A matéria compara a arrecadação de direitos de TV entre Flamengo e Corinthians no Campeonato Brasileiro de 2025. Apesar do Flamengo ser campeão e o Corinthians terminar em 13º, ambos receberam valores muito próximos, evidenciando diferenças nos modelos de negociação e distribuição de receitas entre a Libra e a FFU. O artigo detalha os valores recebidos por outros clubes, como Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro, para contextualizar a situação.
As dívidas do Flamengo aumentaram em R$ 300 milhões no primeiro trimestre de 2026, impulsionadas principalmente pela contratação do jogador Lucas Paquetá. Essa expansão do endividamento faz parte de um planejamento estratégico do presidente rubro-negro para alinhar o passivo com a alta previsão de receita do clube.
Rodrigo Mattos, em análise no Canal UOL, revelou que o Flamengo pagou 54 milhões de euros por Lucas Paquetá, superando o valor inicialmente anunciado de 42 milhões de euros devido a impostos e comissões. O jornalista detalhou o endividamento do clube, que aumentou em cerca de R$ 300 milhões no trimestre, aproximando-se do custo da transferência e impactando a saúde financeira.
O Cruzeiro registrou um prejuízo de R$ 114,9 milhões em 2025, impulsionado por gastos elevados com futebol e contratações. Para sanar o déficit, Pedro Lourenço, principal acionista da SAF, injetou R$ 269 milhões através da empresa Tara Sports, divididos entre aporte e empréstimo. Houve um aumento expressivo na receita bruta e comercial, mas o custo do clube saltou significativamente, especialmente com folha salarial.
O Flamengo registrou um recorde de investimento em um único trimestre, gastando R$ 469 milhões, impulsionado principalmente pela aquisição de Lucas Paquetá por R$ 315,7 milhões. Apesar do alto custo, o clube projeta manter uma trajetória consistente de crescimento de receita e fortalecimento financeiro para o restante do ano.
O Atlético-MG apresentou um prejuízo de R$ 882 milhões em 2025, com a dívida ultrapassando R$ 2 bilhões. O resultado foi impactado por uma perda de valor justo de R$ 572 milhões em ativos do departamento de futebol. Apesar da receita bruta ter aumentado 14%, os custos operacionais e investimentos no futebol elevaram as despesas.
O dono do Cruzeiro, Pedro Lourenço, teve um faturamento bilionário em 2025 com sua rede de supermercados, superando em 41 vezes a receita operacional líquida do clube. Enquanto a empresa do empresário acumulou mais de R$ 25 bilhões, o Cruzeiro registrou R$ 599,17 milhões, impulsionado por patrocínios e direitos de transmissão. Apesar do aumento de receita, a dívida geral do clube também cresceu para R$ 1,15 bilhão.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) registrou um déficit de R$ 182 milhões em 2025, impulsionado por um aumento nos gastos com a seleção brasileira, competições e um processo judicial com o Icasa. Apesar da queda na receita de direitos de transmissão, a entidade possui R$ 1,9 bilhão em caixa e prevê uma reversão financeira a partir de 2027 com novos contratos de patrocínio, incluindo um acordo triplicado com a Nike.
O Corinthians está em um momento de reestruturação financeira, buscando reduzir custos no futebol e otimizar receitas com a venda de atletas, visando atingir uma folha salarial abaixo de R$ 30 milhões. Paralelamente, o técnico Fernando Diniz encontra em Garro um jogador de protagonismo, com boas atuações e contribuições diretas em gols, indicando um possível novo ciclo para o clube.
A SAF do Cruzeiro apresentou um balanço financeiro de 2025 com receitas operacionais líquidas dobradas, atingindo R$ 599,17 milhões. No entanto, os custos do departamento de futebol também cresceram significativamente, elevando a dívida geral do clube para R$ 1,15 bilhão, com parte relacionada à Recuperação Judicial.
O CEO da Asarock, Gabriel Pupo, admitiu um erro contábil de quase R$ 100 milhões no fundo que administra a Neo Química Arena. O equívoco envolveu o registro indevido de receitas de bilheteria que nunca ingressaram em caixa, distorcendo balanços por anos e gerando ressalvas em auditorias. A correção do valor foi realizada após a reestruturação do fundo e a baixa contábil, com a expectativa de que os balanços futuros sejam apresentados sem ressalvas.
O Bahia SAF divulgou seu balanço financeiro de 2025, com prejuízo de R$ 154,6 milhões, uma redução de 37,3% em relação a 2024. O aumento significativo nas receitas, impulsionado por transferências de atletas, foi o principal fator para a diminuição do déficit. As despesas também cresceram, mas em menor proporção que as receitas.
O BTG busca assumir o controle do Allianz Parque devido a uma dívida de R$ 650 milhões da WTorre, mas a operação é considerada improvável. Apesar da rentabilidade do estádio, o pagamento da dívida está em dia, a relação com o Palmeiras foi pacificada e um novo acordo de naming rights com o Nubank aumenta a receita.
O Botafogo SAF foi colocado à venda em um anúncio de classificados em jornal inglês, indicando uma possível desvalorização na gestão de John Textor. A dívida bruta da SAF saltou de R$ 932 milhões para R$ 2,5 bilhões, e a empresa de avaliação Meden estima o valor econômico do clube entre R$ 477 milhões e R$ 500 milhões negativos.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu os altos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026, justificando que a competição é a única fonte de receita da entidade e que o dinheiro é reinvestido no futebol mundial. Ele destacou a existência de ingressos mais acessíveis para torcedores fiéis, além dos camarotes de luxo.
A matéria analisa o dia do Flamengo, focado na busca pelo título do Brasileirão e na ambição de se tornar o "Real Madrid das Américas". Detalha os números financeiros recordes do clube, investimentos em contratações e parcerias estratégicas para diversificar receitas e consolidar a marca.
O Juventude apresentou um balanço financeiro positivo em 2025, com receita histórica e redução significativa em suas dívidas. O clube encerrou o ano com superávit de R$ 25,4 milhões, operando em conformidade com os princípios do fair play financeiro.
A reportagem analisa como a passagem de Neymar pelo Santos, embora tenha impulsionado receitas de marketing e patrocínio, contribuiu para o aumento da dívida bruta do clube para quase R$ 1 bilhão. O texto detalha a dívida específica com o jogador e o crescimento das despesas operacionais e com contratações.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou a renovação do contrato de patrocínio com a New Balance até 2032. A votação, que ocorreu de forma virtual, registrou 136 votos a favor e 91 contrários. O novo acordo prevê um aumento na receita anual do clube, com valores fixos e variáveis atrelados a metas e royalties.
O Palmeiras está perto de fechar todos os espaços de patrocínio em seu uniforme, com dois novos acordos encaminhados. A meta é concluir todas as negociações até o próximo mês, cobrindo os uniformes masculino, feminino e máster da base. O clube espera superar os R$ 300 milhões em receitas com o uniforme nesta temporada.