O Corinthians foi condenado em primeira instância a pagar R$ 40 mil ao lateral-esquerdo Reginaldo Borim, de 19 anos, após cancelar sua contratação para as categorias de base. O cancelamento ocorreu depois que o BID da CBF publicou imagem do jogador vestindo camisa de goleiro. A juíza reconheceu danos morais pela exposição pública do atleta, que tinha 17 anos na época do episódio.
O colunista PVC usa a trajetória do Corinthians para comentar as eleições presidenciais de 2026 entre Flávio Bolsonaro e Lula, alertando contra o voto de protesto. Ele compara a eleição que elegeu Augusto Melo na presidência do clube ao histórico 'voto Cacareco' de 1959 e evoca a Democracia Corinthiana de Sócrates e as Diretas Já como exemplos de votação positiva por ideias. O autor conclui que o Brasil deve evitar a eleição de protesto, lembrando que o Corinthians caiu para a zona de rebaixamento após escolher o 'Cacareco'.
O Corinthians demitiu Marcelo Munhoes, diretor de tecnologia do clube, por decisão do presidente Osmar Stabile. O motivo do desligamento está relacionado ao apoio de Munhoes à candidatura de Rozallah Santoro nas eleições do clube. O artigo também detalha o contexto eleitoral, com cinco chapas oficializadas e eleição prevista para 28 de novembro.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, anunciou que não será candidato à presidência do clube na próxima eleição, priorizando a reestruturação financeira e a negociação em andamento com a Caixa Econômica Federal. O empresário André Negão também desistiu de disputar o pleito, ficando confirmadas as candidaturas de Rozallah Santoro, André Castro, Sérgio Janikian, Ilmar Schiavenato e José Augusto Mendes. O cenário eleitoral ocorre após o impeachment de Augusto Melo em 2025, que levou Stabile ao cargo.
Osmar Stabile, presidente interino do Corinthians, anunciou que não será candidato à presidência do clube na próxima eleição, priorizando a conclusão do mandato e a reorganização financeira, incluindo a negociação com a Caixa Econômica Federal. Ele argumenta que uma candidatura poderia comprometer a estabilidade política necessária ao clube. Com sua desistência, a disputa eleitoral segue com cinco nomes: André Castro, Ilmar Schiavennato, José Augusto Mendes, Rozzallah Santoro e Sergio Janikian.
O Corinthians encerrou o prazo de registro de candidaturas à presidência do clube com cinco candidatos confirmados para a eleição marcada para 28 de novembro. O atual presidente, Osmar Stabile, decidiu não disputar a reeleição após divergências sobre o cálculo do período de seu mandato e o limite estatutário de 18 meses. Além da disputa presidencial, foram registradas 19 chapinhas para a eleição do Conselho Deliberativo.
O Corinthians quitou os salários atrasados de jogadores e funcionários referentes a setembro após a Caixa Econômica Federal liberar R$ 13 milhões que estavam bloqueados devido à dívida da Neo Química Arena. O valor faz parte de um acordo de R$ 27 milhões, e o restante ainda não tem data definida para devolução. A matéria também detalha as graves pendências financeiras do clube, incluindo quatro transfer bans da Fifa e dívidas com Philadelphia Union, CBF e Midtjylland.
O goleiro Cássio, atualmente no Cruzeiro, revelou em entrevista ao Charla Podcast que enfrentou depressão durante sua saída do Corinthians. O jogador explicou que a decisão de deixar o clube não foi motivada pela perda da titularidade, mas pela doença, que exigiu acompanhamento psiquiátrico e terapia. Cássio também comentou a oferta de contrato feita pelo então presidente Augusto Melo e elogiou o atual reserva do Cruzeiro, Otávio.
A matéria explica as condições e os prazos para que Osmar Stabile, presidente do Corinthians, possa registrar sua candidatura à reeleição no clube. A principal dúvida envolve a regra dos 18 meses de mandato e o momento em que esse período começa a contar, após o afastamento de Augusto Melo. O Conselho Deliberativo terá a decisão final caso a candidatura seja contestada por algum associado.
