O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, prometeu ações firmes contra o racismo no futebol sul-americano e a implementação de um projeto de fair play financeiro. As declarações foram feitas durante o sorteio dos grupos da Libertadores 2026, buscando combater a violência e garantir que atletas e funcionários recebam seus salários em dia. A fala sobre racismo surge após um incidente envolvendo um jogador do Palmeiras e um pedido de desculpas do próprio Domínguez.
A UEFA abriu uma investigação contra o Fenerbahçe por suspeita de contratos irregulares, incluindo o do técnico José Mourinho. A entidade examinou as contas do clube e encontrou possíveis irregularidades nos contratos de Mourinho, Kerem Akturkoglu e Diego Carlos, com a possibilidade de multas e punições.
O presidente da ANRESF, Caio Cordeiro de Resende, prevê decisões rápidas no sistema de fair play financeiro do futebol brasileiro, mas alerta para um mercado "em ajuste". Ele destaca a importância da educação e comunicação para a correta aplicação do regulamento, que busca evitar a repetição de práticas de gestão irresponsáveis por parte dos clubes.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), criticou a gestão do futebol brasileiro, afirmando que o clube é uma "ilha" no país devido à sua boa administração. Ele também condenou equipes que não aderem ao Fair Play Financeiro e criticou o uso de gramados sintéticos em estádios.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) arcará com despesas estruturais da Série B, como arbitragem e VAR, em troca da adoção de novas diretrizes de gestão pelos clubes. Especialistas em governança e direito desportivo veem a medida como positiva para a profissionalização e equilíbrio da competição, desde que as regras sejam claras e justas. A iniciativa visa induzir práticas mais sustentáveis e aumentar a credibilidade das equipes.
A CBF anunciou a criação da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), que implementará o Fair Play Financeiro no Brasil. O órgão visa controlar e fiscalizar a saúde financeira dos clubes, promovendo integridade e evitando endividamento excessivo.
A CBF manterá a ajuda de custos de logística para os clubes da Série B em 2026, mas com a contrapartida de que os salários dos jogadores estejam em dia, além de outras regras do Fair Play Financeiro. O novo formato da competição inclui playoffs para definir duas vagas de acesso à Série A, além de um limite de 12 jogos para transferência de jogadores na mesma edição.
O artigo discute a proposta da CBF de implementar o fair play financeiro no futebol brasileiro, ressaltando a necessidade de fiscalização rigorosa sobre a origem do dinheiro dos clubes. O autor critica a "farra de lavagem de dinheiro" na Premier League e aponta exemplos de patrocínios e envolvimentos controversos de clubes como Flamengo e Palmeiras, exigindo que a exigência de lisura se aplique a todos os envolvidos no sistema.
A CBF visitou a sede da LaLiga, em Madri, para estudar o modelo de Controle Econômico e Fair Play Financeiro. A entidade brasileira busca implementar um sistema similar no futebol nacional, com aplicação progressiva a partir de 2026. A delegação incluiu dirigentes da CBF, representantes de federações estaduais e executivos de clubes.
O artigo discute a importância do Fair Play Financeiro (FPF) no futebol, contrastando a necessidade de sustentabilidade financeira com a agressividade de torcedores que se recusam a aceitar a realidade. O autor, Mauro Cezar Pereira, baseia-se na análise de Bruno Chatack, especialista em gestão esportiva, para alertar sobre os riscos do 'doping financeiro'.
O artigo analisa a complexa realidade financeira do Cruzeiro e sua relação com o Fair Play Financeiro (FFP), demonstrando como a amortização de contratações e a dependência de aportes de investidores criam uma armadilha econômica. A estratégia do Flamengo de inflacionar o mercado é apresentada como uma forma de expor a fragilidade financeira de clubes com menos receita orgânica.
O Flamengo adota uma postura cautelosa em negociações de atletas, visando evitar calotes e prejuízos financeiros. O clube utiliza a experiência negativa com Thiago Maia e a situação política do São Paulo como exemplos de sua abordagem rigorosa em transações, incluindo empréstimos e vendas.
Dirigentes de clubes das Séries A e B do futebol brasileiro, juntamente com representantes de federações estaduais e o presidente da CBF, Samir Xaud, viajarão à Europa para um estudo de gestão das principais ligas. O objetivo é aprender com os modelos de La Liga, Premier League e Bundesliga, focando em arbitragem e fair play financeiro.
A matéria analisa os principais desafios jurídicos que o esporte brasileiro enfrentará em 2026, com foco na implementação do Fair Play Financeiro, fiscalização de promessas da CBF e o combate à manipulação de resultados. A Copa do Mundo também trará questões migratórias como ponto de atenção.
O ano de 2025 foi marcado por avanços significativos no direito desportivo brasileiro, com a consolidação da Lei de Incentivo ao Esporte e a implementação do Fair Play Financeiro na CBF. No entanto, houve retrocessos no combate à manipulação de resultados, especialmente após decisão do STF que fragilizou a proteção da integridade esportiva.
A matéria analisa o impacto da premiação da Copa do Brasil nas dívidas milionárias de Vasco e Corinthians. Apesar dos valores elevados, especialistas apontam que o dinheiro é insuficiente para reestruturar as finanças dos clubes e pode ser mal utilizado em contratações, perpetuando o ciclo de endividamento.
Presidentes de Palmeiras e Flamengo, Leila Pereira e Luiz Eduardo Baptista (Bap), demonstraram cordialidade em evento da CBF Academy, contrastando com embates recentes. Ambos defenderam o Fair Play Financeiro e a importância de um novo calendário para o futebol.
O artigo de Juca Kfouri questiona a efetividade do fair play financeiro implementado pela CBF, abordando a proibição de controle de múltiplos clubes e a necessidade de fiscalização da origem do dinheiro para evitar o doping financeiro. O autor levanta preocupações sobre a aplicação da regra e cita casos passados de irregularidades financeiras no futebol brasileiro.
A CBF anunciou um novo sistema de Fair Play Financeiro, chamado Regulamento de Sustentabilidade Financeira do Futebol Brasileiro, com o objetivo de reformar e fortalecer o futebol nacional. O sistema, inspirado em ligas europeias, busca controlar as finanças dos clubes, embora apresente particularidades e não seja considerado perfeito.
A CBF anunciou o Sistema de Sustentabilidade Financeira do Futebol Brasileiro, um conjunto de regras de fair play financeiro que entrará em vigor para os clubes das Séries A e B a partir de 1º de janeiro de 2026. O objetivo é promover o equilíbrio financeiro, com diretrizes para dívidas, equilíbrio operacional, controle de custos de elenco e endividamento, além de punições para infrações.