O artigo discute a crescente improbabilidade da participação do Irã na Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, devido à escalada das tensões geopolíticas entre os dois países. As prováveis retaliações e o contexto de uma iminente guerra tornam a viagem e a participação iraniana no evento esportivo uma tarefa quase impossível.
O artigo discute como o esporte no Irã transcende a mera competição, tornando-se um palco para a disputa por direitos fundamentais, especialmente para as mulheres. A pressão internacional e a visibilidade midiática, incluindo prêmios como o Nobel, são apontadas como ferramentas cruciais para expor violações e combater o silenciamento imposto por regimes autoritários.
A Federação Iraniana de Futebol rejeitou a ideia de dedicar um jogo da Copa do Mundo de 2026 contra o Egito à comunidade LGBTQIA+. O presidente da federação classificou a decisão como 'irracional', e o Egito expressou objeções semelhantes, com ambos os países contestando a medida junto à FIFA.
O Irã confirmou sua participação no sorteio da Copa do Mundo de 2026, após ameaçar um boicote devido a problemas com a concessão de vistos pelos Estados Unidos. Apesar das restrições políticas, uma delegação iraniana, incluindo o técnico, estará presente na cerimônia em Washington.
O Irã anunciou que boicotará a cerimônia de sorteio da Copa do Mundo de Futebol de 2026, sediada nos Estados Unidos, Canadá e México. A decisão foi tomada após os Estados Unidos se recusarem a conceder vistos a vários dirigentes iranianos, incluindo o presidente da federação de futebol.
O Irã anunciou que boicotará o sorteio da Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá em 5 de dezembro, devido à negativa de vistos de entrada para membros da delegação por parte dos Estados Unidos. A federação iraniana informou à FIFA que as decisões políticas impactam a participação de seus representantes no evento. A tensão entre os países agrava a situação, com precedentes de recusa de vistos a atletas e diplomatas iranianos.
A seleção brasileira de futsal feminino estreou com vitória na primeira edição da Copa do Mundo organizada pela Fifa, goleando o Irã por 4 a 1. Os gols do Brasil foram marcados por Ana Luiza, Débora Vanin e Emilly (duas vezes). O time brasileiro lidera seu grupo com a Itália, que goleou o Panamá por 17 a 0.
A Seleção Brasileira de futsal feminina iniciou seus treinos em Bangkok, Tailândia, focada na disputa da primeira Copa do Mundo da FIFA. O torneio ocorrerá nas Filipinas entre 21 de novembro e 7 de dezembro de 2025, com estreia do Brasil contra o Irã.