O artigo discute a ameaça global representada por conflitos bélicos, argumentando que a preocupação não deveria se limitar a eventos como a Copa do Mundo, mas sim à própria humanidade. O autor utiliza exemplos históricos e relatos pessoais para ilustrar como as guerras, muitas vezes distantes da vida cotidiana de alguns, tornam-se concretas e assustadoras quando ocorrem em regiões vizinhas, como a Venezuela.