Mauro Cezar Pereira, comentarista do Canal UOL, avalia a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 como cada vez mais injustificável. Segundo ele, a presença do jogador, ainda sem condições de jogo, serve como cortina de fumaça para esconder problemas da seleção e demonstra fragilidade técnica e falta de personalidade da equipe. Outros comentaristas reforçam a crítica à dependência do time e à falta de uma ideia de jogo clara.
O artigo analisa a estreia de Erling Haaland na Copa do Mundo, destacando sua performance com gols e participação ativa no jogo contra o Iraque. O texto sugere que o jogador norueguês se apresentou à competição com grande estilo, marcando presença e demonstrando sua força.
O colunista Samir Carvalho criticou a intensidade de Casemiro em treinos da seleção brasileira, comparando-a com sua performance em jogos. Ele questiona se o volante manterá a mesma garra na Copa do Mundo, após ter feito um carrinho em Endrick que, segundo Samir, foi desnecessário e arriscado perto da estreia.
O comentarista Julio Gomes avalia que a expectativa de Neymar decidir jogos decisivos na Copa do Mundo é irrealista, comparando-a a "acreditar em duende". Ele destaca a recuperação de lesão do atacante, sua provável ausência na estreia do Brasil e a falta de sinais claros de bom desempenho físico. Gomes sugere que a discussão sobre Neymar pode desviar o foco de outras áreas importantes da seleção.
Arnaldo Ribeiro, em artigo para o UOL, critica a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo, considerando-a mal feita e com poucas opções táticas no meio-campo. O comentarista aponta a insistência em um sistema com apenas dois jogadores de meio, alertando para a falta de alternativas em caso de necessidade de alteração tática durante o torneio.
O colunista Milton Neves analisa a crescente torcida contra a Seleção Brasileira em Copas do Mundo, que se intensificou com escândalos na CBF e a polêmica convocação de Neymar. Ele sugere que a edição de 2026 pode ser a que terá a maior torcida negativa, dividida entre a rejeição à equipe e a rejeição ao jogador.
A presença de Neymar na seleção brasileira é vista como um fator importante que transcende o campo, influenciando positivamente o ambiente do grupo e a conexão com os torcedores. Comentaristas debatem o peso do camisa 10 na convocação, considerando tanto seu impacto fora de campo quanto a expectativa sobre seu desempenho em momentos cruciais.
O artigo de opinião de Danilo Lavieri argumenta que o torcedor brasileiro, apesar de reclamar da seleção, demonstra grande interesse por ela, o que ele chama de 'o esporte número um'. A contradição se manifesta no discurso de indiferença versus o alto consumo de conteúdo e audiência quando a seleção joga. A irritação com a seleção muitas vezes deriva do conflito com o calendário do futebol nacional, que tira jogadores dos clubes.
Rodrigo Mattos, em sua coluna de opinião no UOL, defende que Samuel Lino, jogador do Flamengo, é subestimado pela torcida apesar de entregar um alto número de assistências. O comentarista destaca a boa atuação de Lino em uma posição centralizada, onde potencializou a parceria com Pedro, e aponta que problemas de finalização podem influenciar a percepção negativa dos torcedores.
O artigo discute se o técnico Carlo Ancelotti sempre teve o desejo de convocar Neymar para a seleção brasileira. Colunistas do UOL debatem o tema após a torcida gritar o nome do jogador no Maracanã, mesmo com a equipe vencendo por 6 a 2. A análise se concentra no peso de Neymar nas decisões do treinador e na consistência de seus discursos sobre a convocação de jogadores em plena forma física.
O comentarista Julio Gomes critica a condução da lesão de Neymar na seleção brasileira, avaliando que Carlo Ancelotti 'enganou todo mundo' ao manter o jogador mesmo sem condição de jogo. Segundo Gomes, a comunicação sobre a lesão foi confusa e a decisão de não cortar Neymar sugere que o técnico desejava mantê-lo no grupo apesar das incertezas.
Comentaristas do UOL debatem a necessidade de Carlo Ancelotti cortar Neymar da seleção brasileira para corrigir a rota rumo ao Mundial. A lesão de grau 2 na panturrilha do jogador é vista como uma janela de oportunidade para a comissão técnica demonstrar autoridade e recuperar a confiança na preparação para a Copa.
A colunista Alicia Klein analisa a convocação de Neymar para a Copa do Mundo, levantando dúvidas sobre a veracidade da informação de sua lesão e criticando a decisão da CBF em priorizar o jogador em detrimento de atletas em melhor forma física. Klein argumenta que, mesmo saudável, Neymar não seria mais um dos melhores de sua posição e que a CBF optou pelo 'circo' do jogador, gerando um foco excessivo na sua condição física.
O jornalista Pedro Lopes, em análise para o UOL, comenta a decisão da CBF de manter Neymar no grupo da seleção, mesmo com a lesão muscular. A entidade recebeu um documento sinalizando a condição do jogador, que demandará de duas a três semanas de recuperação. A decisão é considerada questionável e tem gerado grande repercussão nos bastidores e na cobertura midiática, ofuscando outros assuntos.
Walter Casagrande, em artigo de opinião no UOL News Esporte, critica o alto custo de Memphis Depay para o Corinthians, destacando que o clube não pode sustentar um salário de R$ 6 milhões mensais por um jogador com apenas 15 minutos em campo. Casagrande defende que a entrega esportiva e a disponibilidade para jogar devem ser os critérios para renovação de contrato, e não fatores extracampo.
O jornalista Rodrigo Mattos analisa a movimentação do técnico Leonardo Jardim, do Flamengo, em convidar Jorge Jesus para visitar o Ninho do Urubu. Segundo Mattos, a ação visa neutralizar especulações e ruídos externos sobre o trabalho de Jardim, que não estaria ameaçado no clube.
O jornalista Paulo Vinícius Coelho (PVC) expressou sua opinião sobre a convocação de Neymar para a Copa do Mundo, afirmando que não se desapontará com o técnico Carlo Ancelotti por essa decisão. PVC argumenta que o treinador precisa atender às expectativas de milhões de brasileiros, e não apenas às expectativas individuais. A matéria também aborda a divisão de opiniões no país em relação ao jogador e a expectativa em torno de sua condição física após uma lesão.
O artigo discute a exclusão de jogadores notáveis das convocações para a Copa do Mundo de 2026, destacando as decisões dos treinadores de seleções como Inglaterra, Brasil e França. Jogadores como Phil Foden, Harry Maguire, Cole Palmer, João Pedro e Eduardo Camavinga ficaram de fora por opção técnica, apesar de serem destaques em seus clubes.
O colunista Pedro Lopes, em sua análise no Canal UOL, defende a convocação de Neymar para a Copa do Mundo, apesar de reconhecer que o jogador não justificou a chamada em campo. Lopes também considera improvável o retorno do atacante para encerrar a carreira no Santos após o Mundial, indicando uma reavaliação profissional em andamento.
O colunista Juca Kfouri criticou a celebração do retorno de Neymar à seleção brasileira, argumentando que quem se alegra com isso não entende de futebol e confunde o jogador atual com sua versão de 2010. Ele questiona a unanimidade em torno de Neymar, afirmando que o jogador tem no máximo 30% de aprovação popular.