O colunista Juca Kfouri assina crônica pessoal sobre o trabalho como forma de terapia, homenageando sua mãe Luiza, educadora que não abdicava de trabalhar mesmo idosa e frágil. Ele relembra a filha Camila, médica que atendeu pacientes on-line até a véspera de sua morte, e conclui que seguir ao trabalho é a melhor forma de honrar a lição familiar.
Texto de opinião em que Rodrigo R. Monteiro de Castro presta homenagem e solidariedade ao colunista Juca Kfouri pela morte prematura de sua filha Camila, aos 48 anos. O autor reflete sobre a dor de um pai que perde uma filha, o amor da família Kfouri e a presença espiritual permanente dos que partem. O futebol aparece apenas de forma tangencial, como referência às paixões públicas do colunista, como o Corinthians.
Coluna de opinião de Juca Kfouri intitulada 'Vesti Democracia', publicada no canal de futebol do UOL em 26/10/2026. O conteúdo integral do texto está bloqueado por paywall, mas o contexto da página revela ambiente pós-eleitoral brasileiro de 2026, com a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro. A coluna é uma peça de opinião em que o autor apresenta e defende suas ideias a partir de interpretação de fatos e dados.
Coluna de opinião de Juca Kfouri que apresenta uma extensa lista poética de pequenas alegrias do cotidiano, do 'doce de leite na colher' ao 'gol do Brasil na Copa'. O texto culmina em umadeclaração política de apoio, comparando as delícias do dia a dia com o comício, o voto e a vitória eleitoral de Lula. O autor encerra com entusiasmo: 'Melhor do que isso, só vitória do Lula de virada! Bora Lula!'.
Coluna de Juca Kfouri que incentiva o Clube do Remo na luta contra o rebaixamento na reta final do Campeonato Brasileiro. O texto usa a metáfora da travessia de Ulisses na Odisseia para exaltar a superação e destaca o goleiro Marcelo Rangel como grande nome do elenco. Cita exemplos históricos de viradas, como Corinthians contra Chelsea e Vitória contra Flamengo, para inspirar a equipe em Belém.
O artigo critica o patrocínio de casas de apostas no futebol brasileiro, argumentando que elas não são essenciais para a existência do esporte e causam danos sociais aos torcedores endividados. O autor ressalta que o futebol existia muito antes da entrada dessas empresas e que a maioria dos torcedores é contra essa associação.
A colunista Luiza Oliveira, em análise no Canal UOL, discute a influência de Lionel Messi sobre a arbitragem na Copa do Mundo. Ela sugere que o peso do jogador pode gerar hesitação nos árbitros, levando a decisões que favoreçam a Argentina, embora pondere que isso não garanta benefícios automáticos e mencione outros fatores que afetam a credibilidade da arbitragem.
Mauro Cezar Pereira avalia que Cristiano Ronaldo não teria espaço na seleção portuguesa sob o comando de Jorge Jesus, caso ele assuma o posto de técnico. O comentarista critica a autocrítica do jogador e sua contribuição para o time em campo, considerando sua idade avançada e a necessidade de adaptação tática. A análise sugere que um técnico com o perfil de Jesus poderia gerenciar melhor a situação, diferentemente de gestões anteriores.
A análise de Rodrigo Mattos, publicada no UOL, discute a chegada de Jorge Jesus à seleção de Portugal e as prováveis mudanças que ele implementará na equipe. O comentarista destaca o estilo de jogo ofensivo de Jesus e a pressão que ele impõe aos jogadores, além de abordar a dependência excessiva de Cristiano Ronaldo e a falta de jogo coletivo em Portugal.
Diversos clubes do futebol brasileiro querem discutir a saída da Federação de Futebol da União (FFU) após uma decisão do Cade que permite a livre saída de entidades. A CBF apoia a vontade dos clubes em formar uma nova liga, gerando expectativa de intensas discussões sobre o futuro das ligas existentes ou o surgimento de um novo formato.
Mauro Cezar Pereira, comentarista do Canal UOL, avalia a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 como cada vez mais injustificável. Segundo ele, a presença do jogador, ainda sem condições de jogo, serve como cortina de fumaça para esconder problemas da seleção e demonstra fragilidade técnica e falta de personalidade da equipe. Outros comentaristas reforçam a crítica à dependência do time e à falta de uma ideia de jogo clara.
O artigo analisa a estreia de Erling Haaland na Copa do Mundo, destacando sua performance com gols e participação ativa no jogo contra o Iraque. O texto sugere que o jogador norueguês se apresentou à competição com grande estilo, marcando presença e demonstrando sua força.
O colunista Samir Carvalho criticou a intensidade de Casemiro em treinos da seleção brasileira, comparando-a com sua performance em jogos. Ele questiona se o volante manterá a mesma garra na Copa do Mundo, após ter feito um carrinho em Endrick que, segundo Samir, foi desnecessário e arriscado perto da estreia.
Arnaldo Ribeiro, em artigo para o UOL, critica a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo, considerando-a mal feita e com poucas opções táticas no meio-campo. O comentarista aponta a insistência em um sistema com apenas dois jogadores de meio, alertando para a falta de alternativas em caso de necessidade de alteração tática durante o torneio.
O comentarista Julio Gomes avalia que a expectativa de Neymar decidir jogos decisivos na Copa do Mundo é irrealista, comparando-a a "acreditar em duende". Ele destaca a recuperação de lesão do atacante, sua provável ausência na estreia do Brasil e a falta de sinais claros de bom desempenho físico. Gomes sugere que a discussão sobre Neymar pode desviar o foco de outras áreas importantes da seleção.
O colunista Milton Neves analisa a crescente torcida contra a Seleção Brasileira em Copas do Mundo, que se intensificou com escândalos na CBF e a polêmica convocação de Neymar. Ele sugere que a edição de 2026 pode ser a que terá a maior torcida negativa, dividida entre a rejeição à equipe e a rejeição ao jogador.
A presença de Neymar na seleção brasileira é vista como um fator importante que transcende o campo, influenciando positivamente o ambiente do grupo e a conexão com os torcedores. Comentaristas debatem o peso do camisa 10 na convocação, considerando tanto seu impacto fora de campo quanto a expectativa sobre seu desempenho em momentos cruciais.
O artigo de opinião de Danilo Lavieri argumenta que o torcedor brasileiro, apesar de reclamar da seleção, demonstra grande interesse por ela, o que ele chama de 'o esporte número um'. A contradição se manifesta no discurso de indiferença versus o alto consumo de conteúdo e audiência quando a seleção joga. A irritação com a seleção muitas vezes deriva do conflito com o calendário do futebol nacional, que tira jogadores dos clubes.
Rodrigo Mattos, em sua coluna de opinião no UOL, defende que Samuel Lino, jogador do Flamengo, é subestimado pela torcida apesar de entregar um alto número de assistências. O comentarista destaca a boa atuação de Lino em uma posição centralizada, onde potencializou a parceria com Pedro, e aponta que problemas de finalização podem influenciar a percepção negativa dos torcedores.
O artigo discute se o técnico Carlo Ancelotti sempre teve o desejo de convocar Neymar para a seleção brasileira. Colunistas do UOL debatem o tema após a torcida gritar o nome do jogador no Maracanã, mesmo com a equipe vencendo por 6 a 2. A análise se concentra no peso de Neymar nas decisões do treinador e na consistência de seus discursos sobre a convocação de jogadores em plena forma física.