O artigo analisa a cultura do futebol brasileiro, caracterizada por uma 'máquina de moer técnicos' e uma aversão ao risco, que se estende para além do esporte, refletindo uma crise institucional generalizada no país. A instabilidade nas decisões dos clubes, a influência de torcidas e imprensa, e a falta de planejamento estratégico afastam investidores internacionais, impactando o desenvolvimento do esporte.
O artigo analisa a nova abordagem do técnico Roger Machado no São Paulo, focando em uma cultura de maior diálogo e inclusão do elenco. A mudança interna busca engajar todos os jogadores no processo, com espaço para opiniões e participação nas atividades, visando um estilo de jogo mais 'agressivo' e resultados positivos.
O Fortaleza lançou um novo uniforme especial para a Copa do Nordeste de 2026, desenvolvido em parceria com a Volt Sport. A coleção apresenta dois modelos distintos: um para jogadores de linha, chamado "Copas da Orla", inspirado na costa nordestina, e outro para goleiros, "Flor do Sertão", com grafismos que remetem ao mandacaru. Os uniformes buscam celebrar a identidade cultural do clube e da região, com detalhes que aludem às cores e ao "Leão do Pici", e já estão disponíveis para venda.
O Fortaleza lançou uma nova coleção de camisas especiais para a disputa da Copa do Nordeste de 2026, com modelos "Copas da Orla" e "Flor do Sertão". As novas peças buscam reforçar a identidade cultural do clube, inspiradas no litoral e no sertão cearense, e já estão disponíveis para venda. O torneio tem previsão de início em 25 de março.
O campeão olímpico de esqui, Lucas Pinheiro Braathen, destaca a influência da moda, arte e cultura em sua trajetória esportiva. Ele busca unir a habilidade no esporte com seu gosto por dança e expressão artística, com o objetivo de tornar o esqui mais inclusivo e vibrante. Pinheiro também participou ativamente da criação do uniforme brasileiro para as Olimpíadas, demonstrando a importância que esses elementos têm em sua identidade.
O artigo discute o orgulho da brasilidade e a riqueza da cultura brasileira, contrastando com um histórico de vergonha e apropriação cultural. A autora argumenta que o cenário mundial e a ascensão de figuras como Bad Bunny e Lucas Pinheiro indicam uma mudança, onde ser brasileiro é algo a ser celebrado e reexistido.
O São Paulo promoveu um encontro para fortalecer seu programa de compliance, o Identidade Tricolor, com a presença do presidente Harry Massis e outros dirigentes. O objetivo é consolidar uma cultura ética e transparente, além de estruturar mecanismos de prevenção e resposta a desvios de conduta.
O artista porto-riquenho Bad Bunny se apresentou no show do intervalo do Super Bowl, gerando grande comoção em sua cidade natal, Vega Baja. Moradores se reuniram para assistir em telão, celebrando o orgulho de ver um conterrâneo alcançar projeção mundial e defender a cultura de Porto Rico.
O artigo analisa a apresentação de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, destacando como o show celebrou o cotidiano e a cultura porto-riquenha, transcendendo o evento esportivo. A performance é descrita como um manifesto contra a desumanização e uma injeção de política no esporte, eclipsando a partida principal em repercussão.
Haiti e Mongólia apresentaram uniformes 'fashion' para a cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026. A designer Stella Jean criou o traje haitiano, que teve uma imagem política vetada pelo COI. Já a Mongólia apostou em um design que une tradição e modernidade com inspiração no Império Mongol.
O artigo discute a necessidade de não culpar o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) pelas crises no futebol brasileiro, mas sim de acabar com uma cultura de improviso e má gestão. O autor argumenta que a SAF, por si só, não resolve problemas e que a falta de profissionalismo, governança e transparência são os verdadeiros vilões.
O artigo de Juca Kfouri critica a reação de pessoas que se irritaram com as vitórias do filme "O Agente Secreto" e de Wagner Moura no Globo de Ouro. O autor defende que discordar das ideias de um artista não justifica desprezar sua obra, comparando a atitude a negacionismos históricos e questionando a falta de senso crítico de quem confunde o reconhecimento cultural com resultados esportivos.
O artigo discute a nova cultura de recepção de jogadores de futebol por torcidas organizadas, que inclui ameaças e "enquadros" ao invés de apoio. A autora critica a cobrança excessiva por títulos e a alienação da torcida em relação aos atletas, argumentando que um ambiente seguro é essencial para o desempenho.
O artigo narra a trajetória de Jackson Sant'Anna, um goleiro de futsal criciumense de 22 anos que hoje vive no Cazaquistão defendendo o Ayat Futsal. A matéria destaca sua jornada desde as aulas em um projeto social até a experiência internacional, abordando os desafios culturais e as diferenças nas regras e calendário do esporte no país asiático. A reportagem também explora um período em que Jackson dedicou-se a um seminário, buscando sua vocação antes de retornar ao futsal com determinação.
O diretor de futebol do Flamengo, José Boto, concedeu uma entrevista ao UOL onde discorreu sobre os planos do clube para 2026. Boto destacou que o mercado sul-americano é considerado pequeno para a realidade do Flamengo, indicando uma preferência por jogadores com experiência europeia e prontos para lidar com a pressão. Ele também comentou sobre a importância do 'treino invisível' e a necessidade de adaptação cultural para jogadores que chegam ao clube.
O artigo discute a cultura da pedofilia, analisando como a obra "Lolita" de Vladimir Nabokov contribui para a naturalização do crime. A autora relaciona este fato com as recentes revelações dos arquivos de Jeffrey Epstein, que expõem a proximidade de figuras públicas influentes com o pedófilo e sua rede.
O artigo de Juca Kfouri discute o livro "Crônicas do gramado invisível" de Ricardo Roca, traçando paralelos inusitados entre figuras do esporte e da cultura. Kfouri elogia a erudição e a sensibilidade do autor, comparando sua habilidade de escrita à genialidade de craques como Marta, Maradona e Garrincha.
A jornalista Fabíola Andrade discute a crescente onda de assédio e violência contra mulheres no jornalismo esportivo, com destaque para incidentes recentes envolvendo repórteres. Ela apela aos homens para que se posicionem ativamente na mudança cultural contra o machismo e a misoginia.
Santos, Wanted e Charlie Brown Jr. se uniram para lançar uma coleção inspirada na cultura da Baixada Santista, combinando futebol, skate e música. A parceria busca representar a identidade santista, o rock nacional e o cotidiano da região. A coleção já está disponível nos canais oficiais das marcas.
A matéria apresenta Curaçao, seleção caribenha que fará sua estreia em Copas do Mundo na edição de 2026. O texto detalha a ascensão do país no futebol, com campanha invicta nas Eliminatórias da Concacaf, e também explora a geografia, cultura e turismo da ilha.