O Sindicato Nacional das Associações de Futebol entrou com um pedido no Cade para questionar a legalidade da venda de parte dos direitos de TV da Série A pela LFU a investidores. A entidade alega desrespeito à Lei Geral do Esporte, enquanto a LFU defende a legalidade de seu modelo de negócios.
Um parecer jurídico aponta ilegalidades na criação da Liga Forte União (LFU), especialmente na cessão antecipada de direitos de transmissão por 50 anos a fundos de investimento. O documento foi entregue ao Cade, que investiga suspeitas de concentração econômica e intervenção na autonomia esportiva.
O artigo discute a intervenção do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nas ligas de futebol brasileiras, Liga Forte União e Libra. O autor ressalta a estranheza dessa ação, dado o histórico de monopólio nos direitos de transmissão e a falta de intervenção prévia do Cade. A matéria também aborda a oferta de dinheiro para clubes da Série B e o interesse da CBF em controlar a segunda divisão.
O Cade, em liminar, proibiu a Libra e a LFU de admitirem novos clubes em suas estruturas até a conclusão de uma investigação sobre prática de gun jumping. A decisão visa evitar a concentração econômica antes da aprovação do órgão. O Atlético-MG é citado como exemplo de movimentação que motivou a medida.
O Cade determinou que a Libra e a LFU não podem associar novos clubes, impactando o Atlético-MG e o Vitória. A investigação apura suspeita de 'gun jumping' por parte das ligas.