Uma força-tarefa do Ministério Público e da Polícia Civil abriu um novo inquérito para investigar possível corrupção privada no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação, que é a terceira do tipo no clube, tem como alvo o ex-diretor social Antonio Donizete Gonçalves, o Dedé, e apura negociações sobre concessões e taxas cobradas em nome do clube.
O Ministério Público e a Polícia Civil instauraram um novo inquérito para investigar supostos atos de corrupção no departamento social do São Paulo. O ex-diretor social do clube, conhecido como Dedé, é o principal alvo, suspeito de oferecer vantagens indevidas. As denúncias levaram ao impeachment e posterior renúncia do presidente Julio Casares, com uma consultoria contratada para investigar internamente.
A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar suposta corrupção no departamento social do São Paulo Futebol Clube. A investigação tem como foco António Donizete Gonçalves, o Dedé, ex-diretor social, que teria solicitado altas quantias em dinheiro para conceder benefícios. Esta é a terceira investigação envolvendo o clube nos últimos meses.
Rafinha, recém-apresentado como gerente esportivo do São Paulo, confirmou ter recebido pagamentos em dinheiro vivo no clube, prática que ele define como "bicho molhado" e comum no futebol. A declaração surge em meio a uma investigação policial sobre saques de R$ 11 milhões das contas do Tricolor, com o ex-jogador minimizando seu envolvimento por não estar presente na época dos fatos.
O ex-volante Cristian, com passagens por Corinthians, Flamengo e outros clubes, foi acusado de violência doméstica pela ex-esposa, Camila Baroni. A mulher alega ter sido ameaçada e que o ex-jogador entrou em seu apartamento indevidamente. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Uma investigação da Polícia Civil apura saques vultosos em espécie das contas do São Paulo Futebol Clube, ultrapassando R$ 10 milhões, durante a gestão de Julio Casares. Dinheiro teria sido depositado para dirigentes, que justificam como premiação, e envolve empresários e pessoas próximas, sem indícios de crime organizado.
A Polícia Civil de São Paulo abriu investigação sobre um suposto esquema ilegal de venda de ingressos de um camarote no estádio Morumbis, pertencente ao São Paulo Futebol Clube. O Ministério Público solicitou o inquérito, que corre sob segredo de Justiça, enquanto o clube também conduz apurações internas.
O São Paulo Futebol Clube declarou desconhecer qualquer investigação oficial da Polícia Civil sobre supostos desvios de verbas em negociações de atletas. O clube se colocou à disposição para prestar esclarecimentos caso seja formalmente notificado.