Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, pede indenização de R$ 10 mil por danos morais à Meta após perder seguidores no Instagram, quando sua conta ficou desativada por cinco meses. Ele recuperou o acesso à conta por meio de uma liminar judicial. O ex-presidente também está envolvido em outras disputas jurídicas com o São Paulo, incluindo uma ação após sua expulsão do quadro associativo do clube.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-09-29
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, entrou com ação judicial para anular sua expulsão do quadro associativo do clube, imposta pelo Conselho Deliberativo sob acusação de gestão temerária. Na petição, ele sustenta que sua gestão foi regular e aprovada pelos órgãos competentes, cita títulos inéditos conquistados e usa a declaração do executivo Rafinha sobre o 'bicho molhado' para justificar os saques em dinheiro vivo. O caso também é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, acionou a Justiça contra o clube pedindo apresentação de documentos financeiros, perícia judicial e homologação das aprovações de contas do mandato entre 2021 e 2024. Ele nega acusações de gestão temerária e desvio de valores, alegando que os saques em dinheiro vivo eram destinados a pagamento de bichos e premiações organizados pela diretoria financeira. Casares, que sofreu processo de impeachment, renunciou ao cargo e foi expulso do quadro social, afirma ser vítima de uma articulação política.
Testemunhas afirmam que o ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, retirava cerca de R$ 100 mil em espécie mensalmente do clube. Os valores eram supostamente justificados como para 'ações promocionais' e 'aquisição de ingressos', mas não há comprovação dos gastos. Casares é investigado por desvio de capitais e o Conselho Deliberativo reprovou suas contas de 2025.
A Justiça determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, e mais quatro investigados em um esquema de exploração clandestina de um camarote no Morumbis. O caso, revelado em dezembro passado, envolve diretores do clube em uma suposta venda ilegal do espaço.
O São Paulo Futebol Clube solicitou ao Ministério Público de São Paulo o arquivamento de um inquérito civil que investiga a gestão do clube. A justificativa é que o procedimento estaria sendo desvirtuado por petições sucessivas e desconectadas de seu objeto original, com um volume crescente de manifestações externas que levam à ampliação indevida do escopo da investigação. Paralelamente, a defesa de ex-presidentes também pede o arquivamento, alegando falta de elementos concretos e base em denúncias anônimas. Apesar dos pedidos, o Ministério Público indicou a continuidade do inquérito.
A oposição do São Paulo, representada pelo grupo STP (Salve o Tricolor Paulista), está articulando um pedido de impeachment contra o atual presidente do clube, Harry Massis Júnior. As alegações centrais giram em torno de gestão temerária e continuidade de práticas da gestão anterior, liderada por Julio Casares.
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, obteve uma liminar judicial para recuperar o acesso à sua conta do Instagram, que havia sido desativada em fevereiro após denúncias em massa orquestradas por torcedores do clube. Casares enfrentou dificuldades para reaver o acesso mesmo após a reativação pelo Instagram, devido à troca de celular, e acionou a Justiça para resolver a questão.
Mara Casares e Douglas Schwartzmann foram expulsos do São Paulo após votação no Conselho Deliberativo. Eles são acusados de participar de um esquema de exploração clandestina de um camarote no Morumbis. A decisão foi tomada após processo de investigação da Comissão de Ética do clube.
Ex-dirigentes do São Paulo, incluindo o ex-presidente Julio Casares, receberam aproximadamente R$ 3,4 milhões em ingressos de shows realizados no Morumbis entre 2023 e 2025. A entrega dos ingressos é investigada pela polícia em inquéritos que apuram escândalos no clube, com alegações de que a prática se tornou uma moeda política interna. Os ex-dirigentes defendem a legitimidade do recebimento e negam a venda dos ingressos.
Conselheiros do São Paulo planejam a expulsão de figuras importantes da gestão anterior, incluindo o ex-presidente Julio Casares e Carlos Belmonte. A movimentação ocorre após a expulsão de outros membros e em meio a questionamentos sobre a gestão financeira do clube.
O artigo discute a necessidade de expulsão de mais dirigentes do São Paulo, incluindo o ex-presidente Julio Casares, devido a irregularidades financeiras e na gestão do clube. A análise ressalta que este movimento é um começo para uma "dedetização" interna e pode mudar o rumo da história do clube.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou a expulsão de Douglas Schwartzmann e Mara Casares, ex-diretores envolvidos em um escândalo de exploração irregular de camarote no Morumbis. A decisão, que também inclui a necessidade de ressarcimento ao clube, foi unânime e baseada em ilicitudes como gestão temerária e danos à imagem. Outros diretores também estão sob mira para possíveis expulsões.
O Conselho Deliberativo do São Paulo marcará para 8 de abril a votação sobre a expulsão de Douglas Schwartzmann e Mara Casares. Ambos são alvos de recomendação unânime da Comissão de Ética pela expulsão devido a um caso de suposta comercialização ilegal de ingressos de um camarote do estádio para o show da cantora Shakira.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou pela segunda vez o balanço financeiro de 2025, com 210 votos contrários. A principal objeção recai sobre saques de R$ 11 milhões realizados pelo ex-presidente Julio Casares, dos quais apenas R$ 4 milhões possuem justificativa. A gestão pode solicitar a refação do relatório e Casares pode enfrentar pedidos de exclusão do colegiado e ressarcimento.
Conselheiros do São Paulo estão articulando a expulsão do ex-presidente Julio Casares. O pedido, que visa a não aprovação das contas de 2025, foi impulsionado após um erro em votação anterior. Casares nega qualquer relação com os saques de R$ 7 milhões apontados no balanço.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou pela segunda vez o balanço financeiro de 2025, referente à gestão do ex-presidente Julio Casares. A votação, que ocorreu após a anulação de um pleito anterior devido a um erro no sistema, teve um placar expressivo de 210 votos contra a aprovação. A reprovação reforça articulações para a abertura de um processo de expulsão de Casares do quadro associativo do clube.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou o balanço financeiro de 2025, último ano da gestão de Júlio Casares. Apesar de um superávit expressivo e arrecadação recorde, a falta de justificativas para saques de R$ 6,95 milhões gerou polêmica e a rejeição por 194 votos a 34.
A defesa de Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, negou o envolvimento dele com saques de R$ 7 milhões identificados no balanço de 2025. Os advogados afirmam que os valores não foram solicitados nem utilizados por Casares, estando registrados na contabilidade do clube e vinculados a despesas de jogos. A declaração surge após o Conselho Deliberativo rejeitar o balanço do clube, com dúvidas sobre os saques da antiga gestão.
Um parecer sobre o balanço financeiro de 2025 do São Paulo aponta que R$ 7 milhões sacados da conta do clube pelo ex-presidente Julio Casares não possuem justificativa detalhada. Auditoria e conselheiros questionam a destinação dos recursos, enquanto grupos políticos se movimentam para registrar ressalvas na aprovação das contas.