O Ministério Público de São Paulo instaurou um Inquérito Civil para apurar possível gestão temerária no São Paulo Futebol Clube, com indícios de dilapidação patrimonial e uso irregular de recursos. Presidentes da CBF e FPF, juntamente com diretores do clube, podem ser convocados para prestar esclarecimentos.
O Corinthians recebeu um parecer favorável do Ministério Público de São Paulo à versão revista do seu plano no Regime Centralizado de Execuções (RCE). O documento indica que o clube atendeu às exigências feitas, eliminando impedimentos para a homologação do plano e permitindo o início mais rápido dos pagamentos aos credores.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar a empresa Reag Investimentos (atual Arandu Investimentos) na gestão do fundo financeiro da Neo Química Arena. A investigação visa apurar possíveis irregularidades financeiras e lavagem de dinheiro, citando a Operação Carbono Oculto e investigações do Banco Master.
A suspensão da punição à Gaviões da Fiel para o jogo da Copa do Brasil foi excepcional e de curta duração, dependendo da cooperação contínua com as autoridades. A liberação ocorreu após depoimentos formais de envolvidos na confusão à Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade).
A Justiça do Distrito Federal tornou o jogador Bruno Henrique, do Flamengo, réu por estelionato, acolhendo um recurso do Ministério Público. O atleta e outras sete pessoas são acusados de fraudar apostas esportivas. Paralelamente, o STJD multou o jogador em R$ 100 mil, liberando-o para jogar, e seu caso na esfera esportiva foi encerrado.
A Justiça determinou a demolição da Academia de Futebol 2, centro de treinamento das categorias de base do Palmeiras em Guarulhos. O clube construiu a estrutura após cessão de área do Parque Ecológico do Tietê em 1998, mas o Ministério Público alega falta de contrapartidas. O Palmeiras recorrerá da decisão.
O Ministério Público do Rio de Janeiro recorreu da absolvição de réus no caso do incêndio no Ninho do Urubu, pedindo a responsabilização do ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello e indenização por parte do Flamengo. O órgão lista diversas negligências que criaram um "ambiente de morte" nas instalações do clube.
O Ministério Público do Rio de Janeiro apelou da absolvição de todos os réus do incêndio no Ninho do Urubu, CT do Flamengo. O MP argumenta que a justiça subestimou o risco geral e falhou em analisar a concorrência de culpas que levaram à tragédia, na qual dez jovens morreram.