A Justiça do Trabalho condenou a Ponte Preta a pagar dívidas trabalhistas a um ex-atacante. O processo, movido por Matheus Régis, cobre pendências na rescisão contratual, como férias e 13º salário proporcionais. A decisão em primeira instância reconhece a irregularidade dos descontos aplicados pelo clube.
O Ministério Público de São Paulo identificou contradições em depoimentos sobre a contratação da empresa Mega Assessoria Operacional pelo Corinthians. A investigação apura divergências sobre quem autorizou a contratação emergencial e o vínculo de Fernando José da Silva com o clube e a empresa.
A Justiça de Brasília derrubou uma liminar que suspendia pagamentos de patrocínio do BRB ao Flamengo. O processo, iniciado por uma ação popular, questionava a legalidade e a economicidade do acordo, mas foi extinto por inadequação da via eleita e falta de comprovação de ilegalidade. Com a decisão, os pagamentos de mais de R$ 42 milhões foram liberados.
John Textor entrou com uma ação judicial contra a Eagle Bidco, alegando que a empresa não cumpriu os termos para a transferência das ações da SAF Botafogo. Segundo Textor, ele ainda detém 90% das ações, e a Eagle não teria o direito de vendê-las. A disputa judicial pode levar à rescisão do acordo de compra e venda.
O Corinthians enfrenta sérias dificuldades financeiras, recebendo um transfer ban da Fifa por não pagar a contratação do volante José Martínez. O clube corre o risco de sofrer novas punições por dívidas de 2024, incluindo um débito de R$ 42 milhões com o Talleres pela compra de Rodrigo Garro e uma pendência de R$ 6 milhões com o Midtjylland pelo volante Charles. A gestão busca soluções para honrar esses compromissos e evitar novas sanções.
A Justiça do Distrito Federal suspendeu, em caráter provisório, novos pagamentos do BRB ao Flamengo referentes a um contrato de patrocínio renovado até março de 2027 no valor de R$ 42,6 milhões. A decisão atende a uma ação popular que alega afronta à moralidade administrativa e que a manutenção dos repasses seria lesiva ao patrimônio público, especialmente devido a suspeitas de envolvimento do BRB em um esquema fraudulento do Banco Master.
O Corinthians recebeu um novo transfer ban nesta quinta-feira (21) devido à dívida de US$ 2 milhões com o Philadelphia Union pela contratação do volante José Martínez. A gestão atual tenta negociar o pagamento à vista para evitar sanções.
O Corinthians recebeu um transfer ban da FIFA devido a uma dívida de aproximadamente US$ 1,5 milhão com o Philadelphia Union pela compra do volante José Martínez em 2024. A sanção impede o clube de registrar novos jogadores por até três janelas de transferência, podendo ser revertida com o pagamento integral da dívida.
O Figueirense pode ser punido com transfer ban por uma dívida de mais de R$ 900 mil com o Cascavel referente à contratação do volante Oberdan. A Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) deu um prazo até 20 de maio de 2026 para o clube catarinense regularizar o pagamento, sob risco de ter seu registro de novos atletas suspenso por seis meses.
A Fifa destina cerca de US$ 11 mil (R$ 53,8 mil) por dia para cada clube cujos jogadores forem convocados para a Copa do Mundo. Esse valor visa compensar a ausência do atleta durante o período do torneio, com um montante máximo de US$ 250 mil (R$ 1,2 milhão) por jogador em caso de eliminação na fase de grupos.
Jorge Sampaoli acionou o Atlético-MG na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) cobrando R$ 10 milhões referentes à multa rescisória de sua saída do clube. O treinador e sua comissão técnica alegam atraso no pagamento de parcelas acordadas após sua demissão em fevereiro.
O Corinthians iniciou o pagamento do Regime Centralizado de Execuções (RCE), desembolsando R$ 5,2 milhões em duas parcelas. Apesar do início dos pagamentos, a dívida total do clube subiu de R$ 190,8 milhões para R$ 224,9 milhões devido à incidência de juros. O plano prevê o pagamento em dez anos, com parcelas progressivas baseadas nas receitas recorrentes do clube.
O Ministério Público de São Paulo abriu um procedimento investigatório criminal para apurar a contratação de uma empresa de segurança pelo Corinthians sem contrato formal e com possíveis irregularidades. A investigação aponta crimes como furto de valores, falsidade ideológica e infrações tributárias.
O Santos atrasou o pagamento dos salários e direitos de imagem do elenco, que deveriam ter sido quitados até 11 de maio. A diretoria busca regularizar parte da dívida antes do jogo contra o Coritiba pela Copa do Brasil, visando evitar mais problemas financeiros com os jogadores.
A FIFA está atrasando pagamentos a torcedores que revenderam ingressos para a Copa do Mundo de 2026 através da plataforma oficial. Centenas de torcedores reclamam de não receberem os valores devidos, mesmo após a entidade cobrar taxas sobre as transações. A FIFA justifica os atrasos por "casos mais complexos" e inconsistências na verificação de dados.
A Ponte Preta foi punida pela Câmara Nacional de Resoluções de Disputas (CNRD) com um novo transfer ban de seis meses por atrasar o pagamento de parcelas de um acordo para quitação de dívidas. Esta punição impede o clube de registrar novos jogadores na CBF e se soma a outras restrições que já afetaram o time. A situação financeira do clube é crítica, com atrasos salariais e desempenho preocupante na Série B.
O Corinthians atrasou o pagamento dos salários do elenco profissional e da comissão técnica, com previsão de regularização para a próxima segunda-feira. O clube enfrenta problemas de fluxo de caixa devido a dívidas e compromissos financeiros.
A Corte Arbitral do Esporte (CAS) marcou para o dia 28 de maio a audiência sobre a cobrança de multa de R$ 15 milhões feita pelo técnico Pedro Caixinha contra o Santos. O valor refere-se aos vencimentos do treinador e de sua comissão técnica após sua demissão do clube. Apesar da audiência, o processo não deve ser concluído imediatamente, com o Santos tendo 45 dias após a sentença final para efetuar o pagamento.
O Tribunal Arbitral da FGV afastou John Textor da presidência da SAF Botafogo, com a decisão provisória prestes a ser ratificada. O afastamento impacta diretamente a venda do jogador Alexander Barboza ao Palmeiras, essencial para quitar a folha de pagamento do clube. A indefinição sobre a permanência de Durcesio Mello na diretoria também influencia a gestão.
O Corinthians foi cobrado pela Justiça a apresentar detalhes sobre credores e comprovar pagamentos dentro do Regime Centralizado de Execuções (RCE). Para manter o fluxo de caixa em fevereiro, o clube antecipou mais de R$ 70 milhões em patrocínios e contratos, o que aumentou seu endividamento bancário.