Um torcedor desconectou o monitor do VAR durante uma partida da Segunda Divisão da Inglaterra para impedir a revisão de um pênalti. O árbitro foi forçado a confiar na decisão da cabine, e o clube prejudicado lamentou o ato, prometendo identificar os responsáveis.
George Russell, piloto da Mercedes, foi considerado culpado pela FIA por um incidente com Arvid Lindblad durante o segundo treino livre do GP da Austrália de F1. O incidente ocorreu na saída dos boxes, onde Russell acelerou lentamente e foi tocado pelo novato, resultando em uma reprimenda para Russell.
O patinador italiano Pietro Sighel protagonizou uma cena inusitada nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 ao cruzar a linha de chegada de costas após um incidente. Apesar da posição, ele avançou às quartas de final dos 500m da patinação de velocidade em pista curta.
Aryna Sabalenka foi penalizada por gritar durante um ponto na semifinal do Australian Open contra Elina Svitolina. A árbitra considerou o grito excessivo e não natural, aplicando uma punição. Apesar da polêmica, Sabalenka venceu a partida, mas as jogadoras não se cumprimentaram ao final, devido à invasão russa na Ucrânia.
O Chelsea foi multado em R$ 1 milhão pela Federação Inglesa de Futebol (FA) após uma garrafa de água ser arremessada em direção à área técnica do Aston Villa. O incidente ocorreu em dezembro de 2025, durante uma partida do Campeonato Inglês em Stamford Bridge. O clube admitiu a falha e a infração à regra de bom comportamento, mas o autor do arremesso não foi identificado.
Pierre Gasly criticou Gabriel Bortoleto por uma batida na largada do GP de Las Vegas de Fórmula 1, argumentando que o incidente não deveria ocorrer em alto nível. Bortoleto, por sua vez, foca em uma reação positiva no GP do Catar, apesar de ter abandonado as duas últimas corridas.