Um movimento de torcedores chamado #ExpulsãoJá, com 50 mil assinaturas, protocolará nesta segunda-feira (27/04) um requerimento para a expulsão de Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians. A denúncia, baseada em investigações do MP-SP, alega uso indevido do cartão corporativo para despesas pessoais e exige votação aberta no Conselho Deliberativo.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou três ex-dirigentes e um ex-funcionário do Corinthians por desvio de cerca de R$ 3,4 milhões. Os desvios teriam ocorrido entre 2018 e 2023, nas gestões de Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. O MP-SP pede o ressarcimento integral dos valores desviados, totalizando R$ 7,35 milhões corrigidos.
A Receita Federal acatou uma ação do Ministério Público de São Paulo que investiga o Corinthians por possíveis irregularidades fiscais. A investigação abrange gestões entre 2018 e 2023 e pode resultar na perda de isenções fiscais para o clube, além de multas e cobranças retroativas.
O relator da Comissão de Ética do Corinthians recomendou a expulsão de Andrés Sanchez do quadro associativo do clube. A decisão ocorre após investigação sobre o uso indevido do cartão corporativo. O parecer foi entregue após a defesa de Andrés apresentar sua última manifestação.
O Ministério Público de São Paulo acionou a Receita Federal com uma representação solicitando investigação fiscal contra o Corinthians. A ação aponta suspeitas de irregularidades em movimentações financeiras e registros contábeis, o que pode levar à perda de benefícios fiscais para o clube. A defesa de Andrés Sánchez alega que os valores se referem a despesas com segurança e atividades diversas do clube.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, apresentou uma justificativa judicial para sua ausência em uma audiência da Comissão de Ética do clube. Ele alega que uma decisão judicial o impede de ter contato com dirigentes, e que comparecer à oitiva configuraria descumprimento da medida.
A Comissão de Ética do Corinthians remarcou a audiência do ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 26 de março, após a defesa não comprovar impedimento jurídico para o depoimento. O caso envolve a investigação de gastos suspeitos no cartão corporativo entre 2018 e 2020, com a possibilidade de recomendação de expulsão do ex-dirigente. Paralelamente, Andrés Sanchez enfrenta denúncias do Ministério Público por apropriação indébita e lavagem de dinheiro.
A Justiça de São Paulo rejeitou um recurso do Ministério Público contra Duilio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians. O MP buscava explicações sobre a negativa de pedidos como bloqueio de bens e quebras de sigilo em um processo que investiga apropriação indébita pelo uso indevido do cartão corporativo do clube.
O Ministério Público de São Paulo recorreu da decisão que rejeitou a denúncia contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, buscando reabrir o caso de uso indevido de cartão corporativo. O MP sustenta que há indícios de apropriação indevida, lavagem de dinheiro e crime tributário, pedindo a anulação da decisão de primeira instância e o retorno da denúncia para tramitação.
O Corinthians avança em tecnologia com a instalação do sistema de impedimento semiautomático na Neo Química Arena. Em campo, a equipe se prepara para enfrentar a Chapecoense sob o comando de Dorival Júnior, que busca reverter uma sequência sem vitórias. Paralelamente, o clube lida com tensões internas e questões judiciais envolvendo dirigentes.
A Justiça de São Paulo rejeitou a denúncia de lavagem de dinheiro e crime tributário contra Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e Roberto Gavioli, ex-diretor financeiro. A juíza considerou que os fatos não caracterizavam lavagem de dinheiro e que irregularidades tributárias só poderiam ser analisadas após processo administrativo fiscal. O Ministério Público já recorreu da decisão.
A Justiça de São Paulo rejeitou as denúncias de lavagem de dinheiro e crime tributário contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o ex-diretor financeiro Roberto Gavioli. A magistrada considerou que não há justa causa para a ação penal, pois os gastos foram pessoais e não configuram lavagem de dinheiro. A acusação de apropriação indébita, no entanto, ainda está sob investigação.
O Corinthians entregou ao Ministério Público documentos referentes às gestões de Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. A documentação, incluindo notas fiscais e faturas de cartões de crédito, visa auxiliar na investigação de supostos gastos indevidos. A atual gestão do clube se colocou como assistente de acusação.
A Comissão de Ética do Corinthians agendou uma audiência com o ex-presidente Andrés Sanchez para o dia 16 de março. Ele deverá prestar depoimento por videoconferência sobre despesas consideradas suspeitas durante seu mandato. O comparecimento é facultativo, mas caso ele não participe, seu depoimento anterior à Comissão de Justiça será considerado válido.
Um abaixo-assinado pela expulsão de ex-presidentes do Corinthians, incluindo Andrés Sanchez, Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo, atingiu mais de 31 mil assinaturas. O movimento "Expulsão Já" alega crimes cometidos pelo trio, como uso indevido do cartão corporativo e contratos de patrocínio prejudiciais ao clube.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a utilização de tornozeleira eletrônica para o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez. A alegação é de descumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça, incluindo a comunicação com dirigentes do clube. A defesa de Sanchez considera a medida desproporcional e afirma ter tomado conhecimento do pedido pela imprensa.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a imposição de tornozeleira eletrônica a Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, por descumprir ordem judicial ao contatar o secretário-geral do clube. Além disso, foi solicitado que ele entregue seu passaporte espanhol para evitar saída do país e que sua bilhetagem telefônica seja acessada para verificar outros contatos. Outras denúncias foram arquivadas por falta de fundamento.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Justiça a imposição de tornozeleira eletrônica e apreensão de passaporte para Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians. A medida é solicitada por suposto descumprimento de medidas cautelares, como a proibição de se comunicar com dirigentes do clube. Sanchez é acusado de usar o cartão corporativo do Corinthians para fins pessoais, com mais de 200 compras totalizando R$ 581 mil.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, reverteu sua decisão e autorizou a retomada de investigações internas contra os ex-presidentes Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo. As apurações, suspensas previamente por dúvidas sobre restrições impostas aos investigados, foram liberadas após Tuma analisar o inquérito civil do Ministério Público, obtendo maior compreensão do contexto.
A matéria analisa a resposta de Andrés Sanchez a uma denúncia do Ministério Público de São Paulo, que o acusa de desobedecer medidas cautelares. O ex-presidente do Corinthians alega que André Negão não é mais dirigente do clube, mas a Lei Geral do Esporte e o estatuto do Corinthians indicam o contrário.