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Futebol Quais pendências futuro presidente do São Paulo vai herdar da atual gestão Valentin Furlan Do UOL, em São Paulo (SP) 30/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Lucas Moura, ídolo do São Paulo, tem futuro no clube atrelado às eleições Imagem: Jhony Pinho/AGIF Quem assumir a presidência do São Paulo após a eleição de dezembro vai herdar decisões importantes, seja dentro ou fora de campo. O futuro de Lucas Moura, Dorival Júnior e Rafinha, a definição dos naming rights do Morumbis e a pressão sobre o caixa estão entre as principais pendências que ficam para a próxima gestão. Futuro do futebol Uma das primeiras decisões da próxima gestão será definir a situação de Lucas Moura. O atacante tem contrato até dezembro, e, como o UOL revelou, o clube decidiu deixar a discussão sobre uma renovação para a administração que assumirá o clube . O camisa 7 voltou aos gramados em outubro, depois de ficar cerca de cinco meses afastado por uma ruptura no tendão de Aquiles , e tenta recuperar o ritmo de jogo na reta final da temporada. Nesta quarta-feira, na derrota para o Bahia, marcou seu primeiro gol no retorno. Balaio do Kotscho Fonteles vira nome forte para suceder Lula Milly Lacombe Só Fla e Palmeiras fora da convocação não faz sentido Casagrande Corinthians vive pior fase da sua história Mariana Sanches Governo Trump vive impasse sobre o Brasil A indefinição também envolve Dorival Júnior e Rafinha. O treinador tem contrato até 31 de dezembro e ainda não sabe se permanecerá no cargo em 2027. A continuidade de Rafinha na diretoria de futebol também dependerá da avaliação da próxima gestão. Classificação e jogos Brasileirão 2026 Dorival Júnior ainda não sabe se renovará contrato com o clube para 2027 Imagem: Pedro Vale/Sports Press Photo/Getty Images Como a reportagem também mostrou na última semana, Dorival tem interesse em seguir no São Paulo . Caso a renovação se concretize, a permanência do treinador pode acabar virando uma espécie de trunfo para Rafinha, diretor de futebol e ex-capitão tricolor, que mantém uma relação próxima com o técnico . Além dos nomes na liderança do departamento, jogadores como Rafael Toloi, Iago, Cauly e Artur também têm contratos que terminam no fim de 2026. Naming rights do Morumbi A definição dos naming rights do estádio também fica como pendência. O contrato até dezembro com a Mondelez, que resultou no 'Morumbis', não será renovado. Ao todo, rendeu R$ 75 milhões ao clube em três anos. Continua após a publicidade O clube chegou a procurar outras possíveis parcerias — a principal delas sendo a BYD, com uma possível renomeação ao estádio para 'MorumBYD' — mas sem sucesso. Posteriormente, o clube ainda chegou a sondar Santander, Banco Inter e XP . Interlocutores próximos aos candidatos já admitem ao UOL que ambos já trabalham em busca de novas parcerias e entendem o novo nome ao estádio como medidas prioritárias para os primeiros dias de um eventual governo. Estádio do Morumbi pode virar o ano sem um novo naming right Imagem: Marlon Costa/AGIF Caixa pressionado e dívidas O cenário financeiro pede atenção máxima. O São Paulo acumulou atrasos nos direitos de imagem de jogadores e chegou a atrasar salários registrados em carteira durante a gestão Massis. Parte dos valores de imagem foi paga com uma antecipação da Ticketmaster, mas o clube ainda precisa regularizar pendências e manter em dia os compromissos com o elenco. O clube também voltou a sofrer um transfer ban da Fifa por uma dívida de US$ 350 mil, cerca de R$ 1,8 milhão, com agentes envolvidos na contratação de Giuliano Galoppo. A punição impede o registro de novos jogadores até a regularização. A gestão atual priorizou os pagamentos ao elenco e trabalha com a possibilidade de quitar essa pendência em novembro. Continua após a publicidade O balanço financeiro de 2025 registrou uma dívida total de R$ 858,2 milhões, abaixo dos R$ 968,2 milhões do ano anterior. O UOL , no entanto, teve acesso a um balancete de julho que mostrou que a dívida já passou da casa do bilhão. Somado a isso, os atrasos recentes e a necessidade de buscar recursos para compromissos imediatos expõem um problema de caixa que a próxima diretoria terá de enfrentar , além de organizar o pagamento de obrigações já assumidas e contratos já renovados. Largada dada A disputa será entre Vinícius de Medeiros, nome escolhido pela situação, e Marcelo Portugal Gouvêa, candidato da oposição. A definição da situação por Medeiros ocorreu após Harry Massis Júnior perder apoio político e não conseguir viabilizar uma candidatura à reeleição. O atual presidente manifestava interesse em permanecer no cargo, mas enfrentou resistência de grupos que integravam sua própria base. Medeiros é integrante do Conselho de Administração do São Paulo e pertence ao grupo Legião Tricolor , uma das maiores forças políticas do clube. Já Gouvêa oficializou sua candidatura pela chapa São Paulo de Volta , apoiada por grupos de oposição. A escolha do novo Conselho Deliberativo está prevista para novembro, enquanto a eleição presidencial ocorrerá na primeira quinzena de dezembro. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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