O São Paulo empatou em 0 a 0 com o Corinthians na 34ª rodada do Brasileirão 2026, na Vila Belmiro, desperdiçando diversas chances de gol e a oportunidade de afundar o rival na zona de rebaixamento. A análise critica a falta de pontaria do time tricolor e a estratégia de Dorival Júnior, que não soube aproveitar a expulsão de Yuri Alberto e a superioridade numérica. Com o resultado, o São Paulo caminha para um fim de temporada sem vagas internacionais e praticamente sem perspectivas de conquistas.
A colunista Joanna de Assis discute um potencial conflito de interesses na reta final do Campeonato Brasileiro, decorrente dos contratos de transmissão da FFU e da Libra com a Globo, que remuneram os blocos comerciais conforme o número de clubes na Série A. Usando o exemplo hipotético do jogo Cruzeiro x Internacional, o texto ilustra como um time sem objetivos esportivos poderia ter interesse econômico na permanência do adversário na elite. A autora defende que uma futura liga única precise vir acompanhada de regras claras de governança, transparência e fiscalização.
O colunista Julio Gomes analisa a transição do futebol brasileiro para um VAR menos intervencionista após a troca no comando da arbitragem pós-Copa do Mundo. Ele defende que a tecnologia seja usada apenas em lances claros e objetivos, criticando o padrão do 'erro zero' e a cultura nacional de reclamação contra arbitragem. O autor questiona se a sociedade brasileira está preparada para conviver com menos intervenções e prevê que o VAR voltará a se intrometer por questões culturais.
O colunista Mauro Cezar Pereira analisa a campanha do Flamengo na reta final do Campeonato Brasileiro, rejeitando a narrativa de que as quatro vitórias recentes se deveram apenas aos desfalques dos adversários. O autor sustenta que os rivais escalaram times mistos com jogadores experientes e que o próprio Flamengo também alterou sua formação, mas venceu pela amplitude de seu elenco. Ao final, admite que o Flamengo 'presenteou' o Palmeiras ao se eliminar precocemente da Copa do Brasil e da Libertadores, facilitando o caminho do rival pelos títulos continentais.
A colunista Alicia Klein critica o empate sem gols entre São Paulo e Corinthians na Vila Belmiro, classificando-o como um dos piores clássicos paulistas dos últimos tempos. O texto aponta o declínio generalizado do futebol paulista — com exceção do Palmeiras —, destacando a crise esportiva e financeira de Corinthians, São Paulo e Santos no Brasileirão 2026. Klein cobra responsabilização dos clubes e rejeita a explicação de que os problemas decorrem do fim das bets.
A colunista Alicia Klein critica a atuação de dirigentes de clubes como Fluminense, Flamengo, Cruzeiro, Botafogo e Vitória em audiência pública no STF sobre a Medida Provisória que proibiu as bets. Segundo a autora, os dirigentes defenderam a indústria de apostas de forma vergonhosa, um 'rebaixamento' institucional comparável ou pior que o esportivo. O texto ironiza os argumentos financeiros dos clubes, contrastando as perdas alegadas com seus faturamentos e com o prejuízo das bets às famílias brasileiras.
O colunista Danilo Lavieri analisa a sequência de vitórias do Flamengo no Campeonato Brasileiro, destacando que o time enfrentou quatro rivais com equipes reservas nos últimos cinco jogos. O autor afasta suspeitas de armação da CBF, atribuindo a situação a coincidência na tabela, mas reconhece que o Flamengo cumpriu seu papel ao vencer os adversários. O texto ainda questiona a estratégia de Grêmio e Vasco, que priorizaram a Copa do Brasil mesmo sob risco de rebaixamento.
A colunista Milly Lacombe critica as declarações do presidente do Fluminense, Matheus Montenegro, em audiência pública no STF sobre a regulação das casas de apostas. O texto questiona o que as bets realmente trouxeram aos clubes brasileiros e denuncia a dependência financeira de dirigentes que aceitaram essa receita sem ressalvas. Autodeclarada torcedora tricolor, a autora afirma que o discurso de Montenegro desrespeita a história do Fluminense e dá as costas à sua torcida.
O colunista Milton Neves apresenta seus palpites para os jogos do Brasileirão, prevendo vitória magra do Flamengo sobre o Grêmio para manter a liderança. Entre as projeções, destaca o clássico São Paulo x Corinthians, no qual o Tricolor não rebaixaria o rival, mas o deixaria 'respirando por aparelhos'. Outras previsões incluem empates de Vasco, Botafogo e Vitória, todos em situação difícil na luta contra o Z-4.
O colunista Milton Neves analisa o empate em 0 a 0 entre São Paulo e Corinthians, no Majestoso, em partida decisiva na luta contra o rebaixamento. Ele critica o Tricolor por desperdiçar inúmeras chances, sobretudo após a entrada de Memphis Depay e o cartão vermelho de Yuri Alberto, e afirma que o Corinthians escapou por muito pouco de uma derrota devastadora. O texto encerra apontando o confronto direto do Timão contra o Botafogo, sem Garro e sem Yuri Alberto.
