A Fifa planeja dobrar a premiação da Copa do Mundo Feminina de 2027, elevando o valor total para pelo menos 220 milhões de dólares, segundo o jornal The Athletic. A proposta também prevê dobrar o pagamento mínimo por atleta, de 30 mil para 60 mil dólares, e ainda depende de aprovação do Conselho da Fifa em dezembro. O torneio será disputado no Brasil, primeira edição na América do Sul, com abertura e final no Maracanã.
A Fifa anunciou oficialmente que os Estados Unidos sediarão a primeira edição do Mundial de Clubes Feminino, marcada para janeiro de 2028. A escolha foi justificada pela experiência do país em organizar competições da entidade e pela qualidade de suas infraestruturas. A matéria também informa as datas da Copa Intercontinental de clubes em dezembro, com jogo preliminar envolvendo o Toluca e o campeão da Libertadores 2026, e final contra o PSG.
A Uefa enviou uma carta à Fifa com 42 perguntas sobre a administração da entidade, incluindo o projeto de criação da Fifa Forward Enterprise (empresa de capital privado), o caso Balogun, o show no intervalo da Copa do Mundo e o Prêmio da Paz concedido a Donald Trump. O documento, assinado pelo secretário-geral Theodore Theodoridis, dá prazo de duas semanas para resposta e aponta que as explicações de Gianni Infantino não foram satisfatórias. O conflito ameaça a reeleição de Infantino, que já desistiu da criação da empresa após reação contrária de confederações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, presidiu o primeiro conselho da entidade desde o escândalo envolvendo seu projeto secreto de abrir a Copa do Mundo a investidores privados. Dirigentes como Debbie Hewitt, da Federação Inglesa, e Bernd Neuendorf, da Federação Alemã, criticaram a falta de respostas às demandas do conselho, com Neuendorf afirmando que a confiança no presidente foi perdida. Já Ahmed Yahya, da Mauritânia, defendeu que o objetivo do projeto era o interesse do futebol, atribuindo a falha apenas ao método.
O artigo discute os possíveis candidatos que poderiam disputar a eleição presidencial da Fifa em 2027 contra Gianni Infantino, como Luís Figo, Arsene Wenger e Michele Kang. A reportagem detalha o contexto político do futebol mundial, incluindo a oposição de Uefa, Concacaf e confederação asiática à proposta de venda de direitos comerciais da Copa do Mundo, e o apoio africano a Infantino.
Arsène Wenger, ex-técnico do Arsenal, surge como possível candidato à presidência da Fifa para desafiar Gianni Infantino na próxima eleição. A movimentação ocorre após o fracassado plano de venda de participações comerciais da Copa do Mundo, que intensificou a pressão da Uefa e de outras entidades pela saída de Infantino. Dirigentes elogiam Wenger como candidato ideal, destacando sua integridade e conhecimento da entidade, mas o ex-treinador evitou comentar suas intenções.
A Fifa prepara uma proposta de fundo de US$ 6,35 bilhões (cerca de R$ 33 bilhões) para desenvolvimento do futebol entre 2027 e 2030, incluindo US$ 25 milhões (R$ 126 milhões) para cada federação nacional. O plano, impulsionado pelo sucesso financeiro da Copa do Mundo de 48 seleções, ainda depende de aprovação do Conselho e do Congresso da entidade. A notícia surge em meio a movimentações da Uefa contra a reeleição de Gianni Infantino e revelações sobre remuneração não divulgada recebida pelo presidente.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teria recebido um pagamento adicional de US$ 1,72 milhão (R$ 8,6 milhões) relacionado à Copa do Mundo de 2026, que não foi divulgado no relatório anual da entidade. A informação, revelada pela ESPN com base em documentos fiscais americanos, pode configurar violação do estatuto da Fifa, que exige transparência sobre remunerações. A Fifa negou irregularidades e afirmou que suas contas são auditadas de forma independente.
A Fifa vai propor um plano de US$ 6 bilhões (R$ 30,16 bilhões) para o desenvolvimento do futebol no quadriênio 2027-2030, com R$ 125,6 milhões destinados a cada federação filiada. Cerca de metade do valor virá das reservas da entidade, que superaram expectativas após a Copa do Mundo de 2026, que rendeu US$ 15 bilhões. O plano, que agrada opositores como Ceferin e Montagliani, será apresentado ao Conselho e formalizado no Congresso em março, quando ocorrerá a eleição presidencial da Fifa.
Ramon Vega, ex-zagueiro do Tottenham e da seleção suíça, anunciou sua candidatura à presidência da Fifa, desafiando Gianni Infantino na eleição de março. Vega é o primeiro candidato a declarar publicamente a intenção de disputar o cargo, em um cenário de crescente oposição ao atual presidente. Diversas federações nacionais, incluindo a suíça, já retiraram apoio à reeleição de Infantino.
O ex-jogador suíço Ramon Vega anunciou sua intenção de se candidatar à presidência da Fifa, desafiando Gianni Infantino, questionado pelo projeto fracassado de abertura da entidade a investidores privados. Vega, que já havia tentado candidatura em 2022, avalia que as federações estão mais abertas a mudanças. Infantino, no cargo desde 2016, segue como favorito para as eleições de 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos.
Ramon Vega, ex-zagueiro suíço que atuou por clubes como Tottenham e Celtic, declarou sua intenção de concorrer à presidência da Fifa nas eleições de março, tornando-se o primeiro rival público de Gianni Infantino. O ex-jogador criticou a governança atual da entidade e prometeu reformas para restaurar credibilidade e estabilidade. Infantino enfrenta oposição crescente, com federações europeias como Suíça, Inglaterra e França retirando o apoio à sua reeleição.
A Fifa acusou a Uefa de orquestrar uma campanha de desinformação ao pedir acesso a documentos do projeto frustrado de venda de participações da Copa do Mundo a investidores privados, em carta enviada à Justiça da Flórida. O episódio intensifica a crise entre a Fifa e confederações como Uefa, Concacaf e AFC, que cobram reforma da governança da entidade. Infantino, único candidato à reeleição em 2027, abriu espaço para conversas sobre redistribuição de recursos.
A Fifa anunciou uma mudança na empresa responsável pela produção do álbum de figurinhas da Copa do Mundo. A partir de 2031, a Fanatics, utilizando a marca Topps, assumirá os colecionáveis, encerrando uma parceria de mais de 60 anos com a Panini. O novo contrato visa inovações e novas formas de engajamento dos fãs.
A Fifa lançou oficialmente a marca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será sediada no Brasil. O evento contou com a presença de autoridades esportivas, como Gianni Infantino, presidente da Fifa, e ministros, além de ex-jogadoras icônicas da seleção brasileira. A competição ocorrerá em oito cidades brasileiras entre junho e julho de 2027.
Samir Xaud, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), foi empossado como o novo presidente da Comissão de Futebol Olímpico da FIFA. A cerimônia ocorreu em Doha, no Catar, e contou com a presença de Gianni Infantino, presidente da FIFA. A nomeação reforça a representatividade brasileira nas decisões do futebol internacional.