O artigo analisa o declínio do estádio Pacaembu, que deixou de ser a 'segunda casa' dos grandes clubes de São Paulo e hoje recebe pouquíssimos jogos profissionais. Entre os fatores apontados estão a modernização das arenas próprias dos clubes, o gramado sintético e as exigências tecnológicas da CBF. A administradora Allegra mantém esperança de voltar a receber grandes jogos, mas os quatro principais clubes da capital seguem com restrições ao uso do estádio.
Por Gustavo Hofman e PJ Godoy, de Milão (ITA) em 2026-10-31
A reportagem aborda o projeto de reconstrução do San Siro, estádio histórico compartilhado por Milan e Inter de Milão, que dará lugar ao novo Generali Stadium com investimento recorde em naming rights. O novo estádio terá capacidade para 71.500 lugares, arquibancadas inclinadas e fará parte de um amplo plano de regeneração urbana em Milão. Apesar do projeto moderno, a iniciativa divide opiniões entre jornalistas e torcedores locais, emocionalmente ligados ao estádio tradicional.
A matéria detalha as principais pendências que o futuro presidente do São Paulo herdará da gestão atual após a eleição de dezembro. Entre elas estão a definição do futuro de Lucas Moura, Dorival Júnior e Rafinha, a renovação dos naming rights do estádio Morumbis e a grave situação financeira do clube, com dívida acima de R$ 1 bilhão e transfer ban da FIFA. A disputa presidencial será entre Vinícius de Medeiros, da situação, e Marcelo Portugal Gouvêa, da oposição.
Por Bruno Giufrida e Ulisses Lopresti em 2026-10-29
O São Paulo negocia a renovação do contrato de naming rights do estádio do Morumbi, batizado de Morumbis desde 2024, com a Mondelēz, parceria válida até 31 de janeiro de 2027. O diretor de marketing André Marques afirmou em entrevista exclusiva que as negociações seguem abertas e que o clube também conversa com outras empresas, como a chinesa BYD. O acordo atual rende R$ 75 milhões ao clube e é visto como fonte estratégica de receita.
O Flamengo aprovou no Conselho de Administração a readequação do orçamento de 2026, que passou de um superávit projetado de R$ 180 milhões para um déficit de R$ 40 milhões. O rombo de cerca de R$ 220 milhões é explicado por insucessos esportivos, pela contratação de Paquetá, pela perda de receitas como o naming rights do Maracanã e pela venda cancelada de Plata. A proposta foi aprovada por ampla maioria em reunião tensa, com críticas do ex-presidente Rodolfo Landim e nota oficial do clube minimizando o déficit.
O Corinthians aguarda o envio da proposta oficial da Caixa Econômica Federal para avançar no acordo de naming rights da Neo Química Arena e quitar a dívida do estádio. Segundo o comentarista Samir Carvalho, a documentação e os termos de um contrato de 15 anos, avaliado em R$ 640 milhões, já estão alinhados, mas faltam aprovações do CORI e do Conselho Deliberativo. O clube também espera a mediação do presidente Lula para a assinatura do acordo.
Coluna de opinião de Juca Kfouri que explora a história do patrocínio privado nas cabines de votação no Brasil entre o fim dos anos 1980 e 1998, com destaque para a marca Antarctica. O autor traça um paralelo entre essa prática e o nascimento do marketing esportivo brasileiro, citando a publicidade nas camisas de clubes e a Democracia Corinthiana. O texto reflete sobre como as marcas podem se conectar às narrativas coletivas na era atual, marcada pela IA e pelas mudanças geopolíticas.
O colunista Mauro Cezar Pereira analisa a negociação entre a Caixa Econômica Federal e o Corinthians para quitar a dívida da arena do clube por meio de direitos comerciais, como naming rights e patrocínio máster. O autor argumenta que um banco público precisa justificar economicamente as concessões, avaliando o valor presente dos direitos comerciais antes de aceitar a quitação do financiamento. Com simulações financeiras, o texto questiona as vantagens da proposta para a estatal e critica a gestão financeira do Corinthians.
O consórcio responsável pela administração da Arena Fonte Nova acertou a venda do naming rights para a Acelen, empresa de energia dona da Refinaria de Mataripe, e o estádio passará a se chamar Arena Acelen Fonte Nova. A Acelen substitui a Casa de Apostas, cujas atividades foram suspensas pelo Governo Federal em setembro. O artigo também menciona o interesse do EC Bahia e do Grupo City em administrar a arena a partir de 2028, quando termina o atual contrato de PPP.
A Arena Fonte Nova confirmou a venda dos naming rights para a empresa de energia Acelen, passando a se chamar Arena Acelen Fonte Nova. O acordo substitui o contrato anterior com a Casa de Apostas, encerrado devido à proibição das bets em setembro. O E.C. Bahia já manifestou interesse em administrar o estádio ao fim do contrato atual da concessão.
