O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. O pedido foi feito após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha chave, que o promotor considera possível tentativa de intimidação de testemunhas. A defesa do dirigente classificou o pedido como descabido e ilegal, alegando perseguição política.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, suspeito de retaliar uma testemunha do caso Nike por meio do desligamento do diretor Marcelo Munhoes. A defesa do dirigente contestou o pedido, alegando que a decisão de afastamento foi tomada exclusivamente pelo presidente Osmar Stabile e classificando a manifestação do promotor como abusiva. O caso será decidido pela 25ª Vara Criminal da Barra Funda.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão do ex-diretor de tecnologia Marcelo Munhoes pode configurar tentativa de intimidação de testemunhas. Mendonça é acusado de apropriação indébita agravada e furto qualificado, em investigação sobre desaparecimento de materiais esportivos da Nike no clube. A defesa do dirigente classificou o pedido como abusivo e alegou suspeição do promotor Cássio Conserino.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão de Marcelo Munhoes, considerado testemunha importante em investigação sobre irregularidades com materiais esportivos da Nike, pode intimidar outras testemunhas. A defesa do dirigente nega envolvimento no desligamento e classifica o pedido como abusivo, questionando ainda a imparcialidade do promotor Cássio Conserino. O pedido será analisado pela 25ª Vara Criminal de São Paulo.
A Justiça do Rio Grande do Sul determinou nesta sexta-feira a soltura de Alexandre Mendes, auxiliar técnico do Grêmio, que estava preso preventivamente desde a quinta-feira por suposto descumprimento de medida protetiva. A defesa argumentou que Mendes não descumpriu a medida, pois apenas esteve na Expointer, feira pública em Esteio, onde também estava sua ex-companheira, sem qualquer contato ou aproximação. O caso envolve uma ação por violência psicológica que ainda tramita sem sentença.
A defesa de Alexandre Mendes, auxiliar técnico do Grêmio, protocolou pedido de revogação da prisão preventiva e nega que ele tenha descumprido a medida protetiva concedida à ex-companheira. Mendes foi preso na chegada da delegação do Grêmio a Porto Alegre após empate com o Remo, em Belém. A defesa alega que ele esteve na Expointer em momento diferente da suposta vítima, sem qualquer contato, e solicitou imagens do local e quebra de sigilo telefônico.
A Justiça determinou a soltura de Alexandre Mendes, auxiliar técnico do Grêmio, após a revogação de sua prisão preventiva. Ele estava detido sob acusação de descumprimento de medida protetiva ligada a um processo de violência doméstica. A defesa nega a acusação e alega que a denúncia é falsa.