O artigo discute a possibilidade iminente do uso de uma bomba atômica contra o Irã, alertando para os perigos reais dessa ameaça segundo o coronel aposentado Lawrence Wilkerson. A matéria aponta a resistência iraniana como fator estratégico e critica a falta de preparo dos Estados Unidos para conflitos modernos, lembrando o histórico de uso de armas nucleares pelos EUA.
Platon Shurmel, um jovem ucraniano de 15 anos e 2,15m, se destaca no basquete espanhol após fugir da guerra em seu país. Ele recebeu visto humanitário e foi convocado para a seleção sub-15 da Espanha. Shurmel atua como pivô na Laso Academy e sonha em jogar profissionalmente em grandes ligas como a NBA ou Euroliga.
O artigo discute como o Irã está utilizando os arquivos relacionados a Jeffrey Epstein como uma arma de guerra na guerra de narrativas contra os Estados Unidos. A publicação destaca que o Irã usa essas informações para desacreditar o governo americano, especialmente em relação a Donald Trump, e para unir a população interna, apelando contra um possível envolvimento com uma 'gangue de pedófilos'.
Sete jogadoras da seleção de futebol feminino do Irã solicitaram asilo na Austrália, enquanto o restante da equipe retornou ao país. A matéria analisa a complexidade dessa decisão em um contexto de guerra e repressão, explorando os dilemas entre honrar as raízes e lutar contra o imperialismo versus buscar uma rota de fuga.
O meia-atacante Claudinho, do Al Sadd do Qatar, deixou o país alegando questões pessoais. Sua saída ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, após ataques entre EUA, Israel e Irã. O clube catari confirmou a saída e busca o retorno do jogador.
O zagueiro Lucas Veríssimo retornou ao Brasil após dias de tensão no Catar devido à guerra. Ele celebrou seu acerto com o Santos, clube pelo qual assinará contrato por três temporadas e que adquiriu seus direitos por R$ 24,4 milhões.
O Santos está em negociações para a contratação definitiva do zagueiro Lucas Veríssimo, que enfrenta dificuldades para retornar ao Brasil devido à guerra no Oriente Médio. O clube espera que o defensor de 30 anos chegue ainda nesta semana para se apresentar ao CT Rei Pelé. Veríssimo retorna ao clube que o revelou após passagens pelo futebol do Catar e do Benfica.
A seleção iraniana de futebol, classificada para a Copa do Mundo de 2026, enfrenta um dilema devido à guerra com os Estados Unidos, um dos países-sede. A preparação para o torneio foi severamente impactada, com amistosos cancelados e a paralisação do campeonato nacional, deixando os jogadores sem ritmo e com déficit físico e psicológico. A participação no Mundial agora é incerta, com dirigentes iranianos e até mesmo o presidente dos EUA expressando dúvidas.
A colunista Milly Lacombe argumenta veementemente pela exclusão dos Estados Unidos da Copa, citando ações bélicas e a liderança de Donald Trump. Ela critica a hipocrisia em relação ao Irã e Arabia Saudita, e clama por um fim à guerra antes de discutir a luta feminista.
A FIFA é criticada por sua postura em relação à participação do Irã na Copa do Mundo, especialmente após o país ser atacado e estar em guerra. A entidade é acusada de ingenuidade e arrogância por acreditar que a participação do torneio seria garantida pelo então presidente dos EUA, Donald Trump, o que é visto como uma tentativa de minimizar a gravidade da situação.
O técnico da seleção iraquiana de futebol, Graham Arnold, solicitou à Fifa o adiamento da partida de repescagem para a Copa do Mundo de 2026, citando dificuldades logísticas devido à guerra e ao fechamento do espaço aéreo. Ele propõe um novo formato para garantir a participação da equipe.
O artigo discute a inconsistência nas punições aplicadas pelo esporte a países envolvidos em conflitos armados, comparando a exclusão da Rússia por invadir a Ucrânia com a ausência de sanções similares contra os EUA ou Israel em outros contextos. A análise aponta para a falta de critérios claros e a seletividade na aplicação de sanções esportivas, fragilizando a legitimidade das entidades como FIFA e COI. O texto sugere a necessidade de vincular essas decisões a parâmetros mais objetivos do direito internacional para garantir coerência e defensabilidade jurídica.
O artigo discute a relação entre o feminismo e os conflitos bélicos globais, argumentando que o movimento se opõe a guerras, especialmente as coloniais. Além disso, aborda o caso Daniel Vorcaro e o banco Master, destacando a misoginia e o machismo presentes nas investigações e na minimização da importância das festas do empresário, clamando por investigações mais profundas sobre as mulheres envolvidas.
O artigo discute a guerra entre Estados Unidos e Irã, argumentando que o pretexto de mudança de regime é uma mentira e que o real objetivo é domínio regional. O ato inaugural da guerra é descrito como o bombardeio de uma escola primária para meninas, atribuído aos EUA pela inteligência artificial. O texto critica a ação, destacando o impacto devastador sobre as famílias e a população iraniana, além de questionar a liderança de Donald Trump em qualquer transição política.
O zagueiro Lucas Veríssimo, recém-contratado pelo Santos, está impedido de viajar ao Brasil devido à guerra no Oriente Médio, que fechou o espaço aéreo no Catar. O jogador e sua família aguardam uma brecha no conflito para conseguir deixar o país. O Santos monitora a situação, mas evita definir um prazo para a apresentação do reforço.
A colunista Milly Lacombe argumenta que não existe feminismo honesto que apoie guerras coloniais, especialmente a guerra estadunidense-israelense contra o Irã. Ela afirma que tais conflitos nunca libertam mulheres e, ao contrário, as tornam as primeiras e mais afetadas vítimas, piorando sua situação e direitos.
A guerra no Oriente Médio pode forçar jogadores brasileiros a deixar a região, abrindo oportunidades para clubes brasileiros repatriá-los. A reportagem lista sete jogadores atuando em países árabes que poderiam ser alvos, considerando seus desempenhos e situações contratuais.
A seleção feminina da Espanha adiou sua viagem para a Turquia devido a preocupações com a guerra no Oriente Médio. Um míssil iraniano interceptado no espaço aéreo turco gerou apreensão, levando a Real Federação Espanhola de Futebol a tomar a decisão por precaução. A Uefa será consultada sobre a realização do jogo contra a Ucrânia.
A seleção feminina da Espanha, atual campeã mundial, adiou sua viagem para a Turquia devido à guerra no Oriente Médio e ao bloqueio do espaço aéreo turco por mísseis iranianos. A decisão coloca em risco a partida contra a Ucrânia, válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2027, que seria disputada em Antalya.
Amanda Farias, esposa do zagueiro Lucas Veríssimo, relatou nas redes sociais as dificuldades enfrentadas por sua família para deixar o Qatar. O espaço aéreo está fechado devido à guerra no Oriente Médio, impedindo a saída de voos. A família, incluindo filhos, cachorros e uma funcionária, optou por não arriscar uma travessia terrestre perigosa.