O técnico do Japão, Hajime Moriyasu, elogiou a tradição da torcida japonesa de limpar os estádios após os jogos da Copa do Mundo de 2026. Ele destacou que essa atitude reflete a cultura do país e enche a delegação de orgulho, demonstrando um senso de responsabilidade e colaboração.
A colunista Milly Lacombe critica a forma como a seleção brasileira de futebol tem sido apresentada para a Copa do Mundo, questionando a artificialidade das festividades e a priorização do lucro sobre a paixão. Ela argumenta que a seleção atual não representa a cultura brasileira e que o foco excessivo em negócios e resultados homogêneos afasta o público.
O episódio #107 do Aloha Podcast contou com a participação de Randy Rarick, uma lenda viva do surfe mundial. A entrevista aprofundou-se na história do surfe moderno, a criação do circuito mundial e a cultura do esporte. Rarick, ex-surfista e organizador do surfe moderno, fundou a IPS e cocriou a Tríplice Coroa do Surfe.
O artigo discute a insalubridade no futebol brasileiro, exemplificada pelas ameaças de morte ao jogador Dória, do São Paulo, e pelo protesto da Mancha Verde contra o técnico Abel Ferreira, do Palmeiras. O autor critica a cultura de ódio e a desproporcionalidade das reações em relação às falhas técnicas e resultados esportivos, apontando para um problema cultural e emocional no esporte.
O artigo de opinião de Juca Kfouri critica a cultura tóxica e a 'ética de vestiário' presente no futebol, utilizando o caso de Neymar e Robinho Júnior no Santos como exemplo. Kfouri defende que atitudes como a cobrança por silêncio após agressões revelam um ambiente problemático que precisa ser questionado.
O atacante Carlos Vinícius, do Grêmio, defendeu o técnico Luís Castro após a derrota para o Cruzeiro, criticando a cultura brasileira de culpar treinadores por resultados ruins. Ele enfatizou que a responsabilidade deve recair sobre os jogadores, que precisam analisar seu próprio desempenho e representar melhor o clube.
Um artigo de opinião discute a existência de grupos online onde homens trocam informações sobre como dopar e estuprar mulheres, evidenciando uma cultura de ódio e misoginia. A autora Milly Lacombe utiliza dados sobre um site pornográfico e a disseminação desses crimes para contextualizar o problema, enfatizando que a "Academia do Estupro" não é um caso isolado.
O reforço japonês do Paraná Clube, Nagi Kawatani, de 22 anos, está se adaptando ao futebol brasileiro e à cultura local. Fã de Neymar, ele já superou a aversão ao feijão e aprendeu algumas palavras em português com o técnico Tcheco. Kawatani promete comemorar seu primeiro gol com a famosa dança de Michel Teló.
O artigo analisa a cultura do futebol brasileiro, caracterizada por uma 'máquina de moer técnicos' e uma aversão ao risco, que se estende para além do esporte, refletindo uma crise institucional generalizada no país. A instabilidade nas decisões dos clubes, a influência de torcidas e imprensa, e a falta de planejamento estratégico afastam investidores internacionais, impactando o desenvolvimento do esporte.
O artigo analisa a nova abordagem do técnico Roger Machado no São Paulo, focando em uma cultura de maior diálogo e inclusão do elenco. A mudança interna busca engajar todos os jogadores no processo, com espaço para opiniões e participação nas atividades, visando um estilo de jogo mais 'agressivo' e resultados positivos.
O Fortaleza lançou um novo uniforme especial para a Copa do Nordeste de 2026, desenvolvido em parceria com a Volt Sport. A coleção apresenta dois modelos distintos: um para jogadores de linha, chamado "Copas da Orla", inspirado na costa nordestina, e outro para goleiros, "Flor do Sertão", com grafismos que remetem ao mandacaru. Os uniformes buscam celebrar a identidade cultural do clube e da região, com detalhes que aludem às cores e ao "Leão do Pici", e já estão disponíveis para venda.
O Fortaleza lançou uma nova coleção de camisas especiais para a disputa da Copa do Nordeste de 2026, com modelos "Copas da Orla" e "Flor do Sertão". As novas peças buscam reforçar a identidade cultural do clube, inspiradas no litoral e no sertão cearense, e já estão disponíveis para venda. O torneio tem previsão de início em 25 de março.
O campeão olímpico de esqui, Lucas Pinheiro Braathen, destaca a influência da moda, arte e cultura em sua trajetória esportiva. Ele busca unir a habilidade no esporte com seu gosto por dança e expressão artística, com o objetivo de tornar o esqui mais inclusivo e vibrante. Pinheiro também participou ativamente da criação do uniforme brasileiro para as Olimpíadas, demonstrando a importância que esses elementos têm em sua identidade.
O artigo discute o orgulho da brasilidade e a riqueza da cultura brasileira, contrastando com um histórico de vergonha e apropriação cultural. A autora argumenta que o cenário mundial e a ascensão de figuras como Bad Bunny e Lucas Pinheiro indicam uma mudança, onde ser brasileiro é algo a ser celebrado e reexistido.
O São Paulo promoveu um encontro para fortalecer seu programa de compliance, o Identidade Tricolor, com a presença do presidente Harry Massis e outros dirigentes. O objetivo é consolidar uma cultura ética e transparente, além de estruturar mecanismos de prevenção e resposta a desvios de conduta.
O artista porto-riquenho Bad Bunny se apresentou no show do intervalo do Super Bowl, gerando grande comoção em sua cidade natal, Vega Baja. Moradores se reuniram para assistir em telão, celebrando o orgulho de ver um conterrâneo alcançar projeção mundial e defender a cultura de Porto Rico.
O artigo analisa a apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, destacando como o show celebrou o cotidiano e a cultura porto-riquenha, transcendendo o evento esportivo. A performance é descrita como um manifesto contra a desumanização e uma injeção de política no esporte, eclipsando a partida principal em repercussão.
Haiti e Mongólia apresentaram uniformes 'fashion' para a cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026. A designer Stella Jean criou o traje haitiano, que teve uma imagem política vetada pelo COI. Já a Mongólia apostou em um design que une tradição e modernidade com inspiração no Império Mongol.
O artigo discute a necessidade de não culpar o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) pelas crises no futebol brasileiro, mas sim de acabar com uma cultura de improviso e má gestão. O autor argumenta que a SAF, por si só, não resolve problemas e que a falta de profissionalismo, governança e transparência são os verdadeiros vilões.
O artigo de Juca Kfouri critica a reação de pessoas que se irritaram com as vitórias do filme "O Agente Secreto" e de Wagner Moura no Globo de Ouro. O autor defende que discordar das ideias de um artista não justifica desprezar sua obra, comparando a atitude a negacionismos históricos e questionando a falta de senso crítico de quem confunde o reconhecimento cultural com resultados esportivos.