A Comissão de Justiça do Conselho Deliberativo do Corinthians se posicionou contra a convocação unilateral de uma reunião por Osmar Stabile, presidente do clube. O órgão alertou para o risco de intervenção judicial no Corinthians e recomendou o cancelamento do pleito. O Ministério Público de São Paulo também solicitou a inclusão do atrito no inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, e Leonardo Pantaleão, vice, enviaram um ofício aos conselheiros declarando que não reconhecem a reunião convocada por Osmar Stabile, presidente do clube, para votar o afastamento provisório de Tuma Júnior. A convocação de Stabile é vista como irregular e uma afronta estatutária por Tuma e Pantaleão. O Ministério Público de São Paulo também está investigando o atrito entre os dirigentes.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, reagiu com indignação à convocação de uma reunião extraordinária pelo presidente do clube, Osmar Stabile. Tuma Júnior classificou a ação como "manobra golpista" e estratégia para obstruir a reforma do estatuto. O vice-presidente do Conselho, Leonardo Pantaleão, também questionou a legalidade da convocação e negou presença.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, protocolou um pedido de impeachment contra Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do clube. A ação surge após um embate verbal entre os dois dirigentes sobre a contratação de seguranças envolvidos em um episódio de invasão ao clube em 2025. Ambos trocam acusações e alegam ter provas para sustentar suas versões.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, convocou a Assembleia Geral dos sócios para votar a reforma do estatuto do clube em 18 de abril. A votação incluirá a aprovação ou rejeição do projeto e itens como o direito de voto ao Fiel Torcedor e a transformação do clube em SAF. A convocação ocorreu após um bate-boca em reunião do Conselho Deliberativo.
Uma reunião do Conselho Deliberativo do Corinthians expôs uma forte crise entre o presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho, Romeu Tuma Júnior. A discussão intensa girou em torno da suposta recontratação de um segurança com histórico problemático, levando a acusações e trocas de ofensas entre os dirigentes. O conflito ofuscou a votação da reforma do estatuto do clube.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, prometeu solicitar o impeachment do presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, após uma discussão acalorada no Parque São Jorge. Stabile alega que Tuma o ameaçou e tentou interferir na gestão do clube. Tuma rebate as acusações, afirmando estar com a consciência tranquila e que a reforma estatutária é mais importante que qualquer cargo.
A votação da reforma do estatuto do Corinthians foi encerrada após um acalorado bate-boca entre o presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. As discussões envolveram acusações de interferência na gestão e ameaças, culminando na suspensão e posterior encerramento da reunião. A votação será levada para a Assembleia Geral dos sócios.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, reverteu sua decisão e autorizou a retomada de investigações internas contra os ex-presidentes Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo. As apurações, suspensas previamente por dúvidas sobre restrições impostas aos investigados, foram liberadas após Tuma analisar o inquérito civil do Ministério Público, obtendo maior compreensão do contexto.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, criticou veementemente o pedido de intervenção judicial no clube. Ele contestou as alegações do promotor Cássio Roberto Conserino sobre o descumprimento de ordens judiciais, afirmando que os órgãos internos do Corinthians estão funcionando ativamente.
O Conselho Deliberativo do Corinthians suspendeu a votação da reforma do estatuto do clube. A decisão ocorreu após conselheiros solicitarem ampliação do debate, levando à definição de dez audiências públicas para discutir os temas antes da votação final em fevereiro de 2026.
O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, apresentou um novo cronograma para a reforma do estatuto do clube. A votação do anteprojeto foi suspensa para a realização de dez audiências públicas a partir de 1º de dezembro de 2025, com o objetivo de debater os principais termos. Tuma vê um avanço no processo, especialmente na aprovação do direito a voto ao Fiel Torcedor.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, lamenta o pedido do Conselho de Orientação (Cori) para cancelar a votação da reforma estatutária. Ele critica a falta de sugestões construtivas do Cori e defende os avanços necessários para o clube, enquanto o Cori alega "ilegalidades" no processo. A matéria também aborda questões relacionadas à SAFiel e ao empresário Maurício Chamati.
Uma proposta de reforma do estatuto do Corinthians, que visa incluir sócios-torcedores no direito a voto, gerou tensão entre conselheiros. A discussão escalou a ponto de o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, abandonar uma reunião após desentendimentos com membros do Conselho de Orientação.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, pretende acelerar a votação da reforma estatutária do clube, apesar de pressões internas. O projeto deve ser submetido ao Conselho até o fim de novembro, com uma reunião informal para ajustes em 13 de novembro e a votação oficial em 24 de novembro.