O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. O pedido foi feito após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha chave, que o promotor considera possível tentativa de intimidação de testemunhas. A defesa do dirigente classificou o pedido como descabido e ilegal, alegando perseguição política.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, suspeito de retaliar uma testemunha do caso Nike por meio do desligamento do diretor Marcelo Munhoes. A defesa do dirigente contestou o pedido, alegando que a decisão de afastamento foi tomada exclusivamente pelo presidente Osmar Stabile e classificando a manifestação do promotor como abusiva. O caso será decidido pela 25ª Vara Criminal da Barra Funda.
O Corinthians demitiu Marcelo Munhoes, diretor de tecnologia do clube, por decisão do presidente Osmar Stabile. O motivo do desligamento está relacionado ao apoio de Munhoes à candidatura de Rozallah Santoro nas eleições do clube. O artigo também detalha o contexto eleitoral, com cinco chapas oficializadas e eleição prevista para 28 de novembro.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão do ex-diretor de tecnologia Marcelo Munhoes pode configurar tentativa de intimidação de testemunhas. Mendonça é acusado de apropriação indébita agravada e furto qualificado, em investigação sobre desaparecimento de materiais esportivos da Nike no clube. A defesa do dirigente classificou o pedido como abusivo e alegou suspeição do promotor Cássio Conserino.
O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão de Marcelo Munhoes, considerado testemunha importante em investigação sobre irregularidades com materiais esportivos da Nike, pode intimidar outras testemunhas. A defesa do dirigente nega envolvimento no desligamento e classifica o pedido como abusivo, questionando ainda a imparcialidade do promotor Cássio Conserino. O pedido será analisado pela 25ª Vara Criminal de São Paulo.