Coluna de opinião analisa a audiência pública realizada no STF sobre o veto às casas de apostas (bets) e critica a postura do futebol brasileiro no debate. O autor sustenta que clubes, CBF e federações recorrem a ameaças e discurso catastrofista, enquanto o setor ignora sua responsabilidade na falta de apostas conscientes e na dependência financeira criada, já que as bets respondem por 7,2% das receitas do futebol. Para ele, o argumento de 'fim do futebol' pode estar se esgotando diante de uma opinião pública contrária e engajada.
O Flamengo venceu o Grêmio e precisa de apenas três vitórias para garantir o bicampeonato do Campeonato Brasileiro, o décimo de sua história. O colunista destaca que o rubro-negro alcançará a segunda maior pontuação de sua história nos pontos corridos, mesmo podendo perder para o Palmeiras. A vitória foi facilitada, segundo o autor, pelas escolhas de Renato, técnico do Grêmio, que poupou titulares e abriu mão de jogadores suspensos.
O colunista PVC analisa a rodada do Brasileirão com destaque para Flamengo x Grêmio no Maracanã, além dos confrontos Athletico Paranaense x Vasco, São Paulo x Corinthians e Botafogo x Atlético. Ele apresenta desfalques, times prováveis, retrospecto, curiosidades, arbitragem e palpites para cada partida. O autor aposta em vitória do Flamengo, triunfo do Athletico Paranaense e empates nos demais jogos.
A coluna de PVC analisa as consequências da possível proibição das casas de apostas (bets) como patrocinadoras do futebol brasileiro, após o discurso do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, tratar o tema como emergência de saúde pública. O autor argumenta que a questão sanitária deve se sobrepor aos interesses econômicos e que a Medida Provisória do governo Lula dificilmente será revertida. Ele defende que clubes e a CBF busquem novos patrocinadores em setores como o automotivo e o financeiro, citando o exemplo da Fórmula 1, que sobreviveu sem propaganda de cigarro.
O colunista Walter Casagrande Jr. celebra a derrota dos republicanos nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, destacando a vitória democrata batizada de 'Onda Azul'. O texto critica duramente Donald Trump, a extrema direita internacional (Milei, Netanyahu) e os apoiadores brasileiros do movimento MAGA, como Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes. O autor ainda elogia Lula como estadista mundial, exalta a eleição de mulheres e minorias nos EUA e defende a soberania nacional brasileira.
O Shakhtar Donetsk perdeu por 1 a 0 para o Sporting de Portugal pela quarta rodada da fase de grupos da Champions League, mas a coluna destaca as boas atuações dos brasileiros Alisson Santana e Marlon Gomes, convocados por Ancelotti. O autor analisa o perfil dos dois jogadores e argumenta que eles podem se tornar opções valiosas para a seleção brasileira nos amistosos e no ciclo rumo à Copa de 2030.
Coluna de opinião de Juca Kfouri que, de forma irônica e satírica, lista as derrotas eleitorais dos republicanos nas eleições intermediárias americanas, creditando-as a Donald Trump. O texto destaca vitórias históricas de candidatos democratas, como o primeiro senador muçulmano e a primeira governadora negra dos EUA. Conclui que o redistritamento eleitoral incentivado por Trump acabou beneficiando os democratas.
Artigo de opinião defende o uso do português no jornalismo esportivo brasileiro, criticando o comentarista Eduardo Tironi por repetir a expressão em inglês 'mid-table obscurity' em vez do tradicional 'limbo' para designar times do meio da tabela. O texto argumenta que a língua é pilar da cultura nacional, citando exemplos como o 'overlapping' de Cláudio Coutinho e as expressões de Tite. Encerra com trocadilho político-esportivo, pedindo a Tironi que 'faça o L' de 'limbo'.
O colunista Juca Kfouri critica a relação histórica entre governos e o futebol brasileiro, argumentando que décadas de mimos como isenções tributárias, perdões e crédito subsidiado geraram irresponsabilidade nos clubes, sem contrapartidas. Ele analisa a crise estrutural de grandes clubes, citando São Paulo e Corinthians como exemplos de dívidas impagáveis, e questiona se o governo deve oferecer novo socorro financeiro. O autor defende a reconstrução das bases do esporte, com a criação de uma Secretaria Especial do Futebol e políticas públicas de longo prazo.
O colunista Juca Kfouri ironiza o 'azar' da família Bolsonaro, que se refugiou no exterior e agora assiste ao fim da era Trump com a vitória democrata nas eleições americanas. O texto critica os foragidos Flávio e Eduardo Bolsonaro e aliados como Paulo Figueiredo, Allan dos Santos e Alexandre Ramagem, apontando El Salvador e Argentina como improváveis novas rotas de fuga. Jair Bolsonaro, o pai, permanece em prisão domiciliar no Brasil.