O Flamengo subiu uma posição no ranking dos clubes mais ricos do mundo, elaborado pela consultoria Deloitte. O clube carioca registrou uma receita de 202,7 milhões de euros, ficando em 29º lugar. O Real Madrid lidera a lista pelo terceiro ano consecutivo, sendo o único a ultrapassar a marca de 1 bilhão de euros em receitas.
O Campeonato Carioca de 2026 alcançará uma receita de R$ 100 milhões, impulsionado por um novo acordo com a Globo e a intermediação da Brax. Apesar da redução de datas e jogos, a organização conseguiu manter o valor de comercialização, ajustando as cotas dos clubes e aumentando as premiações para os finalistas.
O artigo analisa a complexa realidade financeira do Cruzeiro e sua relação com o Fair Play Financeiro (FFP), demonstrando como a amortização de contratações e a dependência de aportes de investidores criam uma armadilha econômica. A estratégia do Flamengo de inflacionar o mercado é apresentada como uma forma de expor a fragilidade financeira de clubes com menos receita orgânica.
O Flamengo busca alternativas para o ataque, com Marcos Leonardo e Kauã Elias surgindo como planos B. Paralelamente, o Campeonato Carioca anuncia premiação e mudanças na distribuição de receitas, enquanto um novo contrato com a Globo garante direitos de transmissão de longo prazo.
O Corinthians tenta reverter junto à Caixa Econômica Federal o bloqueio de parte da premiação da Copa do Brasil, argumentando que o banco estaria usando receita de 2025 para descontar juros de 2026. No entanto, contratos firmados em 2023 mostram que o clube cedeu receitas presentes e futuras como garantia, o que daria base para a retenção pelo banco.
O CEO do Bahia, Raul Aguirre, celebrou o crescimento financeiro do clube em 2025, com receita superior a R$ 400 milhões, um aumento de cerca de 40-45% em relação ao ano anterior. Ele destacou a melhor colocação do time na era dos pontos corridos do Campeonato Brasileiro, terminando em sétimo lugar e garantindo vaga na Libertadores pela segunda vez consecutiva.
O Conselho Deliberativo do Ceará aprovou o orçamento do clube para 2026, com uma receita bruta estimada em mais de R$ 166 milhões. A maior parte dos gastos será destinada ao futebol profissional. A votação contou com 46 participantes, sendo 45 a favor e 1 abstenção.
A Liga Forte União (LFU) distribuirá R$ 1,5 bilhão em direitos de transmissão do Brasileirão-2025 para clubes e investidores. Estima-se que os clubes recebam entre R$ 1,350 bilhão e R$ 1,4 bilhão, com um crescimento médio de 55% no valor destinado a eles. O Corinthians lidera a remuneração com R$ 220 milhões anuais, enquanto clubes como Vasco e Botafogo também se destacam em receita.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), apresentou números financeiros robustos para 2025, com receita de R$ 2,071 bilhões e EBITDA de R$ 600 milhões. Contudo, ele considera um erro de gestão a redução do endividamento para R$ 96 milhões, argumentando que o clube poderia ter investido mais em contratações e planeja aumentar essa dívida em 2026 para potencializar o futebol.
O Flamengo anunciou um recorde de receita anual de R$ 2,071 bilhões, sendo o primeiro clube brasileiro a atingir essa marca. A notícia destaca a gestão financeira do clube, mas também aborda uma polêmica envolvendo uma jornalista e as condições do futebol feminino.
O artigo discute a crescente disparidade financeira entre o Flamengo e outros clubes brasileiros, com a receita recorde do clube carioca em 2025 projetando um aumento desse abismo financeiro nos próximos anos. Mauro Cezar Pereira compara a gestão do Flamengo com a de outros clubes, exemplificando com a dificuldade do Internacional em pagar um jogador.
O Flamengo anunciou uma receita recorde superior a R$ 2 bilhões em 2025, superando a previsão inicial de R$ 1,3 bilhão. Este marco financeiro foi impulsionado por vendas expressivas de jogadores e premiações por títulos conquistados, além do patrocínio master com a Betano.
O presidente do Flamengo, Bap, anunciou que o clube atingiu uma receita bruta de R$ 2,071 bilhões em 2025, superando os números do ano anterior e permitindo maior investimento em contratações. Ele comparou o faturamento do clube com o de Palmeiras e São Paulo, afirmando que o Flamengo tem condições de reinvestir no próprio time e se tornar um "monstro das Américas do ponto de vista econômico".
A Liga Forte União (LFU) apresentou suas contas referentes à temporada, registrando um aumento expressivo de R$ 460 milhões na venda de direitos de transmissão de TV. O bloco distribuiu R$ 1,5 bilhão aos 33 times filiados, evidenciando uma maior equidade na distribuição de receitas entre os clubes.
Comentaristas debatem o potencial desperdiçado pelo Corinthians devido ao caos político e à má gestão, com investigações sobre desvio de ingressos e comparações com outros clubes. A discussão aborda a saúde financeira do clube e o impacto das decisões internas nos resultados esportivos.
Comentaristas Domitila Becker e Renan Teixeira apontam preocupações no orçamento do São Paulo para 2026, destacando a alta dependência de venda de jogadores e o alto custo de uma festa junina. A análise sugere que as projeções financeiras do clube podem não ser sustentáveis, especialmente com a implementação do Fair Play financeiro.
O Palmeiras projeta arrecadar quase R$ 400 milhões com a venda de jogadores em 2026, representando a principal fonte de receita do clube. Apesar de não ter talentos com o mesmo destaque de Endrick e Estêvão no momento, o clube aposta em negociações futuras e na manutenção de atletas-chave.
O Corinthians encerrou os primeiros dez meses de 2025 com um déficit acumulado de R$ 204,2 milhões. As receitas operacionais líquidas foram de R$ 617 milhões, enquanto as despesas alcançaram R$ 649,4 milhões. Este valor, que inclui futebol e clube social, é quase o triplo do déficit estimado para o ano.
O Paris Saint-Germain (PSG) investiu quatro vezes mais que o Flamengo em seus elencos, mas a diferença de receita entre os clubes é menor e o time brasileiro demonstra um crescimento financeiro mais acelerado nos últimos seis anos. Apesar do poderio financeiro europeu, o Flamengo tem reduzido a disparidade de investimento em jogadores.
O Palmeiras projeta um aumento significativo em sua receita com o Allianz Parque para 2026, prevendo R$ 78,6 milhões, um crescimento de R$ 22 milhões em relação a 2025. Esse aumento se deve em parte à resolução de disputas com a administradora do estádio e a um aumento no percentual de repasse de receitas para o clube.