A colunista Milly Lacombe critica as declarações do presidente do Fluminense, Matheus Montenegro, em audiência pública no STF sobre a regulação das casas de apostas. O texto questiona o que as bets realmente trouxeram aos clubes brasileiros e denuncia a dependência financeira de dirigentes que aceitaram essa receita sem ressalvas. Autodeclarada torcedora tricolor, a autora afirma que o discurso de Montenegro desrespeita a história do Fluminense e dá as costas à sua torcida.
Representantes de clubes brasileiros de futebol participam de audiência pública no STF para defender o mercado regulado de bets, criticando a Medida Provisória do governo que veta a atividade. Dirigentes e advogados de Fluminense, Flamengo, São Paulo, Corinthians e Botafogo argumentam impactos financeiros, falta de segurança jurídica e o risco de aumento do mercado ilegal. O ministro Luiz Fux, relator das ações, declarou-se contra as bets, mas a audiência foi marcada pela defesa dos clubes à permanência das casas de apostas.
A colunista Milly Lacombe critica os argumentos usados para defender a volta das casas de apostas online (bets), qualificando-os como 'ginástica moral' diante da crise social e do vício que a legalização produziu. Ela sustenta que o único motivo honesto para defender as bets seria o lucro obtido com a destruição de vidas, e defende que, se retornarem, existam sem publicidade, sem patrocínios no futebol e com taxação drástica. O texto menciona o protesto de Flamengo e Fluminense, que estamparam a frase 'proibir não é proteger' em suas camisas contra o veto às bets.
A colunista Milly Lacombe critica a audiência pública convocada pelo ministro do STF Luiz Fux sobre as bets, marcada para 3 de novembro. Segundo ela, o debate exclui a sociedade civil — associações de saúde mental, médicos, consumidores e famílias afetadas pelo vício em apostas — e reúne apenas os interessados na volta das apostas online. A autora classifica o evento como um simulacro de democracia e uma ofensa à sociedade civil.
Fraizer Campbell, ex-jogador do Manchester United, revelou em entrevista ao podcast The Sports Agents que era viciado em snus, produto à base de tabaco com nicotina, durante a carreira. Ele afirma que o vício piorou após a aposentadoria, mas está limpo há seis meses. A reportagem também explica o que é o snus e seu uso entre jogadores da Premier League.
Juca Kfouri analisa a decisão do governo de proibir o funcionamento das bets no Brasil por meio de Medida Provisória, destacando que as empresas farão de tudo para sabotar a medida nos 90 dias de vigência. O colunista defende a proibição em nome da saúde pública e das famílias endividadas pela jogatina, ressaltando o papel fundamental da Anatel no bloqueio dos sites ilegais. O autor alerta que será preciso ir ao ataque com todas as forças para não transformar um golaço a favor do povo em gol contra dos gananciosos.
O advogado José Francisco Manssur criticou a medida provisória que veta as bets no Brasil por não prever ações de tratamento para pessoas com ludopatia e por cortar repasses ao Ministério da Saúde. Ele informou que associações do setor já acionaram o STF e que empresas têm legitimidade para pedir a retomada das autorizações ou indenização. A reportagem também aborda reuniões da Federação Paulista de Futebol com clubes e do Ministério do Esporte em Brasília para discutir os impactos econômicos do veto.
A colunista Milly Lacombe defende a medida provisória assinada pelo presidente Lula que proíbe as apostas online (bets) no Brasil, argumentando que se trata de ação humanitária e não eleitoreira. O texto contextualiza os R$ 1 bilhão que o futebol da Série A perderá frente aos R$ 62,5 bilhões retirados do orçamento das famílias em 2025. Apresenta dados econômicos e de saúde pública que evidenciam o colapso social causado pelo vício em apostas.
O colunista Paulo Vinicius Coelho (PVC) defende que o governo federal deveria usar um Projeto de Lei em regime de urgência, e não Medida Provisória, para tratar a questão das bets, pois o PL permitiria tempo para a sociedade debater o problema. Ele afirma que o vício em apostas é uma questão de saúde pública e critica a inconsistência regulatória dos últimos anos, da legalização no governo Temer à regulamentação feita por Lula. O autor também prevê que dirigentes de clubes, em sua maioria eleitores de Bolsonaro, culparão o governo federal pelos atrasos de salários que virão.
O artigo argumenta a necessidade e a viabilidade de proibir as apostas online (bets) no Brasil. O autor destaca os graves problemas sociais e de saúde pública causados pelo vício em apostas, além de seus impactos econômicos negativos, como a mínima contribuição para a economia e a arrecadação tributária. A proibição é defendida como uma medida benéfica para o país, com mecanismos técnicos para sua efetividade.
O artigo informa sobre a nova iniciativa do governo federal que permite a autoexclusão centralizada de plataformas de apostas online. Detalha o processo de cadastro no site do governo para bloquear o acesso a todas as casas de apostas legalizadas, visando combater o vício em jogos de azar.
Um projeto de lei em tramitação no Senado propõe a proibição total da publicidade de sites de apostas esportivas, gerando preocupação no mercado e no universo do futebol. Enquanto alguns senadores defendem a medida para proteger a população do vício, outros argumentam que o veto pode prejudicar a indústria regulada e a luta contra sites ilegais, com debates sobre o impacto financeiro e o tamanho real do mercado.
O volante Juninho, do Novorizontino, revelou em entrevista como o futebol foi fundamental para superar um passado de vício em roubo. Ele contou com o apoio de sua "tia de consideração", Angélica Monteiro, que o acompanhou em diversas fases de sua carreira nas categorias de base e profissional, culminando com o gol da vitória que dedicou a ela.
O artigo relata a trágica história de Valdiram, ex-artilheiro do Vasco, que teve sua carreira e vida devastadas pelo vício em drogas. A matéria detalha sua ascensão, as polêmicas no clube, sua luta contra a dependência química e os eventos que levaram à sua morte violenta em São Paulo, além de explorar a investigação policial e o desfecho judicial do caso.