O presidente do São Paulo FC, Harry Massis, renunciou ao cartão corporativo e plano de saúde para fortalecer a governança e o compliance do clube. Ele busca implementar práticas de gestão mais rígidas, inspiradas em suas empresas, e aproximar a gestão executiva do departamento de futebol.
O artigo discute como o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) se tornou um modelo de gestão esportiva e exemplo global, obtendo certificações ISO para práticas anticorrupção e compliance. A matéria enfatiza a importância da estrutura institucional sólida, governança e profissionalização administrativa para o sucesso no alto rendimento e para a captação de recursos.
O escândalo envolvendo o Banco Master e seu provável envolvimento em crimes financeiros lança uma sombra sobre o esporte brasileiro, testando suas estruturas de governança. A crise revela um emaranhado de operações suspeitas que atingem clubes, arenas e até figuras conhecidas, levantando a urgência de um compliance esportivo mais rigoroso e eficaz.
O São Paulo Futebol Clube está implementando uma reestruturação no departamento de Compliance para endurecer regras internas e evitar novos problemas administrativos. As medidas surgem após o caso de comercialização irregular de ingressos de um camarote e a saída do presidente Julio Casares, que pediu renúncia em meio a um processo de impeachment. O clube busca padronizar procedimentos e reduzir riscos de desvios em diversas áreas.
O São Paulo promoveu um encontro para fortalecer seu programa de compliance, o Identidade Tricolor, com a presença do presidente Harry Massis e outros dirigentes. O objetivo é consolidar uma cultura ética e transparente, além de estruturar mecanismos de prevenção e resposta a desvios de conduta.
O novo presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, oficializou a saída de sua filha, Christina Massis, da diretoria adjunta do futebol feminino de base. A medida faz parte de um novo pacote de regras de compliance para evitar conflitos de interesse, proibindo parentes de ocuparem cargos na diretoria.
O Corinthians acertou a contratação de Bruno Spindel, ex-diretor de futebol do Flamengo, após uma rápida negociação que superou o interesse do Botafogo. O processo de contratação envolveu um rigoroso compliance, algo inédito na gestão corintiana, visando blindar a diretoria e garantir um profissional com experiência financeira.
O dia no Corinthians foi marcado por movimentações nos bastidores, com Bruno Spindel atuando na diretoria e o eco das demissões de Dorival Júnior no Flamengo. O clube agiu rápido para garantir a contratação de Spindel, que também envolveu um rigor de compliance e interesse do Botafogo. Financeiramente, o Corinthians se destaca entre os grandes ganhadores de direitos de transmissão do Brasileirão-25. Conversas sobre reforços como Gérson surgiram, assim como o planejamento para reduzir despesas em 2026 e a consolidação da permanência de Gustavo Henrique até 2027.
O Conselho de Orientação (Cori) do Corinthians solicitou o cancelamento da votação para a reforma estatutária do clube, marcada para 24 de novembro. O órgão alega a necessidade de mais tempo para analisar as propostas e questiona a legalidade de alguns procedimentos. A discussão sobre a transformação do clube em SAF (Sociedade Anônima de Futebol) também é um ponto de atenção.
Uma reforma estatutária no Corinthians envolvendo a proposta da SAFiel está gerando um conflito interno significativo. Conselheiros criticam a falta de tempo para debater o projeto, ameaçando levá-lo à justiça. Questões de compliance sobre um dos idealizadores da SAFiel também adicionam complexidade à situação.
O futuro da SAFiel, projeto de transformação do Corinthians em Sociedade Anônima do Futebol, está sob análise do presidente Osmar Stábile. Após alertas do compliance sobre um dos sócios e a empresa Invasão Fiel S.A., Stábile, que discorda do modelo financeiro, não prioriza a aprovação do projeto neste momento.
A SAFiel, projeto de sociedade anônima do futebol do Corinthians, emitiu nota oficial para rebater 'red flags' levantadas pelo compliance do clube. As principais preocupações giram em torno do baixo capital social da empresa Invasão Fiel S.A. e do envolvimento de um de seus idealizadores em processos judiciais arquivados e em relações com antigas gestões do clube. A SAFiel defende a transparência e a legalidade de seu projeto, buscando o diálogo para esclarecer as dúvidas.
O departamento de compliance do Corinthians identificou 'sinais de alerta' em uma proposta de transformação do clube em SAF (Sociedade Anônima do Futebol), conhecida como SAFiel. Recomendou-se à diretoria que não assine a proposta antes que dúvidas importantes sejam esclarecidas.
O setor de compliance do Corinthians levantou preocupações sobre a SAFiel, uma proposta de transformar o clube em Sociedade Anônima do Futebol. Questões sobre a fundação recente, capital social baixo e participação de um sócio com acesso a informações confidenciais foram apontadas. A SAFiel prevê a captação de até R$ 2,5 bilhões para reestruturação financeira e investimentos.