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Futebol Justiça rejeita pedido de prisão de vice-presidente do Corinthians Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo (SP) 22/10/2026 22h31 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Armando Mendonça Imagem: Reprodução/Instagram A Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público para prender preventivamente Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians. A juíza Amanda Eiko Sato, da 25ª Vara Criminal da Barra Funda, também rejeitou as outras restrições solicitadas contra o dirigente. O que aconteceu O pedido foi feito pelo promotor Cássio Roberto Conserino após a saída de Marcelo Munhoes da diretoria de Tecnologia da Informação do clube. Para o Ministério Público, a demissão, às vésperas de uma audiência, poderia intimidar testemunhas e prejudicar os depoimentos no processo. Patrick Cruz O favorito para a Agricultura se Flávio vencer a eleição Thais Bilenky Risco de abstenção é maior entre eleitores de Lula Juca Kfouri Que o Flamengo não repita o Vasco Joanna De Assis Sequência de Paulinho deixa Palmeiras em alerta Além da prisão, a Promotoria pediu o afastamento de Armando do cargo no Corinthians, a proibição de entrada nas dependências do clube e de contato com dirigentes e testemunhas. A juíza negou todas as solicitações. Na decisão, Amanda Eiko Sato afirmou que não havia provas concretas e recentes que justificassem a prisão. A magistrada também considerou que as demais restrições não eram necessárias diante dos elementos apresentados. Juíza não vê participação de vice em demissão Segundo a juíza, as informações do processo indicam que a decisão de demitir Munhoes partiu da Presidência do Corinthians e ocorreu em meio a uma disputa política interna. A magistrada afirmou que não há provas de que Armando tenha pedido, determinado ou influenciado a saída do então diretor de TI. A decisão também aponta que não há registro de contato do vice-presidente com Munhoes para pressioná-lo ou interferir em seu depoimento. Para a juíza, o fato de a demissão ter ocorrido perto da audiência não é suficiente para comprovar uma tentativa de interferir no processo. O Ministério Público argumentou que a saída do diretor poderia intimidar outros funcionários chamados para depor. Na avaliação da Promotoria, eles poderiam entender a demissão como uma punição por declarações contrárias aos interesses de integrantes da direção corintiana. Continua após a publicidade A defesa de Armando negou que o dirigente tenha participado da demissão. Os advogados também acusaram o Ministério Público de usar a disputa política interna do Corinthians para insistir em restrições já negadas pela Justiça. Promotor segue no processo Na mesma decisão, a juíza rejeitou um novo pedido da defesa para afastar Cássio Conserino do caso. Os advogados citaram a nota oficial divulgada pelo Corinthians, o pedido de prisão, o contato do promotor com a testemunha e manifestações jornalísticas anexadas ao processo. Amanda Eiko Sato entendeu que esses elementos não demonstram interesse pessoal do promotor no resultado da ação nem inimizade fora do processo . A magistrada também ressaltou que pedir medidas restritivas faz parte das atribuições do Ministério Público, cabendo à Justiça decidir se elas são justificadas. A juíza já havia mantido Conserino no caso em agosto . Na ocasião, considerou que a defesa não apresentou provas suficientes para justificar o afastamento do promotor. Armando é réu no processo que investiga supostas irregularidades envolvendo materiais esportivos fornecidos pela Nike ao Corinthians. A próxima audiência está marcada para 10 de novembro. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora A Fazenda: Parcial final de enquete UOL mostra disputa acirrada na 5ª Roça Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 24/10 a 31/10 PT entrega malote com sigilos e pede que Mendonça assuma 'papel de árbitro' Quem está na frente na nova pesquisa Datafolha? Veja números de Lula e Flávio Ex-volante do Grêmio é internado em UTI após infarto em futebol com amigos