A jogadora de vôlei Tifanny Abreu, atleta trans do Osasco, desabafa nas redes sociais após ser afastada da Superliga pela nova política de elegibilidade da CBV, que restringe o naipe feminino a atletas do sexo biológico feminino. Ela cita um texto de apoio da capitã da Seleção Brasileira, Gabi Guimarães, e avalia recorrer à Justiça comum para reverter a suspensão de sua liminar.
A oposta Tifanny Abreu publicou mensagem nas redes sociais reafirmando o desejo de continuar no vôlei, em meio à decisão da Justiça Desportiva que a proibiu de disputar competições organizadas pela CBV. A atleta havia obtido liminar que permitiu sua participação na Supercopa, onde marcou 15 pontos e conquistou o título pelo Osasco, mas a autorização foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A defesa da jogadora informou que pretende recorrer à Justiça comum.
A oposta Tifanny se manifestou publicamente pela primeira vez após a Justiça Desportiva vetar a liminar que lhe permitia disputar competições nacionais de vôlei. A decisão, divulgada em 23 de outubro, impede sua participação na Superliga Feminina e em outras competições organizadas pela CBV. A atleta, primeira transexual a atuar no vôlei feminino brasileiro, afirmou que seguirá lutando para retornar às quadras.
O comentarista André Rizek defendeu que a final da Libertadores será entre Palmeiras e Estudiantes e criticou a forma estranha como foi conduzido o caso Marcos Rojo na semifinal contra o Flamengo. O clube brasileiro contesta a escalação do zagueiro, que atuou no Maracanã respaldado por liminar do CAS, e pede à Conmebol a derrota do time argentino por placar administrativo de 3 a 0. Rizek também revelou que os dirigentes das duas equipes se encontraram no dia do jogo de volta, quando o Flamengo reiterou sua discordância com a escalação.
O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) explicou, em documento de 24 páginas, por que concedeu a liminar que garantiu a inscrição de Marco Rojo pelo Estudiantes na semifinal da Libertadores. Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, as explicações não encerram o caso, mas dificultam a tese do Flamengo, que questionava a legalidade da inscrição do jogador. O documento destaca que a própria Conmebol já aceitou situação semelhante em 2024, com o Lanús na Sul-Americana, e que não há data marcada para o julgamento final.
A Unidade Disciplinar da Conmebol rejeitou o recurso do Flamengo que questionava a regularidade de Marcos Rojo, do Estudiantes, na semifinal da Libertadores, confirmando a final entre o time argentino e o Palmeiras. O tribunal da entidade entendeu que, pela liminar concedida pelo CAS, o jogador estava regular no momento da partida. O CAS ainda julgará a regularidade da inscrição de Rojo para as próximas partidas, e o Flamengo pode recorrer à corte de apelações da Conmebol.
Juan Sebastián Verón, presidente do Estudiantes, garantiu que o clube argentino não corre risco de perder a vaga na final da Libertadores por causa da escalação de Marcos Rojo contra o Flamengo. Rojo atuou no Maracanã amparado por liminar do TAS, e o Flamengo acredita que uma decisão desfavorável no julgamento do mérito pode eliminar os argentinos. O julgamento definitivo não tem data definida, mas o Flamengo deseja que ocorra antes da final de 28 de novembro, em Montevidéu, contra o Palmeiras.
A reportagem explica a disputa jurídica sobre a escalação do argentino Marcos Rojo pelo Estudiantes contra o Flamengo na semifinal da Libertadores, após a inscrição do jogador ter sido negada duas vezes pela Conmebol e liberada por liminar do CAS. O Flamengo entrou com ação questionando a regularidade do atleta e cita precedentes de punição com derrota por 3x0 em casos de inscrição irregular. A decisão final caberá primeiro ao CAS, sobre a regularidade, e depois à Conmebol, sobre eventual pena.
O Flamengo acionou a Conmebol para tentar reverter judicialmente sua eliminação na semifinal da Copa Libertadores. O clube contesta a escalação do zagueiro Marcos Rojo pelo Estudiantes, que atuou respaldado por liminar do CAS após a Conmebol negar seu registro. O Flamengo pede a aplicação do artigo 19 do Código Disciplinar, que prevê derrota por placar administrativo de 3 a 0 em casos de escalação irregular.
