A Comissão de Justiça do Conselho Deliberativo do Corinthians se posicionou contra a convocação unilateral de uma reunião por Osmar Stabile, presidente do clube. O órgão alertou para o risco de intervenção judicial no Corinthians e recomendou o cancelamento do pleito. O Ministério Público de São Paulo também solicitou a inclusão do atrito no inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial.
A Justiça homologou o programa de Recuperação Judicial do Tupi, que visa sanear as dívidas do clube. Como parte do plano, o histórico Estádio Salles Oliveira, avaliado em R$ 12 milhões, será vendido para auxiliar no controle do passivo.
O ex-jogador Carlos Alberto foi expulso de um condomínio no Rio de Janeiro por decisão judicial, devido a festas com som alto e uso indevido de áreas comuns. Foram registrados 52 episódios de transtorno entre 2019 e 2023. A defesa alega perseguição, mas a juíza considerou as infrações suficientes para a medida.
O São Paulo rescindiu unilateralmente o contrato com a fornecedora de alimentos e bebidas FGoal no Morumbis, alegando movimentações financeiras suspeitas. Em seu lugar, o clube firmou um acordo de cinco anos com a GSH, que estreia no próximo sábado. A FGoal contestou a decisão judicialmente, mas posteriormente desistiu da ação.
A empresa FGoal retirou uma ação judicial milionária contra o São Paulo após a rescisão de um contrato de fornecimento de alimentos e bebidas no Morumbis. A FGoal alegava prejuízos de R$ 5,19 milhões e motivou política, enquanto o clube argumentou saques indevidos. A Justiça negou um pedido liminar da empresa, que posteriormente desistiu da causa.
A FGOAL, antiga fornecedora de alimentos e bebidas do Morumbi, retirou uma ação judicial contra o São Paulo. O processo envolvia uma cobrança de mais de R$ 5 milhões após a rescisão do contrato, que ocorreu após uma auditoria interna apontar irregularidades financeiras na gestão da plataforma ZIG Pay pelo clube.
O Pinheirão, antigo "Maracanã de Curitiba", completa 19 anos fechado, sem receber jogos de futebol. O estádio, que já foi palco de grandes momentos e recebido seleções, agora vive um impasse judicial devido à disputa sobre o valor de desapropriação do terreno pelo governo do Paraná, que planeja construir um centro de eventos.
A SAF Botafogo solicitou a manutenção das decisões judiciais atuais relativas ao comando da empresa, incluindo a permanência de John Textor, até que o Tribunal Arbitral reavalie o caso. A empresa Eagle Bidco argumenta que a disputa deve ser resolvida exclusivamente por arbitragem, mas a SAF concorda com isso, desde que as medidas vigentes sejam mantidas temporariamente.
O Corinthians demonstra otimismo financeiro, com projeções indicando que o clube superou o risco de recuperação judicial e que a opção pela SAF não é mais inevitável. Essa confiança é baseada na gestão atual, que teria melhorado o fluxo de caixa e o controle de pagamentos, apesar da ausência de relatórios públicos detalhados.
A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou o pedido do Botafogo social para incluir John Textor como réu em um processo que corre em segredo de Justiça. O clube associativo também solicitou a nomeação de um interventor judicial para a administração da SAF e o pagamento de R$ 155,4 milhões como caução, mas todos os pedidos foram indeferidos.
O São Paulo encerrou uma disputa judicial com a empresa DIS referente à venda do jogador Paulo Henrique Ganso ao Sevilla em 2016. A DIS cobrava uma parcela de R$ 4 milhões, mas o São Paulo argumentou que o valor ficou retido pelo Fisco espanhol. Com a decisão judicial desfavorável, a DIS teve que arcar com os custos e depositou um pequeno valor para encerrar o processo.
A Blue Saúde, ex-patrocinadora do São Paulo, acusa o clube de descumprimento contratual após uma disputa judicial onde o clube cobra R$ 6,2 milhões por atraso em pagamentos. A empresa alega que o São Paulo rescindiu o acordo de forma irregular, o que a isentaria de pagar as parcelas devidas.
O Botafogo Futebol Clube (BFC) anunciou que recorrerá de uma decisão judicial que determinou a perda de cotas para a empresa Trexx, de Adalberto Baptista. A disputa judicial envolve uma dívida antiga relacionada a um programa de intercâmbio do Instituto Botafogo. Mesmo com a possível perda de cotas, o BFC afirma que continuará majoritário na Botafogo SA, mas outros processos podem alterar a composição societária.
O Corinthians recuou nas negociações para emprestar o atacante Kayky, do Bahia. A decisão se deu por conta de uma questão judicial entre os clubes, referente a um caso de aliciamento envolvendo o jogador Kauê Furquim.
O Palmeiras anunciou a rescisão do contrato de patrocínio com o Grupo Fictor devido a inadimplemento contratual e ao pedido de recuperação judicial da empresa. O clube estuda medidas legais para reaver os valores devidos. O acordo, firmado em março de 2025, previa o patrocínio máster do sub-20 e a presença da marca nas costas dos times profissional e feminino, com investimento de R$ 30 milhões.
John Textor foi afastado do cargo de diretor da Eagle Football Holdings pela investidora Ares. Apesar da demissão, Textor mantém o controle do Botafogo devido a uma liminar judicial. A decisão da Ares ocorre após o afastamento de outros dois diretores e um histórico de descontentamento com os investimentos de Textor, incluindo um empréstimo não quitado para a compra do Lyon.
John Textor formalizou uma proposta à Eagle Football para recomprar a SAF do Botafogo, em meio a um processo judicial em andamento. A oferta, cujos detalhes financeiros ainda não foram divulgados, visa separar o clube carioca da rede europeia da empresa multiclubes.
Dirigentes licenciados do São Paulo, Douglas Schwartzmann e Mara Casares, estão sendo investigados por coação em um inquérito policial. A investigação apura uma ligação onde eles pressionaram uma compradora de camarote a retirar um processo judicial.
O presidente do Corinthians, Osmar Stábile, discute a necessidade de uma reestruturação financeira profunda no clube, que pode incluir a opção de Recuperação Judicial. Ele enfatiza a importância da administração profissional e da reforma em todos os centros de custo, independentemente das consequências.
O Corinthians entrou com recurso solicitando a suspensão de um inquérito policial que apura uma possível intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo contestou os argumentos corintianos, defendendo a manutenção do inquérito e destacando que o Judiciário pode intervir em casos excepcionais.