Rodrigo Mattos, em artigo no UOL, critica a fala de Leila Pereira sobre "ser dona de um clube" após o Palmeiras, interpretando-a como uma rejeição a críticas e ao processo democrático. Ele aborda a possibilidade de conflito de interesses com a compra de um clube pelo enteado de Leila, especialmente em relação à CBF e à necessidade de transparência.
O comentarista Casagrande criticou a convocação de Neymar pela CBF e pelo técnico Ancelotti, mesmo lesionado, afirmando que ambos escolheram ser 'reféns' do jogador. Ele apontou falta de transparência no processo e o impacto negativo no planejamento e ritmo do atleta para futuras competições.
A coluna de Walter Casagrande Jr. no UOL questiona a veracidade das informações sobre a lesão de Neymar, criticando a falta de transparência do jogador, do Santos e da CBF. O autor argumenta que a convocação de Neymar, mesmo lesionado, pode impactar negativamente o desempenho da seleção na Copa, questionando a forma física e a capacidade do jogador de decidir jogos importantes nos últimos anos.
O ex-jogador e comentarista Casagrande criticou a forma como o Santos lidou com a situação física de Neymar. Segundo ele, o clube deixou a informação "nublada" para justificar a ausência do jogador em partidas, sem prejudicar sua convocação para a Copa do Mundo. Casagrande ressaltou a falta de transparência na comunicação do Santos.
A comentarista Fabíola Andrade solicita maior transparência da CBF sobre a lesão na panturrilha de Neymar. Ela argumenta que a entidade deve fornecer informações oficiais após as avaliações do jogador na Granja Comary, especialmente considerando os objetivos do Santos e da seleção brasileira.
A Fifa foi notificada pelas autoridades dos estados de Nova York e Nova Jersey, nos Estados Unidos, devido aos altos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026. As autoridades locais iniciarão uma investigação sobre a entidade por "falta de transparência e preços abusivos" na venda das entradas, motivadas por reclamações de torcedores.
Neymar foi convocado para a Copa do Mundo mesmo com lesão muscular comprovada, gerando debate sobre a decisão e comparações com o caso Romário em 1998. A recuperação estimada em duas a três semanas levanta questionamentos sobre a transparência e a gestão de informações no futebol brasileiro.
A matéria analisa a queda de Andrés Sánchez na política interna do Corinthians e suas implicações para a eleição presidencial. O texto aponta Osmar Stábile como favorito, apesar de investigações sobre irregularidades, e destaca a necessidade de maior transparência e gestão financeira no clube.
Um grupo de 113 conselheiros do São Paulo FC enviou um manifesto ao Ministério Público defendendo a continuidade de um inquérito civil que investiga atos da gestão do clube. O documento surge como contraposição ao pedido de arquivamento feito pelo próprio São Paulo, reforçando o interesse institucional na apuração completa dos fatos para garantir transparência e credibilidade.
Este artigo detalha a implementação do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF) pela CBF, inspirado em modelos europeus como o fair play financeiro. O texto explica os quatro eixos principais do sistema e seus objetivos, como transparência, equilíbrio financeiro e desestímulo ao endividamento excessivo, além das atribuições da CBF e as condicionantes para participação dos clubes nos campeonatos brasileiros.
A organização das Olimpíadas de Los Angeles 2028 divulgou números recordes de vendas de ingressos, superando Paris 2024. No entanto, torcedores expressaram insatisfação com taxas elevadas, preços triplicados em relação à edição anterior e falta de transparência na divulgação dos valores.
O Fair Play Financeiro no futebol brasileiro exigirá que os balanços dos clubes sejam auditados por organizações confiáveis e aceitas pela CVM. Essa medida visa aumentar o rigor dos relatórios financeiros, combater a superficialidade e garantir a sustentabilidade dos clubes.
A SAF do Botafogo informou que abrirá seu escritório para o clube social analisar documentos financeiros, após suspeitas de fraude no aporte de John Textor. O associativo alega falta de transparência e descumprimento de cláusulas, buscando acesso a documentos e transações. Este é mais um capítulo na disputa entre as partes, que já envolve questões judiciais e de arbitragem.
O CEO do Fortaleza, Bruno Cals, justificou a transparência parcial do clube nas negociações de atletas como uma estratégia de mercado para não beneficiar concorrentes. Ele explicou que divulgar todas as informações sobre contratações e vendas poderia dar vantagens aos adversários.
O artigo analisa um dia de crise no Botafogo, onde o clube associativo busca se livrar do controle da SAF de John Textor. As principais preocupações envolvem dívidas bilionárias, disputas judiciais por documentos financeiros e a necessidade de encontrar soluções urgentes para a saúde financeira do clube.
O Pacto pelo Esporte comemorou 10 anos de atuação com um evento em São Paulo, onde foi lançado o selo "Empresa Parceira do Esporte". A iniciativa, que busca aproximar o setor privado do fortalecimento da integridade e governança no esporte brasileiro, também assinou um memorando com o COB para unificar métricas de gestão e transparência. O evento reuniu empresários, atletas e autoridades para celebrar conquistas e projetar o futuro.
O River Plate anunciou sua saída do comitê executivo da Associação do Futebol Argentino (AFA) devido à falta de transparência e clareza nos processos decisórios da entidade. O clube critica a condução atual e defende maior previsibilidade e formalidade nas votações. A decisão ocorre em um contexto de investigações fiscais contra a AFA e mudanças recentes nas regras de torneios continentais e campeonatos locais.
O jornalista Paulo Vinícius Coelho (PVC) criticou duramente as justificativas apresentadas por José Boto, diretor de futebol do Flamengo, para a demissão do técnico Filipe Luís. PVC classificou o discurso de Boto como "vazio" e "sem conteúdo", argumentando que faltou objetividade e transparência na explicação.
Walter Casagrande criticou a forma como o Flamengo conduziu a contratação de Leonardo Jardim, considerando a ação desrespeitosa e antiética com Filipe Luís. O comentarista apontou a falta de transparência e a rapidez da negociação como "puxada de tapete", sugerindo interesses pessoais na demissão do técnico anterior. Casagrande também alertou Jardim sobre a pouca garantia de permanência no clube carioca.
O Corinthians realizará a décima e última audiência pública para debater a reforma de seu estatuto. O encontro abordará Disposições Gerais, Finanças, Regulamentos e a criação do Regulamento de Contratações, visando maior transparência e ética nos processos do clube.