O Corinthians está com acordo muito avançado com a Caixa Econômica Federal para um contrato de 15 anos de naming rights da arena, faltando apenas a assinatura. A negociação envolve a quitação da dívida de R$ 640 milhões do estádio e daria ao clube 100% da receita de bilheteria e camarotes. O comentarista PVC pondera que o clube não ganhou nada de presente, pois a Caixa busca transformar a dívida em propriedades de marketing.
Por Gabriel Oliveira, Vitor Chicarolli e Yago Rudá em 2026-10-18
O Corinthians negocia com a Hypera Pharma os valores de rescisão do contrato de naming rights da Neo Química Arena, com divergência entre R$ 47,85 milhões (valor da tabela contratual) e cerca de R$ 68 milhões (com correção pelo IGP-M). Em paralelo, o clube discute com a Caixa Econômica Federal um acordo que quitaria a dívida de R$ 630 milhões da Arena, com o banco assumindo o nome do estádio. A diretoria busca manter a relação comercial com a farmacêutica, oferecendo patrocínio de outras propriedades como o CT Joaquim Grava.
O artigo contrasta a goleada de 7 a 0 das Brabas do Corinthians sobre o Caracas, que garantiu classificação antecipada às quartas da Libertadores Feminina, com a crise do time masculino, que acumula oito derrotas seguidas no Brasileirão e luta contra o rebaixamento. Aborda ainda a volta de Gabriel Paulista, a transição no comando técnico entre Seedorf e Léo Porto, a suspensão de Memphis Depay e a divergência entre Corinthians e Hypera Pharma sobre a multa dos naming rights da Neo Química Arena.
O Corinthians acertou com a Caixa Econômica Federal a suspensão por um ano dos pagamentos da dívida de R$ 630 milhões pela Neo Química Arena, além da liberação da retenção de 55% da bilheteria e 50% das premiações. A negociação envolve a proposta de quitação da dívida por meio dos naming rights do estádio, atualmente detidos pela Hypera Pharma. O acordo dá fôlego financeiro ao clube, que enfrenta grave crise com salários atrasados e endividamento total de R$ 2,8 bilhões.
A Caixa Econômica Federal admitiu, pela primeira vez, que negocia com o Corinthians a quitação da dívida de R$ 630 milhões da Neo Química Arena, com assinatura de termo de confidencialidade após reunião em Brasília. A proposta do clube envolve naming rights do estádio, hoje pertencentes à Hypera Pharma, além de outros produtos comerciais ao banco público. A dívida da Arena é apontada pela diretoria como principal motivadora da grave crise financeira do clube.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações para quitar a dívida da Neo Química Arena, assinando um termo de confidencialidade após reunião em Brasília. O acordo envolve possíveis naming rights do estádio, transferência de operações financeiras e anexação do programa Fiel Torcedor. O acordo final ainda deve demorar alguns dias, apesar do otimismo das partes.
Por Luciano Borges e João Felippe França em 2026-10-16
Corinthians e Caixa Econômica Federal avançam em negociações para quitar a dívida de cerca de R$ 660 milhões da Neo Química Arena, com assinatura de termo de confidencialidade. O acordo, descrito como 'solução inovadora e definitiva', contou com participação do ministro Guilherme Boulos e discute alternativas como a Caixa assumir os naming rights do estádio. A expectativa é de conclusão das tratativas em duas ou três semanas.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações sobre a dívida de aproximadamente R$ 640 milhões da Neo Química Arena. Na reunião em Brasília, com presença do ministro Guilherme Boulos e da Gaviões da Fiel, as partes assinaram um termo de confidencialidade para dar continuidade às tratativas. Uma das possibilidades discutidas é o uso dos naming rights do estádio, avaliados em cerca de R$ 70 milhões por temporada, como garantia para o pagamento da dívida.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações sobre a dívida de aproximadamente R$ 630 milhões da Neo Química Arena. As partes assinaram um termo de confidencialidade em reunião que contou com o ministro Guilherme Boulos, o presidente Osmar Stabile e a torcida organizada Gaviões da Fiel. Entre as propostas estão a assunção dos naming rights pelo banco e a criação de títulos de capitalização vinculados ao programa Fiel Torcedor.
O Corinthians espera que a Caixa Econômica Federal emita nota oficial sobre o avanço das negociações dos naming rights da Neo Química Arena, com o presidente Osmar Stabile viajando a Brasília para assinar termo de confidencialidade. A operação prevê a quitação da dívida do estádio, estimada em R$ 640 milhões, e envolve outras frentes financeiras, como centralização de operações bancárias e produtos financeiros do clube. O clube também aguarda a suspensão temporária das cobranças e a liberação de R$ 13,5 milhões retidos pelo banco.