Clubes brasileiros buscam a inclusão da CBF nas discussões para a criação de uma liga única de futebol no país. A formação de grupos como a Libra e a FFU reforça a necessidade de um diálogo institucional que contemple a confederação, com reuniões já agendadas para abril. Há divergências sobre a gestão da futura liga, mas a busca por um consenso visa encerrar disputas e unificar as forças do futebol nacional.
A Premier League renovou seus direitos de transmissão para a América do Sul e Caribe com a ESPN até 2031, por £450 milhões (R$ 2,8 bilhões), um aumento de 25%. Este acordo destaca a força global da liga e o crescimento do interesse sul-americano, contrastando com a estagnação no mercado britânico. A liga busca expandir sua presença digital e comercial em territórios estratégicos.
O Cade multou a Libra em R$ 559 mil pela prática de 'gun jumping', que é iniciar uma operação empresarial antes da aprovação do órgão regulador. A Futebol Forte União do Futebol Brasileiro (FFU) firmou acordo sem penalidade, pois não atingiu os critérios de faturamento que tornariam a notificação obrigatória. Ambas as entidades terão 60 dias para informar atos já realizados e se comprometeram a comunicar mudanças futuras na negociação de direitos de transmissão por três anos.
Clubes da Série B do Campeonato Brasileiro manifestaram insatisfação com a gestão do bloco comercial Futebol Forte União (FFU), antigo LFU. As equipes criticam a desvalorização institucional da competição, depreciação no valor das cotas e opacidade nos processos de negociação. A FFU, por sua vez, defende que houve aumento de receitas.
A Série B do Campeonato Brasileiro enfrenta um ambiente tenso em seu Conselho Técnico devido a divergências sobre cotas de TV e pedidos de ajuda financeira. Clubes associados à Forte Futebol União reclamam dos resultados financeiros obtidos com a negociação dos direitos de transmissão, enquanto outros optaram por fechar diretamente com a CBF em busca de um valor fixo maior. A logística e o apoio da confederação em áreas como antidoping e arbitragem também são pontos de preocupação.
O dia no Corinthians foi marcado por movimentações nos bastidores, com Bruno Spindel atuando na diretoria e o eco das demissões de Dorival Júnior no Flamengo. O clube agiu rápido para garantir a contratação de Spindel, que também envolveu um rigor de compliance e interesse do Botafogo. Financeiramente, o Corinthians se destaca entre os grandes ganhadores de direitos de transmissão do Brasileirão-25. Conversas sobre reforços como Gérson surgiram, assim como o planejamento para reduzir despesas em 2026 e a consolidação da permanência de Gustavo Henrique até 2027.
A TNT adquiriu os direitos de transmissão da Copa Sul-Americana a partir de 2027, superando o SBT em uma licitação. A emissora pretende usar seu canal no YouTube para transmitir os jogos, visando um público mais jovem e digital, em detrimento do alcance da TV aberta. A Libertadores terá mudanças menores, com a Globo mantendo a TV aberta e a ESPN a TV fechada, enquanto a Paramount não terá mais jogos por enquanto.
A Conmebol divulgou as empresas vencedoras dos direitos de transmissão da Libertadores e da Sul-Americana para o período de 2027 a 2030. A Globo renovou seu contrato para a Libertadores, enquanto a ESPN adquiriu os direitos de ambas as competições na TV fechada. Na Sul-Americana, a TNT Sports transmitirá nas plataformas abertas.
Um parecer jurídico aponta ilegalidades na criação da Liga Forte União (LFU), especialmente na cessão antecipada de direitos de transmissão por 50 anos a fundos de investimento. O documento foi entregue ao Cade, que investiga suspeitas de concentração econômica e intervenção na autonomia esportiva.
A Globo e a CazéTV adquiriram os direitos de transmissão da Copa do Mundo Feminina de 2027, que acontecerá no Brasil. A Globo exibirá 56 jogos em TV aberta e todos no Sportv, enquanto a CazéTV transmitirá todas as partidas em seu canal no YouTube. Esta será a primeira vez que o Brasil sedia a competição.
O artigo discute a intervenção do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nas ligas de futebol brasileiras, Liga Forte União e Libra. O autor ressalta a estranheza dessa ação, dado o histórico de monopólio nos direitos de transmissão e a falta de intervenção prévia do Cade. A matéria também aborda a oferta de dinheiro para clubes da Série B e o interesse da CBF em controlar a segunda divisão.