O Corinthians foi condenado judicialmente a pagar cerca de R$ 60 mil a Luiz Fernando Monteiro de Moraes, ex-funcionário do clube que teve seu nome citado indevidamente na auditoria interna sobre o caso Nike. A juíza entendeu que houve retaliação contra o analista, que alegou ter sido demitido injustamente por não compactuar com um 'trabalho político'. Marcelo Munhoes, ex-diretor que liderou a auditoria, rebateu as acusações e afirmou que a demissão foi motivada por 'ingerência e indisciplina'.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva do vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, além de indeferir todas as medidas cautelares solicitadas pelo Ministério Público. O pedido estava relacionado à investigação sobre irregularidades na distribuição de materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube. A defesa do dirigente criticou a iniciativa do MP-SP, alegando que se baseava em suposições sem provas.
Por Bruno Cassucci e Gabriel Oliveira em 2026-06-03
O Ministério Público denunciou Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, por apropriação indébita e outras acusações relacionadas ao caso dos materiais esportivos da Nike. A denúncia se baseia em relatórios, auditorias internas e depoimentos, apesar de um relatório da Polícia Civil ter considerado que não houve crime. Caso a Justiça aceite a denúncia, Mendonça se tornará réu e poderá sofrer medidas cautelares.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, por supostos crimes relacionados à retirada de materiais esportivos fornecidos pela Nike. A investigação, que teve início após uma auditoria interna, aponta para a retirada irregular de 131 itens, com possível tentativa de coação de testemunhas.
Um relatório interno aponta má gestão de produtos da Nike no Corinthians, gerando tensão nos bastidores do clube. O vice-presidente Armando Mendonça é o principal alvo das críticas e tenta descredibilizar a auditoria, que foi encaminhada para análise e apuração.