O São Paulo Futebol Clube solicitou ao Ministério Público de São Paulo o arquivamento de um inquérito civil que investiga a gestão do clube. A justificativa é que o procedimento estaria sendo desvirtuado por petições sucessivas e desconectadas de seu objeto original, com um volume crescente de manifestações externas que levam à ampliação indevida do escopo da investigação. Paralelamente, a defesa de ex-presidentes também pede o arquivamento, alegando falta de elementos concretos e base em denúncias anônimas. Apesar dos pedidos, o Ministério Público indicou a continuidade do inquérito.
A oposição do São Paulo, representada pelo grupo STP (Salve o Tricolor Paulista), está articulando um pedido de impeachment contra o atual presidente do clube, Harry Massis Júnior. As alegações centrais giram em torno de gestão temerária e continuidade de práticas da gestão anterior, liderada por Julio Casares.
O ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, obteve uma liminar judicial para recuperar o acesso à sua conta do Instagram, que havia sido desativada em fevereiro após denúncias em massa orquestradas por torcedores do clube. Casares enfrentou dificuldades para reaver o acesso mesmo após a reativação pelo Instagram, devido à troca de celular, e acionou a Justiça para resolver a questão.
Ex-dirigentes do São Paulo, incluindo o ex-presidente Julio Casares, receberam aproximadamente R$ 3,4 milhões em ingressos de shows realizados no Morumbis entre 2023 e 2025. A entrega dos ingressos é investigada pela polícia em inquéritos que apuram escândalos no clube, com alegações de que a prática se tornou uma moeda política interna. Os ex-dirigentes defendem a legitimidade do recebimento e negam a venda dos ingressos.
Conselheiros do São Paulo planejam a expulsão de figuras importantes da gestão anterior, incluindo o ex-presidente Julio Casares e Carlos Belmonte. A movimentação ocorre após a expulsão de outros membros e em meio a questionamentos sobre a gestão financeira do clube.
O artigo discute a necessidade de expulsão de mais dirigentes do São Paulo, incluindo o ex-presidente Julio Casares, devido a irregularidades financeiras e na gestão do clube. A análise ressalta que este movimento é um começo para uma "dedetização" interna e pode mudar o rumo da história do clube.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou a expulsão de Douglas Schwartzmann e Mara Casares, ex-diretores envolvidos em um escândalo de exploração irregular de camarote no Morumbis. A decisão, que também inclui a necessidade de ressarcimento ao clube, foi unânime e baseada em ilicitudes como gestão temerária e danos à imagem. Outros diretores também estão sob mira para possíveis expulsões.
Mara Casares e Douglas Schwartzmann foram expulsos do São Paulo após votação no Conselho Deliberativo. Eles são acusados de participar de um esquema de exploração clandestina de um camarote no Morumbis. A decisão foi tomada após processo de investigação da Comissão de Ética do clube.
O Conselho Deliberativo do São Paulo marcará para 8 de abril a votação sobre a expulsão de Douglas Schwartzmann e Mara Casares. Ambos são alvos de recomendação unânime da Comissão de Ética pela expulsão devido a um caso de suposta comercialização ilegal de ingressos de um camarote do estádio para o show da cantora Shakira.
Conselheiros do São Paulo estão articulando a expulsão do ex-presidente Julio Casares. O pedido, que visa a não aprovação das contas de 2025, foi impulsionado após um erro em votação anterior. Casares nega qualquer relação com os saques de R$ 7 milhões apontados no balanço.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou pela segunda vez o balanço financeiro de 2025, referente à gestão do ex-presidente Julio Casares. A votação, que ocorreu após a anulação de um pleito anterior devido a um erro no sistema, teve um placar expressivo de 210 votos contra a aprovação. A reprovação reforça articulações para a abertura de um processo de expulsão de Casares do quadro associativo do clube.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou pela segunda vez o balanço financeiro de 2025, com 210 votos contrários. A principal objeção recai sobre saques de R$ 11 milhões realizados pelo ex-presidente Julio Casares, dos quais apenas R$ 4 milhões possuem justificativa. A gestão pode solicitar a refação do relatório e Casares pode enfrentar pedidos de exclusão do colegiado e ressarcimento.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou o balanço financeiro de 2025, último ano da gestão de Júlio Casares. Apesar de um superávit expressivo e arrecadação recorde, a falta de justificativas para saques de R$ 6,95 milhões gerou polêmica e a rejeição por 194 votos a 34.
A defesa de Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, negou o envolvimento dele com saques de R$ 7 milhões identificados no balanço de 2025. Os advogados afirmam que os valores não foram solicitados nem utilizados por Casares, estando registrados na contabilidade do clube e vinculados a despesas de jogos. A declaração surge após o Conselho Deliberativo rejeitar o balanço do clube, com dúvidas sobre os saques da antiga gestão.
Um parecer sobre o balanço financeiro de 2025 do São Paulo aponta que R$ 7 milhões sacados da conta do clube pelo ex-presidente Julio Casares não possuem justificativa detalhada. Auditoria e conselheiros questionam a destinação dos recursos, enquanto grupos políticos se movimentam para registrar ressalvas na aprovação das contas.
A Justiça de São Paulo multou a empresa FGoal Marketing e Eventos por litigância de má-fé em um processo contra o São Paulo Futebol Clube. A FGoal, fornecedora de alimentos e bebidas do Morumbi durante a gestão de Julio Casares, cobrou R$ 5 milhões em uma ação, desistiu dela para redistribuir o caso com valor menor e repetiu pedidos já rejeitados. O São Paulo rescindiu o contrato alegando movimentações indevidas em suas contas, enquanto a empresa nega e alega autorização verbal da diretoria anterior.
A Comissão de Ética do São Paulo agendou uma audiência para ouvir conselheiros envolvidos na compra de um áudio que revelou o escândalo do camarote 3A do Morumbis. A investigação apura o envolvimento de Vinicius Pinotti e Fabio Mariz na aquisição do material e nas estratégias de divulgação para atingir a gestão tricolor.
O São Paulo desistiu de uma ação judicial que debatia as regras do impeachment do ex-presidente Julio Casares. A decisão anula a possibilidade de a votação ser revista pela Justiça, mantendo o afastamento de Casares decidido em janeiro.
O São Paulo negociou com a montadora chinesa BYD a venda dos naming rights do estádio Morumbi, propondo um valor de R$ 175 milhões por cinco anos. As conversas, lideradas pelo então presidente Julio Casares, foram interrompidas devido à crise política no clube. O acordo vigente com a Mondelez renderá R$ 25 milhões anuais.
A Justiça de São Paulo negou um pedido liminar da FGoal Marketing Eventos, fornecedora do São Paulo durante a gestão de Julio Casares, para suspender a rescisão unilateral do contrato feita pela nova diretoria. A empresa foi alvo de alertas jurídicos internos e a decisão judicial aguarda apuração dos fatos.