O colunista Milton Neves analisa o debate entre Wayne Rooney e Cafu sobre o status de Neymar no futebol mundial. Enquanto Cafu exalta o talento e a técnica de Neymar, comparando-o favoravelmente a Messi, Rooney o considera fora do nível de elite de Messi e Cristiano Ronaldo. Milton Neves, embora respeite Cafu, concorda com Rooney, argumentando que Neymar não alcançou seu potencial máximo, diferentemente de Messi e Cristiano Ronaldo.
Comentaristas debatem o futuro de Dorival Júnior no Corinthians, considerando que a partida contra o Flamengo será crucial. A pressão sobre o técnico é alta, com opiniões divididas sobre a justiça de sua situação e o impacto financeiro de uma possível demissão.
A colunista Milly Lacombe narra sua experiência assistindo a um jogo entre Vasco e Fluminense, onde sua euforia com a vantagem do seu time foi substituída pela decepção com o resultado final. O texto reflete sobre a imprevisibilidade do futebol e as lições de humildade que o esporte ensina.
Rui Costa, executivo do São Paulo, criticou a arbitragem em favor do Palmeiras, sugerindo que o rival se beneficiou em vitórias recentes. Anderson Barros, diretor do Palmeiras, rebateu as acusações, classificando a postura de Costa como oportunista e defendendo a evolução da arbitragem.
O artigo analisa um clássico entre Santos e Corinthians, destacando que, apesar de todas as emoções do jogo, como gols, expulsões e lesões, o foco principal foi a pouca participação de Neymar. A matéria discute se a ausência do jogador em destaque foi estratégica ou um reflexo de seu preparo físico.
O Flamengo goleou o Botafogo por 3 a 0 em um clássico de futebol. A partida, marcada pela superioridade rubro-negra, viu o time poupar esforços no segundo tempo, evitando uma goleada ainda maior.
O colunista Milton Neves relata o aumento da visibilidade de camisas do São Paulo nas ruas de São Paulo, associando o fenômeno ao bom início do time no Brasileirão. Apesar do otimismo, o autor expressa cautela quanto à sustentabilidade da boa fase, citando a instabilidade interna do clube.
Um evento organizado pelo governo para combater o feminicídio e a violência de gênero acabou se tornando um exemplo de machismo, ao segregar homens e mulheres em salas diferentes. A colunista Milly Lacombe critica a organização do evento e a aparente negligência do governo em ouvir as pautas femininas, apesar de iniciativas positivas anteriores.
Colunistas do UOL avaliam a evolução de Lucas Paquetá no Flamengo após a vitória sobre o Cruzeiro. Paulo Massini e Igor Siqueira destacam a atuação aguerrida e a capacidade de pressão do meio-campista, sugerindo que ele pode ter chances na Seleção Brasileira.
A contratação de Roger Machado pelo São Paulo é vista como uma decisão intrinsecamente ligada ao diretor executivo Rui Costa. O comentarista Gabriel Sá destacou que a permanência de Rui Costa durante a coletiva de apresentação de Roger Machado reforçou essa ligação, que será decisiva para o futuro de ambos no clube, independentemente do sucesso ou fracasso do treinador.
A jornalista Fabíola Andrade analisa a reação de Neymar às críticas sobre sua ausência em um jogo do Santos, afirmando que ele, aos 34 anos, ainda não sabe lidar com a desaprovação pública. A matéria também aborda a coletiva de Roger Machado e a opinião sobre Gabigol ser convocado para a seleção.
Roger Machado, novo técnico do São Paulo, expressou que seu trabalho à frente do clube será distinto do de seu antecessor, Hernán Crespo. Ele detalhou diferenças táticas, como a preferência por uma linha de dois zagueiros em vez de três, e seu desejo de imprimir um estilo de jogo mais ofensivo e com maior pressão na bola.
O Lyon empatou em 1 a 1 com o Paris FC no Campeonato Francês, somando o terceiro jogo sem vitória. O técnico Paulo Fonseca explicou a ausência de Endrick no time titular devido ao risco de lesão, após o jogador ter retornado recentemente de um afastamento prolongado. A imprensa europeia criticou o desempenho de Endrick em partidas anteriores.
O colunista Gabriel Sá, do UOL Esporte, criticou a publicação de Neymar sobre a saída do zagueiro João Basso do Santos. Sá sugere que, se Neymar deseja montar um time, deveria participar da Kings League. A opinião aborda a interferência de Neymar nas decisões do clube.
O artigo "Adeus, Messi" de Milly Lacombe critica duramente a postura de Lionel Messi ao confraternizar com Donald Trump, um ex-presidente dos EUA com um histórico controverso. A autora argumenta que essa atitude desvaloriza o peso histórico do jogador e o compara negativamente com Maradona, rebaixando-o de ídolo a uma figura "minúscula".
O colunista Milton Neves discute as razões pelas quais o Flamengo, apesar de sua enorme torcida, parece cultivar uma imagem de clube antipático. Ele relembra o passado, quando o clube era mais bem visto, e aponta episódios recentes como a tragédia do Ninho do Urubu, a pressão pela volta do futebol durante a pandemia e demissões controversas de técnicos como fatores que contribuíram para essa percepção.
Danilo Lavieri avalia que o Palmeiras encaminhou o título paulista após a vitória por 1 a 0 sobre o Novorizontino. Apesar de lamentar a falta de poder de fogo para ampliar o placar, o comentarista defende o desempenho do time e acredita que o resultado mínimo é suficiente para a vantagem na final. Ele prevê que o Novorizontino se exporá em casa, abrindo espaço para os contra-ataques do Palmeiras.
O artigo discute a suspensão e multa aplicadas a um zagueiro do Bragantino por comentários machistas, argumentando que essas medidas são ineficazes e representam apenas um 'teatro'. A autora sugere que o jogador precise de letramento sobre feminismo e impacto social para uma real transformação, em vez de punições superficiais.
Colunistas do UOL debatem se o Novorizontino deveria pagar R$ 1 milhão para ter o jogador Rômulo na final do Paulistão. Walter Casagrande avalia que o investimento não vale a pena, enquanto Alicia Klein sugere que o clube busque outras formas de cobrir o custo.
O Palmeiras venceu o Novorizontino por 1 a 0 no primeiro jogo da final do Paulistão, mas apresentou uma atuação decepcionante. Apesar da vantagem para o jogo de volta, a equipe corre risco de ser surpreendida fora de casa.