciativa visa aumentar a transparência, promover o diálogo e esclarecer decisões em campo, com os árbitros podendo explicar lances e interpretações de regras.
Novak Djokovic anunciou sua saída da Associação Profissional de Tenistas (PTPA) devido a divergências em relação à transparência e governança. A decisão ocorre em um momento de embate institucional da PTPA contra as principais organizações do tênis, buscando reformas na distribuição de prêmios e no calendário.
Rodrigo Mattos, em artigo no UOL News Esporte, critica o sistema de governança do São Paulo, classificando-o como falido e ultrapassado. Ele defende uma mudança profunda, com abertura para votação de todos os sócios, para garantir maior transparência e participação democrática.
Um conselheiro de oposição do Palmeiras, Luiz Fernando Marrey Moncau, pede uma agenda de modernização democrática para o clube, criticando a tendência de perpetuação no poder e propondo maior profissionalização, transparência, governança, democracia e responsabilidade.
Branquinho, candidato à presidência do Sport, promete transparência e zelo com o dinheiro do clube em seu discurso durante um almoço de adesão. O evento contou com o apoio de ex-presidentes, ex-dirigentes e ex-atletas, sinalizando o apoio político a sua candidatura. A promessa de boa gestão contrasta com a crise financeira deixada pela gestão anterior.
O artigo discute a importância do Dia Mundial dos Direitos Humanos para o esporte, destacando a necessidade de transparência e coerência nas práticas das entidades esportivas. O autor critica a FIFA pela entrega de um "Prêmio da Paz" sem critérios claros, ressaltando os compromissos jurídicos e institucionais do esporte com os direitos humanos. Conclui que o futuro do esporte global depende de alinhamento entre autonomia, governança e respeito à dignidade humana.
A matéria critica a falta de transparência e critérios claros no Prêmio da Paz da FIFA, questionando como a entidade garante a proteção de direitos humanos em eventos esportivos. Organizações como a Human Rights Watch e a Sport & Rights Alliance exigem clareza sobre o processo de escolha e a prevenção de violações em meio a um cenário de retrocessos em direitos humanos nos EUA.
O artigo critica a falta de transparência e comunicação da FIFA sob a gestão de Gianni Infantino, destacando como a organização esconde informações cruciais até mesmo das seleções. A matéria detalha a frustração e a incerteza vivenciadas por técnicos e dirigentes em relação aos horários e locais dos jogos da Copa do Mundo.
O artigo discute a transição de clubes associativos para a estrutura de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), enfatizando que a mudança de natureza jurídica não resolve automaticamente os problemas. O autor ressalta a importância de alinhar interesses de torcedores e investidores, garantir regulamentação e transparência, e a necessidade de uma governança sólida.
O executivo de futebol do São Paulo, Rui Costa, negou que a temporada do clube tenha sido um "fracasso esportivo", apesar de reconhecer que foi um ano ruim sem o cumprimento de metas. Ele garantiu sua permanência no clube até o final de 2026 e mencionou ter recusado uma sondagem do Grêmio. Costa também comentou sobre as medidas de transparência adotadas pelo São Paulo.
A Fifa Clearing House (FCH), criada há três anos, tem transformado a integridade financeira do futebol global ao centralizar e fiscalizar pagamentos de compensação por formação e mecanismo de solidariedade. A ferramenta já movimentou US$ 520 milhões e está garantindo que o dinheiro chegue a milhares de clubes, especialmente os de divisões inferiores e amadores, combatendo a opacidade histórica das transações.
O artigo discute a discrepância entre os discursos e as práticas no que diz respeito à sustentabilidade e responsabilidade social no esporte, comparando a situação com os desafios da COP 30. Apesar de haver avanços e compromissos, a execução e a transparência ainda são falhas, com ações muitas vezes se limitando à vitrine. A matéria defende a necessidade de políticas efetivas, métricas claras e certificações independentes para que o esporte se torne um agente transformador real.