O Corinthians conquistou o vice-campeonato mundial de clubes feminino ao ser derrotado pelo Arsenal na final. Apesar da tristeza com a derrota por 3 a 2, jogadoras como Ana Vitória e Lelê destacaram os pontos positivos, como a dignidade demonstrada e a força da equipe. Vic Albuquerque ressaltou que a medalha de prata representa um avanço para o futebol feminino brasileiro.
Gabi Zanotti, jogadora do Corinthians, expressa o desejo de que o Mundial de Clubes feminino seja uma 'carta de amor' para a torcida corintiana. Aos 40 anos, ela destaca a importância do torneio para medir forças do futebol brasileiro contra potências europeias e sul-americanas, além de valorizar o projeto do clube e a crescente relevância do futebol feminino.
As Brabas, equipe feminina do Corinthians, disputaram a final do 1º Mundial de Clubes da Fifa contra o Arsenal em Londres, onde perderam na prorrogação por 3 a 2. Apesar da derrota, a equipe demonstrou grande garra e superou adversidades, sendo considerada heroica pela performance. O jogo, transmitido pela CazéTV, alcançou alta audiência, evidenciando o crescente interesse pelo futebol feminino.
Jogadoras do Corinthians celebram a conquista inédita de chegar à final do Mundial de Clubes da Fifa, mesmo sabendo que enfrentarão o Arsenal em Londres. Elas confiam no apoio da torcida brasileira e demonstram confiança em superar a força do time inglês.
O artigo aborda a final do primeiro mundial de clubes feminino da FIFA entre Corinthians e Arsenal. Destaca o desafio das 'Brabas' em serem consideradas azarões, mas com histórico de feitos inéditos, apesar das disparidades de investimento em relação ao futebol masculino. A matéria também menciona a crise institucional do Corinthians e a importância da partida para a história do futebol feminino.
O artigo narra a jornada do Corinthians em Londres para a final inédita do Mundial Feminino de Clubes da FIFA contra o Arsenal. A matéria também aborda os bastidores do clube, com negociações de patrocínio e a perspectiva de se tornar o único clube com títulos mundiais masculino e feminino. Além disso, há menções sobre o desenvolvimento de jovens jogadores e os próximos desafios do time masculino.
O elenco feminino do Corinthians realizou uma visita ao Emirates Stadium, em Londres, para reconhecimento do gramado onde disputará a final do Mundial de Clubes contra o Arsenal. As jogadoras expressaram a realização de um sonho ao jogar em um estádio renomado, prometendo um grande jogo.
O Corinthians divulgou sua escalação para a semifinal da Copa das Campeãs da Fifa contra o Gotham FC. A partida ocorrerá nesta quarta-feira em Londres, com a craque Gabi Zanotti liderando o time. O texto também apresenta a escalação do adversário e menciona os outros confrontos do torneio.
O Corinthians venceu o Gotham FC por 1 a 0, com gol de Gabi Zanotti, e garantiu sua vaga na final da primeira edição da Copa das Campeãs da Fifa. A partida decisiva ocorrerá no Emirates Stadium.
A goleira Nicole, do Corinthians, comentou sobre o reencontro com a ex-companheira Gabi Portilho, agora no Gotham FC, no Mundial de Clubes feminino. Nicole destacou que cada jogadora defende seu clube atual e minimizou o favoritismo, afirmando que todas as equipes têm qualidade para apresentar grandes atuações.
A atacante potiguar Kaline Duarte foi contratada pelo Fluminense e assinou contrato até o fim de 2027. A jogadora de 19 anos, natural de Nova Cruz (RN), chega para reforçar o time feminino após passagens pelo ABC e Sport, onde se destacou e foi convocada para a seleção brasileira sub-20.
O técnico da Seleção Brasileira feminina, Arthur Elias, descreveu a Copa do Mundo de 2027 no Brasil como um "prêmio" para o continente sul-americano após anos de "discriminação" contra o futebol feminino. Elias expressou otimismo sobre o desenvolvimento do esporte no país e a possibilidade de a seleção brasileira conquistar o torneio em casa, destacando a evolução da equipe e a importância de competições como a Liga das Nações da Conmebol.
O artigo critica veementemente a cerimônia de lançamento da Copa do Mundo Feminina no Brasil, destacando a predominância de homens em homenagens e discursos, o que contrasta com a natureza do evento. A autora aponta a misoginia e o machismo como problemas estruturais que a CBF e a FIFA precisam enfrentar.
O primeiro Centro de Treinamento (CT) exclusivo para futebol feminino no Brasil está em construção em Araraquara (SP), com início das obras pela Ferroviária. O investimento de R$ 34 milhões prevê um complexo completo para as atletas, visando potencializar a modalidade no país e sediar competições.
A jogadora Formiga, em entrevista ao UOL, expressou otimismo sobre a Copa do Mundo de 2027 no Brasil, vendo-a como uma oportunidade única para impulsionar o futebol feminino no país. Ela destacou a importância da sede para transformar a mentalidade das pessoas e ressaltou a necessidade de preparo mental das atletas devido à pressão.
O artigo analisa os acertos e erros da FIFA no lançamento da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil. A autora critica a cerimônia por sua cafona, exotização da cultura brasileira e esquecimento de pioneiras do futebol feminino, contrastando com acertos como a presença de ex-jogadoras renomadas e a condução de Bárbara Coelho. A matéria também alude a polêmicas envolvendo o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
A Fifa lançou oficialmente a marca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil. O evento contou com a presença de autoridades esportivas, como Gianni Infantino, presidente da Fifa, e ministros, além de ex-jogadoras icônicas da seleção brasileira. A competição ocorrerá em oito cidades brasileiras entre junho e julho de 2027.
A FIFA divulgou a marca oficial da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada pelo Brasil, a primeira na América do Sul. O evento em Copacabana revelou o emblema, que une a bandeira brasileira e a geometria de um campo, e uma identidade sonora inspirada em ritmos nacionais. Jogadoras e dirigentes destacaram o compromisso do país e a importância histórica do torneio.
O artigo destaca conquistas brasileiras em dois esportes distintos: a Copa do Mundo feminina sediada no Brasil, vista como um divisor de águas para o futebol feminino com foco em investimento e desenvolvimento, e o avanço de duplas brasileiras no Australian Open de tênis. Ambas as narrativas apontam para a busca contínua por identidade, investimento e conquistas no cenário esportivo nacional e internacional.
O Brasil sediará a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, um evento que promete transformar o esporte no país. Formiga, um ícone do futebol feminino, assume um cargo de liderança no Ministério do Esporte e traça planos para o desenvolvimento da modalidade, inspirada por suas próprias experiências e lutas.