O artigo discute a proposta da CBF de implementar o fair play financeiro no futebol brasileiro, ressaltando a necessidade de fiscalização rigorosa sobre a origem do dinheiro dos clubes. O autor critica a "farra de lavagem de dinheiro" na Premier League e aponta exemplos de patrocínios e envolvimentos controversos de clubes como Flamengo e Palmeiras, exigindo que a exigência de lisura se aplique a todos os envolvidos no sistema.
A CBF visitou a sede da LaLiga, em Madri, para estudar o modelo de Controle Econômico e Fair Play Financeiro. A entidade brasileira busca implementar um sistema similar no futebol nacional, com aplicação progressiva a partir de 2026. A delegação incluiu dirigentes da CBF, representantes de federações estaduais e executivos de clubes.
O artigo discute a importância do Fair Play Financeiro (FPF) no futebol, contrastando a necessidade de sustentabilidade financeira com a agressividade de torcedores que se recusam a aceitar a realidade. O autor, Mauro Cezar Pereira, baseia-se na análise de Bruno Chatack, especialista em gestão esportiva, para alertar sobre os riscos do 'doping financeiro'.
O artigo analisa a complexa realidade financeira do Cruzeiro e sua relação com o Fair Play Financeiro (FFP), demonstrando como a amortização de contratações e a dependência de aportes de investidores criam uma armadilha econômica. A estratégia do Flamengo de inflacionar o mercado é apresentada como uma forma de expor a fragilidade financeira de clubes com menos receita orgânica.
O Flamengo adota uma postura cautelosa em negociações de atletas, visando evitar calotes e prejuízos financeiros. O clube utiliza a experiência negativa com Thiago Maia e a situação política do São Paulo como exemplos de sua abordagem rigorosa em transações, incluindo empréstimos e vendas.
Dirigentes de clubes das Séries A e B do futebol brasileiro, juntamente com representantes de federações estaduais e o presidente da CBF, Samir Xaud, viajarão à Europa para um estudo de gestão das principais ligas. O objetivo é aprender com os modelos de La Liga, Premier League e Bundesliga, focando em arbitragem e fair play financeiro.
A matéria analisa os principais desafios jurídicos que o esporte brasileiro enfrentará em 2026, com foco na implementação do Fair Play Financeiro, fiscalização de promessas da CBF e o combate à manipulação de resultados. A Copa do Mundo também trará questões migratórias como ponto de atenção.
O ano de 2025 foi marcado por avanços significativos no direito desportivo brasileiro, com a consolidação da Lei de Incentivo ao Esporte e a implementação do Fair Play Financeiro na CBF. No entanto, houve retrocessos no combate à manipulação de resultados, especialmente após decisão do STF que fragilizou a proteção da integridade esportiva.
A matéria analisa o impacto da premiação da Copa do Brasil nas dívidas milionárias de Vasco e Corinthians. Apesar dos valores elevados, especialistas apontam que o dinheiro é insuficiente para reestruturar as finanças dos clubes e pode ser mal utilizado em contratações, perpetuando o ciclo de endividamento.
Presidentes de Palmeiras e Flamengo, Leila Pereira e Luiz Eduardo Baptista (Bap), demonstraram cordialidade em evento da CBF Academy, contrastando com embates recentes. Ambos defenderam o Fair Play Financeiro e a importância de um novo calendário para o futebol.
O artigo de Juca Kfouri questiona a efetividade do fair play financeiro implementado pela CBF, abordando a proibição de controle de múltiplos clubes e a necessidade de fiscalização da origem do dinheiro para evitar o doping financeiro. O autor levanta preocupações sobre a aplicação da regra e cita casos passados de irregularidades financeiras no futebol brasileiro.
A CBF anunciou um novo sistema de Fair Play Financeiro, chamado Regulamento de Sustentabilidade Financeira do Futebol Brasileiro, com o objetivo de reformar e fortalecer o futebol nacional. O sistema, inspirado em ligas europeias, busca controlar as finanças dos clubes, embora apresente particularidades e não seja considerado perfeito.
A CBF anunciou o Sistema de Sustentabilidade Financeira do Futebol Brasileiro, um conjunto de regras de fair play financeiro que entrará em vigor para os clubes das Séries A e B a partir de 1º de janeiro de 2026. O objetivo é promover o equilíbrio financeiro, com diretrizes para dívidas, equilíbrio operacional, controle de custos de elenco e endividamento, além de punições para infrações.
A CBF anunciou o Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), um modelo de Fair Play Financeiro para o futebol brasileiro, com implementação gradual a partir de 2026. Inspirado em padrões internacionais, o SSF visa controlar dívidas, gastos com elenco e equilibrar as finanças dos clubes, com fiscalização por agência independente.
A CBF implementará o Fair Play Financeiro no futebol brasileiro a partir de 2026, com tripla fiscalização anual e transições até 2030. O novo sistema visa equilibrar as finanças dos clubes, controlando dívidas, custos com elencos e endividamento de curto prazo, com sanções graduais em caso de descumprimento.
Os clubes do Campeonato Inglês aprovaram um novo sistema de fair-play financeiro, o Squad Cost Ratio (SCR), que entrará em vigor na temporada 2026/2027. O modelo limita os gastos com o elenco a 85% da receita, com uma margem de manobra de 30%, e prevê perda de pontos em caso de descumprimento. Novas regras de sustentabilidade também foram aprovadas, enquanto o Teto de Gastos Absoluto não obteve apoio.
O artigo detalha os desafios financeiros e esportivos enfrentados pelo Barcelona na última década, destacando a má administração, dívidas e o impacto da pandemia. A reforma e o retorno ao Camp Nou são apresentados como pontos cruciais para a recuperação econômica e o fortalecimento do clube.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou um modelo de Fair Play Financeiro para o futebol brasileiro, com implementação prevista para 2026. O novo sistema visa garantir a sustentabilidade financeira dos clubes através de um órgão fiscalizador independente, seguindo exemplos de ligas europeias e com a participação de especialistas para assegurar decisões técnicas e credibilidade.
A CBF anunciou a criação de um órgão independente para fiscalizar e aplicar as regras do Fair Play Financeiro no futebol nacional. O objetivo é garantir a sustentabilidade econômica dos clubes, com sanções previstas para o descumprimento das normas. O novo sistema busca ser mais abrangente que regulamentações anteriores, abordando endividamento e controle de gastos.
A CBF, em discussão sobre fair play financeiro, prioriza questões urgentes como arbitragem e regras financeiras, deixando o debate sobre gramado sintético para mais tarde. O Flamengo pressiona para que suas sugestões sejam consideradas nas novas regras, enquanto outras pautas mais imediatas dominam a agenda da entidade.