A Justiça Desportiva decidiu por unanimidade contra a elegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua participação no Osasco. A decisão decorre da nova política da CBV, que adota regras do COI exigindo teste genético negativo para o gene SRY. A defesa da atleta afirma que recorrerá ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e à Justiça comum.
Por Gustavo Riguetti, Leonardo Martins em 2026-10-23
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, revogar a liminar que garantia a participação da atleta trans Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, impedindo-a de jogar a Superliga pelo Osasco. A decisão decorre da nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI, que exige teste genético negativo para o gene SRY. O Osasco entra em quadra neste sábado contra o Mackenzie, pela segunda rodada da Superliga Feminina.
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, pela inelegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua atuação pelo Osasco na Superliga. A decisão se baseia em uma nova política de elegibilidade que utiliza a triagem do gene SRY. A atleta ainda pode recorrer à Justiça comum para tentar reverter o entendimento e garantir sua continuidade nas partidas.
A Justiça de São Paulo rejeitou liminar da Feng que tentava impedir a execução do contrato entre o São Paulo e a Ticketmaster para gestão de ingressos e sócio-torcedor. A decisão da 12ª Vara Cível do TJ-SP mantém a vigência do acordo assinado pelo presidente Harry Massis, que prevê antecipação de R$ 110 milhões ao clube. A Feng, que tinha contrato até 2031, alegava exclusividade e direito de preferência, mas pode ainda transformar o pedido cautelar em ação plena.
A Justiça Desportiva baneu, por unanimidade, a jogadora Tifanny Abreu das competições organizadas pela CBV, e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que permitia sua atuação pelo Osasco na Superliga feminina de vôlei. A defesa da atleta pretende recorrer da decisão judicial. O caso ocorre às vésperas do jogo entre Osasco e Mackenzie pela segunda rodada da competição.
O Flamengo protocolou pedido na Conmebol questionando a regularidade do zagueiro Marcos Rojo, do Estudiantes, na semifinal da Libertadores. Rojo havia sido considerado irregular para a primeira partida, mas obteve liminar no TAS para atuar. O Código Disciplinar da Conmebol prevê punição de perda do jogo por 3x0 em caso de escalação de jogador irregular.
Por Diego Garcia e Pedro Ivo Almeida em 2026-10-20
A concessionária Fla-Flu fez uma última tentativa judicial, minutos antes da decisão, para impedir o jogo Vasco x Boca Juniors no Maracanã, mas foi derrotada por 18 votos a 0 no TJ-RJ. O ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, também já havia rejeitado o pedido da concessionária. A partida está confirmada para o estádio, com quase 70 mil ingressos vendidos.
O TJRJ, em votação unânime de 25 desembargadores, derrubou a liminar do Consórcio Fla-Flu e confirmou que a semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco e Boca Juniors será no Maracanã. A decisão levou em conta a segurança pública, a logística com o elenco argentino já no Rio e os cerca de 70 mil ingressos vendidos. Após quase três semanas de batalhas judiciais, o Vasco encara o Boca nesta terça-feira, com vantagem de 1 a 0 construída na Bombonera.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirmou, por decisão unânime de 25 desembargadores, que o jogo entre Vasco e Boca Juniors pela Sul-Americana será disputado no Maracanã. A decisão encerra três semanas de litígios entre o Vasco e o Consórcio Fla-Flu, administrador do estádio. Cerca de 70 mil ingressos já foram vendidos para a partida de volta, após vitória vascaína por 1 a 0 em La Bombonera.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu por unanimidade derrubar a liminar do Consórcio Fla-Flu, confirmando a realização de Vasco x Boca Juniors no Maracanã pela volta da semifinal da Sul-Americana. O Vasco chega ao jogo de vantagem após vencer por 1 a 0 na Bombonera e precisa apenas de um empate para se classificar à final. A disputa judicial durou cerca de três semanas e os ingressos para o confronto já estão esgotados.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) votou de forma unânime, com 25 desembargadores, para derrubar liminar do Consórcio Maracanã que impedia a realização do jogo Vasco x Boca Juniors. A partida de volta da semifinal da Copa Sul-Americana está confirmada no Maracanã, encerrando disputa judicial de três semanas entre Vasco e a dupla Flamengo-Fluminense. O Vasco joga por empate após vitória por 1 a 0 na Bombonera.