O Corinthians terminou como vice-campeão da Copa Libertadores Feminina 2026, perdendo para o Cruzeiro nos pênaltis após empate de 4 a 4 na decisão em Quito. Mesmo sem o título, o clube faturou US$ 900 mil (cerca de R$ 4,8 milhões) somando premiação de vice, cota de participação e bonificação. Esta foi a quarta campanha vice-campeã do Corinthians em 2026, restando o Paulista como última chance de título na temporada.
O Corinthians feminino, referência de títulos no futebol brasileiro na última década, pode encerrar 2026 sem conquistas pela primeira vez desde 2016. O time foi derrotado pelo Cruzeiro na final da Libertadores Feminina, após abrir 3 a 0, ceder o empate em 4 a 4 e perder nos pênaltis. A equipe ainda tem uma última chance de título no ano, no Paulistão, contra o Bragantino.
O Corinthians foi derrotado pelo Cruzeiro nos pênaltis, após empate em 4 a 4, na final da Libertadores Feminina e perdeu a chance de se isolar como maior campeão da história do torneio somando as conquistas masculinas e femininas. Com o vice, o clube paulista permanece empatado com o Independiente em sete títulos, enquanto o Cruzeiro, estreante na decisão, conquistou seu primeiro título da competição feminina.
Corinthians e Santa Fe se enfrentam nesta quarta-feira (28), às 17h, em jogo válido pela semifinal da Libertadores Feminina, com transmissão em múltiplos canais. A partida acontece no Estádio Rodrigo Paz Delgado, no Equador. O texto destaca que o Corinthians é o maior campeão da competição, com seis títulos, enquanto o Cruzeiro disputa sua primeira edição.
A crônica retrata o dia de contrastes do Corinthians: as Brabas venceram o Independiente Santa Fe por 2 a 1 e garantiram a quarta final consecutiva da Libertadores Feminina, enquanto o time masculino amarga o 18º lugar no Brasileirão, sem vitórias há dez rodadas. Em paralelo, o clube enfrenta turbulências institucionais, com risco de perda do patrocínio máster, rito de destituição do presidente Osmar Stabile e negativas de racha no elenco.
Corinthians e Cruzeiro se classificaram para a final da Libertadores Feminina, marcada para 31 de outubro em Quito, no Equador. O Timão venceu de virada o Santa Fé por 2 a 1 e alcançou sua sétima final continental consecutiva, enquanto o Cruzeiro bateu o Olimpia por 1 a 0 e chega à decisão pela primeira vez em sua história. A presença da Raposa encerra um jejum de 14 anos sem times brasileiros de fora de São Paulo na final.
A colunista Milly Lacombe avalia que o Corinthians feminino está imune à crise que atinge o clube, após as Brabas se classificarem para a final da Libertadores ao vencer o Independiente Santa Fe por 2 a 1 na altitude. Ela destaca que as jogadoras honram a camisa mesmo com salários muito inferiores aos do elenco masculino. Segundo a colunista, a saída para a crise do futebol masculino do Corinthians passa por aprender com o que o time feminino faz.
O Corinthians quitou os salários e os direitos de imagem atrasados das jogadoras do elenco feminino, após cobrança das lideranças e da técnica Emily Lima ao presidente Osmar Stabile. Apesar disso, o clube ainda deve oito parcelas da premiação pelo título da Libertadores Feminina de 2025, além de valores referentes aos vices do Mundial de Clubes e da Supercopa do Brasil. A regularização ocorre durante a disputa da Libertadores Feminina, em que o time encara o Santa Fe pela semifinal.
O Corinthians viveu um dia de extremos: as Brabas golearam o Independiente Dragonas por 5 a 0 nas quartas da Libertadores Feminina e avançaram à semifinal, com dois gols de Gabi Zanotti, que ficou a um gol dos 100 pelo clube. No masculino, o time perdeu por 3 a 2 para o Vasco na estreia de Seedorf, ampliou para dez jogos a sequência sem vitória no Brasileirão e entrou no Z4. Fora de campo, Osmar Stabile negou ruptura com o elenco e abordou as dificuldades financeiras, enquanto o próximo compromisso será um confronto direto contra o Mirassol.
Gabi Zanotti marcou dois gols na goleada do Corinthians por 5 a 0 sobre o Independiente Dragonas, do Equador, nas quartas de final da Libertadores Feminina, chegando ao 99º gol pelo clube. O jornal espanhol Mundo Deportivo exaltou a jogadora de quase 42 anos, chamando-a de 'lenda' e destacando sua longevidade e talento. Zanotti terá a chance de alcançar os 100 gols na semifinal contra o Santa Fé, da Colômbia.
