O São Paulo anunciou a contratação de uma consultoria especializada para investigar denúncias de irregularidades e quebra de integridade ligadas ao clube. A investigação visa apurar os fatos, aprimorar controles internos e as práticas de governança. As denúncias culminaram no impeachment e renúncia do ex-presidente Julio Casares.
A Liga Forte União anunciou sua mudança de nome para Futebol Forte União (FFU), marcando uma nova fase estratégica para a entidade. A iniciativa busca consolidar a união entre os clubes afiliados, ampliar a geração de valor coletivo e fortalecer a governança interna em um mercado cada vez mais competitivo.
O artigo de Juca Kfouri descreve a atual crise ética e moral que assola o São Paulo Futebol Clube, argumentando que o clube abandonou seus princípios de governança e transparência. São apresentados indícios de uso do clube para fins privados, endividamento recorde e falha do Conselho Consultivo em tomar medidas. A matéria analisa a degradação institucional desde um passado de excelência.
Novak Djokovic anunciou sua saída da Associação Profissional de Tenistas (PTPA) devido a divergências em relação à transparência e governança. A decisão ocorre em um momento de embate institucional da PTPA contra as principais organizações do tênis, buscando reformas na distribuição de prêmios e no calendário.
Rodrigo Mattos, em artigo no UOL News Esporte, critica o sistema de governança do São Paulo, classificando-o como falido e ultrapassado. Ele defende uma mudança profunda, com abertura para votação de todos os sócios, para garantir maior transparência e participação democrática.
Um conselheiro de oposição do Palmeiras, Luiz Fernando Marrey Moncau, pede uma agenda de modernização democrática para o clube, criticando a tendência de perpetuação no poder e propondo maior profissionalização, transparência, governança, democracia e responsabilidade.
A Copa do Mundo de 2026, organizada por EUA, México e Canadá, promete ser um marco em termos de inclusão e direitos humanos. No entanto, a FIFA enfrenta um grande desafio em conciliar seu discurso institucional com a prática, evidenciado por políticas migratórias restritivas e riscos de exploração trabalhista. A matéria questiona a capacidade da entidade em proteger ativamente os direitos humanos, indo além do mero respeito.