Cinco pré-candidatos já confirmaram suas candidaturas à presidência do Corinthians, com eleição marcada para 28 de novembro no Parque São Jorge. O artigo apresenta os perfis de Sérgio Janikian, André Negão, Rozallah Santoro, André Castro e José Augusto Mendes, além de citar a possível candidatura de Miriam Athiê e a busca de reeleição de Osmar Stabile. O pleito pode ser impactado por um inquérito do Ministério Público de São Paulo que apura possível intervenção judicial no clube.
A expulsão de Augusto Melo do quadro de sócios do Corinthians foi considerada uma medida histórica por colunistas do UOL, que a veem como uma tentativa de 'limpar a casa' e um sinal positivo para o futebol brasileiro. A decisão do Conselho Deliberativo, após recomendação da Comissão de Ética, visa responsabilizar quem causa prejuízos ao clube e precisa ser sustentada pela diretoria para ter força e evitar retornos futuros.
O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, foi expulso do quadro de associados do clube por decisão do Conselho Deliberativo. A expulsão ocorreu após uma votação onde 147 conselheiros votaram a favor da medida, que se deve à tentativa de retomar o poder após ter sofrido impeachment no ano anterior. Augusto Melo enfrentava acusações de irregularidades em contratos e responde a processos criminais.
O artigo analisa o fim do mandato de Augusto Melo como presidente do Corinthians, comparando-o com a saída de Andrés Sanchez e a renúncia de Duílio Monteiro Alves. O autor detalha as razões da expulsão de Melo, incluindo a denúncia sobre o contrato com a VaideBet e suas supostas ligações com o PCC, caracterizando seu mandato como 'calamitoso e corrupto'.
O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, foi expulso do quadro associativo do clube pelo Conselho Deliberativo. A decisão foi motivada por sua participação em ações para reverter sua destituição da presidência em maio de 2025, o que levou a processos disciplinares. A defesa de Augusto Melo contestou a validade do processo, alegando falhas e buscando suspensão judicial, mas a liminar não foi apreciada a tempo da votação.
O Conselho Deliberativo do Corinthians iniciará uma votação para decidir sobre a possível expulsão do ex-presidente Augusto Melo do quadro de associados do clube. A reunião, que também analisará conselheiros investigados por participação em episódios passados, ocorrerá em duas datas e julgará individualmente os envolvidos com base na ordem dos processos e grau de participação.
O Corinthians iniciou o processo de votação para expulsar o ex-presidente Augusto Melo do clube. A sessão extraordinária do Conselho Deliberativo ocorrerá em duas etapas, com a possibilidade de julgamento individual de vários conselheiros investigados.
O Corinthians recebeu um novo transfer ban nesta quinta-feira (21) devido à dívida de US$ 2 milhões com o Philadelphia Union pela contratação do volante José Martínez. A gestão atual tenta negociar o pagamento à vista para evitar sanções.
O Ministério Público de São Paulo arquivou um procedimento investigatório que apurava o suposto uso indevido de um cartão corporativo do Corinthians pelo ex-presidente Augusto Melo. A investigação concluiu que não foram encontradas compras ou despesas registradas no cartão vinculado à presidência durante a gestão de Melo, solicitando o arquivamento por ausência de indícios de uso indevido. No entanto, o MP ressalva que a decisão não abrange eventuais despesas feitas por meio de cartões adicionais, com uma apuração paralela para outros meios de pagamento ligados ao clube.
Um abaixo-assinado pela expulsão de ex-presidentes do Corinthians, incluindo Andrés Sanchez, Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo, atingiu mais de 31 mil assinaturas. O movimento "Expulsão Já" alega crimes cometidos pelo trio, como uso indevido do cartão corporativo e contratos de patrocínio prejudiciais ao clube.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, reverteu sua decisão e autorizou a retomada de investigações internas contra os ex-presidentes Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo. As apurações, suspensas previamente por dúvidas sobre restrições impostas aos investigados, foram liberadas após Tuma analisar o inquérito civil do Ministério Público, obtendo maior compreensão do contexto.