O artigo discute a possibilidade iminente do uso de uma bomba atômica contra o Irã, alertando para os perigos reais dessa ameaça segundo o coronel aposentado Lawrence Wilkerson. A matéria aponta a resistência iraniana como fator estratégico e critica a falta de preparo dos Estados Unidos para conflitos modernos, lembrando o histórico de uso de armas nucleares pelos EUA.
Preocupações com a segurança da Copa do Mundo nos EUA aumentam devido a atrasos no financiamento e alertas de inteligência sobre possíveis ataques extremistas. A Fifa e autoridades americanas estão em alerta elevado, especialmente após a guerra com o Irã, enquanto os preparativos avançam sob pressão.
O presidente da Federação Iraniana de Futebol busca transferir os jogos do Irã na Copa do Mundo de 2026 dos EUA para o México, citando preocupações de segurança. A Fifa indicou que pretende manter o calendário original, apesar das declarações de Donald Trump sobre a segurança da seleção iraniana.
O artigo discute como o Irã está utilizando os arquivos relacionados a Jeffrey Epstein como uma arma de guerra na guerra de narrativas contra os Estados Unidos. A publicação destaca que o Irã usa essas informações para desacreditar o governo americano, especialmente em relação a Donald Trump, e para unir a população interna, apelando contra um possível envolvimento com uma 'gangue de pedófilos'.
A matéria discute a contradição da FIFA ao conceder um "Prêmio da Paz" a Donald Trump, que posteriormente fez declarações sobre o Irã que colocaram em xeque a segurança da seleção iraniana na Copa do Mundo. O texto aborda a dificuldade do futebol em conciliar compromissos com direitos humanos e neutralidade esportiva, exigindo coerência e transparência em suas decisões.
Donald Trump declarou que a seleção do Irã é bem-vinda na Copa do Mundo de 2026, mas questionou a pertinência de sua participação "pela própria vida e segurança". A declaração surge em meio a incertezas sobre a presença do Irã no torneio, com o ministro do Esporte iraniano indicando que o país não pretende disputar o Mundial devido ao cenário de guerra.
A seleção do Irã se pronunciou sobre boatos de não participação na Copa do Mundo de 2026, afirmando que ninguém pode excluí-los do torneio. A equipe rebateu declarações do presidente americano Donald Trump, que sugeriu que o Irã não deveria ir ao Mundial por questões de segurança. O Irã está classificado para o grupo G da competição, mas o cenário de guerra com EUA e Israel levanta incertezas sobre sua participação.
A seleção de futebol do Irã rebateu as declarações de Donald Trump sobre sua participação na Copa do Mundo, afirmando que ninguém pode excluí-los da competição. O time destacou ter sido um dos primeiros a se classificar e criticou a fala de Trump sobre a segurança, insinuando que o país anfitrião deveria garantir a segurança das equipes.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que Donald Trump garantiu a entrada da seleção do Irã nos Estados Unidos para a Copa do Mundo de 2026. Infantino se reuniu com Trump para discutir os preparativos do Mundial, e o ex-presidente dos EUA reiterou que o Irã é bem-vindo para competir. A participação iraniana havia sido questionada devido ao conflito no país.
A colunista Milly Lacombe argumenta veementemente pela exclusão dos Estados Unidos da Copa, citando ações bélicas e a liderança de Donald Trump. Ela critica a hipocrisia em relação ao Irã e Arabia Saudita, e clama por um fim à guerra antes de discutir a luta feminista.
O artigo critica a realização da Copa do Mundo nos Estados Unidos, associando-a à falta de vergonha de Donald Trump e Gianni Infantino. O autor sugere que o mundo deveria boicotar o evento, alertando para a possibilidade de atentados terroristas.
A FIFA é criticada por sua postura em relação à participação do Irã na Copa do Mundo, especialmente após o país ser atacado e estar em guerra. A entidade é acusada de ingenuidade e arrogância por acreditar que a participação do torneio seria garantida pelo então presidente dos EUA, Donald Trump, o que é visto como uma tentativa de minimizar a gravidade da situação.
Cinco jogadoras iranianas de futebol feminino receberam asilo na Austrália após pedirem proteção, temendo perseguição em seu país. O anúncio ocorreu após o presidente dos EUA, Donald Trump, conversar com o primeiro-ministro australiano sobre o caso. As demais jogadoras também tiveram a chance de permanecer no país.
O artigo discute a guerra entre Estados Unidos e Irã, argumentando que o pretexto de mudança de regime é uma mentira e que o real objetivo é domínio regional. O ato inaugural da guerra é descrito como o bombardeio de uma escola primária para meninas, atribuído aos EUA pela inteligência artificial. O texto critica a ação, destacando o impacto devastador sobre as famílias e a população iraniana, além de questionar a liderança de Donald Trump em qualquer transição política.
O artigo discute a ausência de Lionel Messi em uma cerimônia na Casa Branca para receber a Medalha Presidencial da Liberdade, oferecida por Joe Biden, e sua posterior aparição ao lado de Donald Trump. A matéria explora as possíveis motivações políticas por trás dessas decisões, sugerindo que Messi evitou um democrata para se associar a um republicano.
O artigo "Adeus, Messi" de Milly Lacombe critica duramente a postura de Lionel Messi ao confraternizar com Donald Trump, um ex-presidente dos EUA com um histórico controverso. A autora argumenta que essa atitude desvaloriza o peso histórico do jogador e o compara negativamente com Maradona, rebaixando-o de ídolo a uma figura "minúscula".
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, homenageou o Inter Miami na Casa Branca e, ao comentar sobre o desempenho do time, citou o Palmeiras. Trump destacou o empate do Inter Miami contra o Palmeiras na Copa do Mundo de Clubes de 2025, referindo-se ao clube brasileiro como o 'melhor clube brasileiro'. O evento também contou com a presença de Lionel Messi e celebrações sobre a conquista da MLS Cup pelo Inter Miami.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, elogiou o Palmeiras durante um evento com o Inter Miami na Casa Branca. Ele citou o empate de 2 a 2 entre as equipes na Copa do Mundo de Clubes, destacando a performance de Luis Suárez.
A campeã olímpica de patinação artística, Amber Glenn, afirmou que não irá à Casa Branca celebrar seu ouro em Milão-Cortina. A atleta, que se declara bissexual, expressou sua oposição às políticas de Donald Trump em relação a mulheres e diversidade sexual.
Lionel Messi esteve em um evento com Donald Trump na Casa Branca, mas, em janeiro de 2025, não compareceu à cerimônia em que receberia a Medalha Presidencial da Liberdade de Joe Biden. A assessoria do jogador citou conflito de agenda para a ausência, enquanto o Inter Miami fez uma parada na Casa Branca antes de um jogo na capital americana.