A Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, réu no processo que apura suposto desvio de materiais esportivos da Nike. A juíza também indeferiu medidas cautelares solicitadas pelo promotor, como acesso ao Parque São Jorge. O dirigente divulgou uma manifesto defendendo sua inocência e criticando o 'justiçamento' público.
A Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, além de outras restrições como afastamento do cargo e proibição de contato com testemunhas. A juíza Amanda Eiko Sato considerou que não há provas de que o dirigente tenha participado da demissão do diretor de TI Marcelo Munhoes, feita às vésperas de uma audiência. O caso faz parte do processo que investiga supostas irregularidades envolvendo materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. O pedido foi feito após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha chave, que o promotor considera possível tentativa de intimidação de testemunhas. A defesa do dirigente classificou o pedido como descabido e ilegal, alegando perseguição política.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão do ex-diretor de tecnologia Marcelo Munhoes pode configurar tentativa de intimidação de testemunhas. Mendonça é acusado de apropriação indébita agravada e furto qualificado, em investigação sobre desaparecimento de materiais esportivos da Nike no clube. A defesa do dirigente classificou o pedido como abusivo e alegou suspeição do promotor Cássio Conserino.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão de Marcelo Munhoes, considerado testemunha importante em investigação sobre irregularidades com materiais esportivos da Nike, pode intimidar outras testemunhas. A defesa do dirigente nega envolvimento no desligamento e classifica o pedido como abusivo, questionando ainda a imparcialidade do promotor Cássio Conserino. O pedido será analisado pela 25ª Vara Criminal de São Paulo.
O promotor Cássio Conserino classificou como irregularidade administrativa a paralisação das investigações contra ex-presidentes no Conselho Deliberativo do Corinthians. A decisão de suspender as apurações sobre o uso irregular do cartão corporativo ocorreu após troca de farpas entre Conserino e o presidente do Conselho, Romeu Tuma Júnior.