A matéria explica os impactos da medida provisória do presidente Lula que proíbe as casas de apostas online no Brasil, principais patrocinadoras do futebol nacional. Com 14 dos 20 clubes da Série A patrocinados por bets — receita que representou cerca de 200 milhões de dólares em 2025, incluindo o contrato recorde de 46 milhões anuais da Betano com o Flamengo —, os dirigentes temem desvalorização dos clubes e dificuldades para honrar contratações. O texto menciona ainda a ação no Supremo Tribunal Federal movida pelas empresas do setor e a defesa da decisão pelo governo.
A colunista Milly Lacombe defende a decisão do presidente Lula de não participar do debate promovido pela Globo, argumentando que a emissora não oferece um campo neutro ao candidato. O texto retoma o polêmico debate de 1989 contra Collor, a errata envolvendo a jornalista Maria Cristina Fernandes e o site divulgado por Luciano Huck, acusado de enviesar escolhas para a direita. Para a autora, há interesses comerciais envolvidos, como a legalização das apostas online, e Lula teria avaliado que comparecer seria uma armadilha.
O segundo amistoso entre Brasil e Austrália, vencido pela Seleção por 4 a 2, foi transmitido no Brasil sem propaganda de casas de apostas, após o governo federal anunciar o banimento das apostas online. A reportagem explica que as placas publicitárias exibidas na transmissão são inseridas por tecnologia de substituição virtual, que regionaliza os anúncios em tempo real. O texto ainda aborda a Medida Provisória que proíbe patrocínios de bets no futebol brasileiro e a reunião convocada pelo Ministério do Esporte com a CBF.
O jornalista Leonardo Bessa relata sua experiência pessoal com o vício em apostas online, a ludopatia, que o levou a internamento em 2020. Ele defende a medida provisória assinada pelo presidente Lula que proíbe as casas de apostas no Brasil, classificando os jogos de azar como problema de saúde pública. Apesar de reconhecer que a medida não acabará com o jogo clandestino, o autor a considera um avanço importante para enfrentar a dependência.
A Betnacional, patrocinadora máster do Cruzeiro, por meio da controladora Flutter Brazil, se pronunciou sobre a Medida Provisória que proíbe apostas online e publicidade de bets no Brasil. A empresa informou que suspendeu as atividades de suas plataformas desde 26/09 e avalia contratos e parcerias em conformidade com as novas regras, defendendo a manutenção do mercado regulado. A medida, anunciada pelo governo Lula, extingue o patrocínio de casas de apostas no futebol brasileiro.
O Fluminense avalia que a perda do patrocínio máster da Superbet, ameaçado pela Medida Provisória que proíbe apostas online e patrocínios esportivos no país, pode gerar prejuízo superior a R$ 100 milhões. O impacto financeiro pode superar até a venda recorde do volante André ao Wolverhampton, fechada em 2024 por cerca de R$ 140 milhões. Sem o patrocinador, o clube deve recorrer à venda de atletas, com Martinelli, recentemente convocado por Ancelotti para a Seleção, como principal ativo.
A possível saída da Sportingbet como patrocinadora máster do Vasco, decorrente de medida do governo federal contra apostas online, pode representar a perda de uma receita de até R$ 165 milhões. O teto do contrato, cerca de € 28 milhões, é praticamente equivalente aos aproximadamente € 29 milhões investidos pelo clube na última janela de transferências. A matéria contextualiza o cenário, que ocorre após sete meses sem patrocinador máster desde a saída da Betfair.
A colunista Milly Lacombe defende a medida provisória assinada pelo presidente Lula que proíbe as apostas online (bets) no Brasil, argumentando que se trata de ação humanitária e não eleitoreira. O texto contextualiza os R$ 1 bilhão que o futebol da Série A perderá frente aos R$ 62,5 bilhões retirados do orçamento das famílias em 2025. Apresenta dados econômicos e de saúde pública que evidenciam o colapso social causado pelo vício em apostas.
O governo Lula assinou medida provisória que proíbe o funcionamento de casas de apostas online no Brasil, impedindo novas apostas a partir da publicação. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que os apostadores têm até 5 de outubro para resgatar seus saldos remanescentes nos sites. Após essa data, os bancos realizarão a devolução automática dos valores entre 9 e 14 de outubro, com a Caixa intermediando casos de dificuldade.
O governo federal assinou uma medida provisória que proíbe o funcionamento de casas de apostas online no Brasil. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, definiu os prazos para que apostadores retirem seus saldos das plataformas, com bloqueio dos sites a partir de 6 de outubro. A reportagem também destaca o impacto da proibição no futebol, já que as bets foram a maior fonte de patrocínio dos clubes da Série A em 2025.
A colunista Milly Lacombe analisa os motivos que levariam o presidente Lula a proibir as apostas online (bets) e os cassinos virtuais às vésperas das eleições. O texto discute se a decisão decorre de preocupação genuína com o estrago social e econômico causado pelas apostas, que funcionariam como transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos, ou de estratégia eleitoral. A autora reflete sobre a possível mudança de postura do presidente, historicamente conciliador, que se inspiraria em políticos mais radicais como Zohran Mamdani.