O atacante David, do Vasco, foi intimado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro a entregar o passaporte e cumprir medidas cautelares determinadas pela Justiça do Espírito Santo. O jogador é investigado na Operação A Tropa por suspeita de envolvimento com organização criminosa, tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro. A matéria também contextualiza a derrota do Vasco por 4 a 1 para o Flamengo e o próximo confronto com o Palmeiras pela semifinal da Copa do Brasil.
O Clube Atlético Juventus, tradicional clube da capital paulista, é alvo de investigação da Polícia Civil por suspeita de desvio de recursos provenientes da venda de sua SAF. A apuração, que tramita sob sigilo, foca na parcela do negócio destinada ao clube social e tem entre os investigados o presidente do Conselho Deliberativo e o presidente do clube social. Tanto o Juventus quanto o Juventus SAF divulgaram notas se defendendo e afirmando que eventuais responsabilidades devem ser apuradas nas vias próprias.
O conselheiro do Palmeiras João Carlos Mansur foi indiciado pela Polícia Federal por organização criminosa e lavagem de dinheiro, no inquérito que apura fraudes tributárias no setor de combustíveis. Após o primeiro turno das eleições, o empresário publicou no Instagram uma imagem gerada por inteligência artificial em que debocha do presidente Lula e aliados, segurando cartaz com a inscrição 'estamos desempregados'. A coluna destaca que Mansur continua frequentando os corredores do clube e aguarda homologação de sua delação premiada no STF.
Juca Kfouri sugere que o Flamengo explore seu potencial como time mais popular do Brasil para atrair novos patrocinadores máster e substituir as casas de apostas. O colunista argumenta que grandes marcas de setores como automotivo, aviação e bancos podem ocupar o espaço, citando os maiores clubes do mundo que prosperam sem patrocínio de bets. Ele defende que o clube não deve voltar as costas para a saúde pública e o endividamento da torcida, lembrando o escândalo dos bingos e a Lei Zico.
O colunista Juca Kfouri denuncia que quatro grandes casas de apostas — Bet Nacional, Esporte da Sorte, Pix Bet e Vai de Bet — estão sob investigação da Justiça por lavagem de dinheiro, ligação com o jogo do bicho e evasão de divisas. O texto detalha as operações policiais e os esquemas de cada empresa, envolvendo remessas ilegais de câmbio e empresas de fachada em Curaçao. Kfouri ainda critica o patrocínio dessas bets a clubes de futebol como Corinthians, Cruzeiro e Remo e a propaganda feita por ídolos do esporte.
A Justiça de São Paulo rejeitou as denúncias de lavagem de dinheiro e crime tributário contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o ex-diretor financeiro Roberto Gavioli. A magistrada considerou que não há justa causa para a ação penal, pois os gastos foram pessoais e não configuram lavagem de dinheiro. A acusação de apropriação indébita, no entanto, ainda está sob investigação.
Por Ana Canhedo, Joanna de Assis e José Edgar de Matos em 2026-02-24
O Santos desistiu de uma negociação de patrocínio com a casa de apostas ZeroUm, promovida pela influenciadora Deolane Bezerra, devido a investigações sobre suspeita de lavagem de dinheiro. O clube busca um novo patrocinador principal após o rompimento com a 7k e a proposta da ZeroUm ultrapassava os R$ 80 milhões.
O artigo discute a proposta da CBF de implementar o fair play financeiro no futebol brasileiro, ressaltando a necessidade de fiscalização rigorosa sobre a origem do dinheiro dos clubes. O autor critica a "farra de lavagem de dinheiro" na Premier League e aponta exemplos de patrocínios e envolvimentos controversos de clubes como Flamengo e Palmeiras, exigindo que a exigência de lisura se aplique a todos os envolvidos no sistema.
O diretor adjunto da base do São Paulo, Douglas Schwartzmann, figura central em uma nova denúncia, já foi réu por lavagem de dinheiro. Ele foi absolvido em 2022, mas o caso envolve suposto esquema de desvio de recursos do clube entre 2014 e 2015.
Uma juíza reduziu as acusações contra Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians, e Roberto Gavioli, ex-gerente financeiro, para uso irregular de cartão corporativo, afastando lavagem de dinheiro e crime tributário. Em resposta, o promotor Cássio Conserino pediu o anulamento da decisão, alegando que a juíza deveria ter analisado um pedido de afastamento dela no caso.
A Justiça de São Paulo rejeitou parte da denúncia do Ministério Público contra Andrés Sanchez e Roberto Gavioli, ex-dirigentes do Corinthians, nas acusações de lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário. As investigações sobre apropriação indébita, no entanto, continuarão em uma vara criminal comum, com medidas restritivas impostas aos acusados.