Um grupo de 113 conselheiros do São Paulo FC enviou um manifesto ao Ministério Público defendendo a continuidade de um inquérito civil que investiga atos da gestão do clube. O documento surge como contraposição ao pedido de arquivamento feito pelo próprio São Paulo, reforçando o interesse institucional na apuração completa dos fatos para garantir transparência e credibilidade.
Este artigo detalha a implementação do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF) pela CBF, inspirado em modelos europeus como o fair play financeiro. O texto explica os quatro eixos principais do sistema e seus objetivos, como transparência, equilíbrio financeiro e desestímulo ao endividamento excessivo, além das atribuições da CBF e as condicionantes para participação dos clubes nos campeonatos brasileiros.
A organização das Olimpíadas de Los Angeles 2028 divulgou números recordes de vendas de ingressos, superando Paris 2024. No entanto, torcedores expressaram insatisfação com taxas elevadas, preços triplicados em relação à edição anterior e falta de transparência na divulgação dos valores.
O Fair Play Financeiro no futebol brasileiro exigirá que os balanços dos clubes sejam auditados por organizações confiáveis e aceitas pela CVM. Essa medida visa aumentar o rigor dos relatórios financeiros, combater a superficialidade e garantir a sustentabilidade dos clubes.
A SAF do Botafogo informou que abrirá seu escritório para o clube social analisar documentos financeiros, após suspeitas de fraude no aporte de John Textor. O associativo alega falta de transparência e descumprimento de cláusulas, buscando acesso a documentos e transações. Este é mais um capítulo na disputa entre as partes, que já envolve questões judiciais e de arbitragem.
O CEO do Fortaleza, Bruno Cals, justificou a transparência parcial do clube nas negociações de atletas como uma estratégia de mercado para não beneficiar concorrentes. Ele explicou que divulgar todas as informações sobre contratações e vendas poderia dar vantagens aos adversários.
O artigo analisa um dia de crise no Botafogo, onde o clube associativo busca se livrar do controle da SAF de John Textor. As principais preocupações envolvem dívidas bilionárias, disputas judiciais por documentos financeiros e a necessidade de encontrar soluções urgentes para a saúde financeira do clube.
O Pacto pelo Esporte comemorou 10 anos de atuação com um evento em São Paulo, onde foi lançado o selo "Empresa Parceira do Esporte". A iniciativa, que busca aproximar o setor privado do fortalecimento da integridade e governança no esporte brasileiro, também assinou um memorando com o COB para unificar métricas de gestão e transparência. O evento reuniu empresários, atletas e autoridades para celebrar conquistas e projetar o futuro.
O River Plate anunciou sua saída do comitê executivo da Associação do Futebol Argentino (AFA) devido à falta de transparência e clareza nos processos decisórios da entidade. O clube critica a condução atual e defende maior previsibilidade e formalidade nas votações. A decisão ocorre em um contexto de investigações fiscais contra a AFA e mudanças recentes nas regras de torneios continentais e campeonatos locais.
O jornalista Paulo Vinícius Coelho (PVC) criticou duramente as justificativas apresentadas por José Boto, diretor de futebol do Flamengo, para a demissão do técnico Filipe Luís. PVC classificou o discurso de Boto como "vazio" e "sem conteúdo", argumentando que faltou objetividade e transparência na explicação.
Walter Casagrande criticou a forma como o Flamengo conduziu a contratação de Leonardo Jardim, considerando a ação desrespeitosa e antiética com Filipe Luís. O comentarista apontou a falta de transparência e a rapidez da negociação como "puxada de tapete", sugerindo interesses pessoais na demissão do técnico anterior. Casagrande também alertou Jardim sobre a pouca garantia de permanência no clube carioca.
O Corinthians realizará a décima e última audiência pública para debater a reforma de seu estatuto. O encontro abordará Disposições Gerais, Finanças, Regulamentos e a criação do Regulamento de Contratações, visando maior transparência e ética nos processos do clube.
Colunistas do UOL debatem a possibilidade de interferência externa no uso do VAR durante a partida entre Flamengo e Corinthians pela Supercopa do Brasil. A discussão gira em torno da expulsão de Carrascal e da atuação do supervisor Péricles Bassols, levantando questionamentos sobre a transparência e o protocolo de uso da ferramenta no futebol brasileiro.
O artigo discute a necessidade de não culpar o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) pelas crises no futebol brasileiro, mas sim de acabar com uma cultura de improviso e má gestão. O autor argumenta que a SAF, por si só, não resolve problemas e que a falta de profissionalismo, governança e transparência são os verdadeiros vilões.
O São Paulo anunciou a contratação da FTI Consulting e do escritório Machado Meyer Advogados para conduzir uma investigação independente sobre denúncias de quebra de integridade. A iniciativa visa reforçar o compromisso do clube com transparência e aprimoramento dos controles internos.
O comentarista Renan Teixeira avalia que a transparência do técnico Hernán Crespo sobre os problemas do São Paulo pode prejudicá-lo. Apesar de elogiar a honestidade do argentino, Teixeira ressalta que a falta de resultados em campo pode levar à sua demissão, um risco inerente à exposição de fragilidades no clube.
Torcedores do Botafogo realizaram um protesto no Estádio Nilton Santos contra John Textor, proprietário da SAF, antes da partida contra o Bangu pelo Campeonato Carioca. A manifestação pedia mais transparência e satisfação do empresário em relação às finanças e planejamento do clube.
Membros de torcidas organizadas do Botafogo se reuniram com a diretoria da SAF do clube para exigir transparência, planejamento e visão de futuro na gestão. A reunião ocorreu no Estádio Nilton Santos e abordou pendências financeiras, confiança no elenco e técnico, além de convocar um protesto devido à crise e insatisfação.
Harry Massis Jr. assume interinamente a presidência do São Paulo após o impeachment de Julio Casares, motivado por escândalos policiais. Massis expressou tristeza pela situação, mas prometeu transparência e trabalho para proteger a instituição, buscando unir os torcedores em um momento delicado.
O artigo analisa o processo de destituição de Julio Casares da presidência do São Paulo FC como um marco na profissionalização e nos mecanismos de controle institucional no futebol brasileiro. Destaca o papel crucial do jornalismo investigativo na exposição de irregularidades e na pressão por responsabilização, promovendo um ciclo virtuoso de transparência e governança.