Um abaixo-assinado pela expulsão de ex-presidentes do Corinthians, incluindo Andrés Sanchez, Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo, atingiu mais de 31 mil assinaturas. O movimento "Expulsão Já" alega crimes cometidos pelo trio, como uso indevido do cartão corporativo e contratos de patrocínio prejudiciais ao clube.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, reverteu sua decisão e autorizou a retomada de investigações internas contra os ex-presidentes Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo. As apurações, suspensas previamente por dúvidas sobre restrições impostas aos investigados, foram liberadas após Tuma analisar o inquérito civil do Ministério Público, obtendo maior compreensão do contexto.
O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, prestou esclarecimentos à Comissão de Ética do clube sobre a invasão ao Parque São Jorge em maio de 2025. Ele tentou suspender a reunião, mas participou por videoconferência, defendendo-se das acusações. Outros conselheiros envolvidos na invasão também serão ouvidos antes da emissão de um parecer com possíveis punições.
A Justiça Federal manteve um protesto de R$ 40 milhões em nome de Augusto Melo, ex-presidente do Corinthians. O valor refere-se a atrasos em pagamentos e declaração de impostos durante sua gestão. Apesar de alegar que a dívida era do clube, a Justiça o considera "devedor solidário".
O Ministério Público de São Paulo marcou o depoimento do ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, para o dia 13 de novembro. Ele será interrogado sobre supostos gastos irregulares no cartão corporativo do clube durante sua gestão. A investigação segue o mesmo padrão usado com Andrés Sánchez e também abrange a gestão de Augusto Melo.