Na estreia de Clarence Seedorf, o Corinthians perdeu por 3 a 2 para o Vasco, em São Januário, caiu para o Z-4 do Brasileirão e esticou o jejum a 11 partidas. Fora de campo, o clube enfrenta crise no caixa, com R$ 8 milhões destinados a regularizar parcelas previdenciárias. Em contraste, as Brabas golearam por 5 a 0 na Libertadores Feminina e o sub-17 avançou à final do Campeonato Brasileiro da categoria.
Juca Kfouri comenta as trajetórias opostas de Palmeiras e Corinthians na Libertadores Feminina. As Palestrinas foram eliminadas nos pênaltis pelo Santa Fé, repetindo a decepção do Brasileirão, enquanto as Brabas golearam o Independiente del Valle por 5 a 0 e avançaram às semifinais, próximas do hepta continental. O colunista contrasta a frustração palmeirense com o futebol feminino e a alegria corintiana com a campanha de sua equipe.
O artigo é um resumo do dia no Corinthians, contrastando a goleada por 5 a 1 das Brabas sobre o Santa Fe na Libertadores Feminina com a grave crise no futebol masculino. A saída de Marcelo Paz da presidência, as dívidas do clube, as lesões de Memphis Depay e Gabriel Paulista e a proximidade da zona de rebaixamento compondo o quadro de turbulência. Ainda menciona o empate do Sub-17 com o Red Bull Bragantino e a possibilidade de clássico com o Palmeiras nas quartas.
O artigo contrasta a goleada de 7 a 0 das Brabas do Corinthians sobre o Caracas, que garantiu classificação antecipada às quartas da Libertadores Feminina, com a crise do time masculino, que acumula oito derrotas seguidas no Brasileirão e luta contra o rebaixamento. Aborda ainda a volta de Gabriel Paulista, a transição no comando técnico entre Seedorf e Léo Porto, a suspensão de Memphis Depay e a divergência entre Corinthians e Hypera Pharma sobre a multa dos naming rights da Neo Química Arena.
O Corinthians feminino estreia na Libertadores Feminina 2026 defendendo o tricampeonato consecutivo e pode se tornar, junto ao Independiente (ARG), o maior campeão da história da competição somando edições masculinas e femininas. A matéria contextualiza que o torneio continental é a única hegemonia restante do clube, após a perda da final do Brasileirão para o São Paulo, derrotas em duas finais de Supercopa e o empate em títulos estaduais com Palmeiras e Santos.
A diretoria do Corinthians acertou os salários de CLT e imagem do elenco feminino referentes a setembro, embora pendências de premiações da Libertadores, Brasileirão e outros torneios permaneçam em aberto. As Brabas, vice-campeãs do Brasileirão, iniciam a preparação para a Libertadores, com estreia marcada contra o Colo-Colo em 15 de outubro. O tema de atrasos salariais já havia sido abordado em reunião com o presidente Osmar Stebile em agosto.
A meia Gabi Zanotti assumiu a responsabilidade pelo pênalti perdido na final do Campeonato Brasileiro feminino e pediu desculpas à torcida do Corinthians após o vice-campeonato diante do São Paulo. Com o empate por 1 a 1 no Morumbis, o Corinthians perdeu a decisão por 3 a 2 no agregado, encerrando uma sequência de seis títulos consecutivos. A jogadora rechaçou a ideia de fim da hegemonia corintiana e destacou os próximos desafios da temporada, como a Libertadores e o Campeonato Paulista.
O noticiário do Corinthians destaca o retorno de Yuri Alberto aos treinos sem restrições, em meio à sequência de seis derrotas consecutivas no Brasileiro e à proximidade da zona de rebaixamento. Fora de campo, o clube avalia a oferta de R$ 120 milhões da Fatal Model para patrocínio máster e lida com a disputa judicial envolvendo a Fatal Fans. O ponto central do dia é a decisão do futebol feminino no Morumbis, onde as Brabas precisam virar a derrota por 2 a 1 contra o São Paulo.
Coluna de opinião sobre a final do Brasileirão feminino entre São Paulo e Corinthians, marcada para o sábado no Morumbi, com mais de 30 mil ingressos vendidos. A autora destaca o favoritismo tricolor após a virada por 2 a 1 em Itaquera, que encerrou a invencibilidade histórica das Brabas em casa. O texto defende que a festa, a presença de famílias e o crescimento do futebol feminino são o que realmente importa.
O Corinthians Feminino disputa sua décima final do Brasileirão e busca a virada contra o São Paulo após a derrota de 2 a 1 no jogo de ida. A matéria destaca as veteranas Gabi Zanotti e Lelê, presentes em nove finais, e o histórico de conquistas das Brabas, incluindo o fim da invencibilidade na Neo Química Arena. O jogo de volta está marcado para sábado, no Morumbis, com mais de 20 mil ingressos vendidos.