José Trajano criticou o trabalho do técnico Carlo Ancelotti na seleção brasileira, classificando-o como 'decepcionante' até o momento. O comentarista aponta que a equipe joga em ritmo abaixo de seleções europeias fortes e que a vitória sobre o Haiti gerou uma euforia desproporcional, mascarando a lentidão do time.
O colunista José Trajano defende o goleiro Alisson, afirmando que as críticas ao jogador são uma "perseguição sem sentido". Ele argumenta que, apesar de estar fora de forma, Alisson possui vasta experiência e boa reputação na Inglaterra. Rodrigo Mattos concorda que há dúvidas sobre o momento atual do goleiro, especialmente após o amistoso contra o Panamá.
José Trajano expressa incômodo com as indefinições e teimosias do técnico Carlo Ancelotti na seleção brasileira, especialmente no que diz respeito ao meio-campo. Ele critica a insistência em um modelo de jogo que expõe fragilidades e questiona a forma como Neymar seria encaixado, defendendo a necessidade de mais jogadores no setor central.
José Trajano, em análise no Canal UOL, expressou ceticismo sobre o impacto de Dorival Júnior no São Paulo, argumentando que o treinador não resolverá todos os problemas do clube. Segundo Trajano, a expectativa em torno de Dorival é exagerada e o time enfrenta uma crise profunda com base em desculpas e um ciclo ruim iniciado com trocas de comando anteriores.
José Trajano, em análise no Canal UOL, opinou que Filipe Luís, ex-técnico do Flamengo, era superior a Leonardo Jardim e que sua demissão foi mal conduzida. Trajano criticou o comportamento de Jardim após a derrota para o Palmeiras, comparando-o a Abel Ferreira.
José Trajano, comentarista do Canal UOL, sugere que o técnico Abel Ferreira poderia se antecipar a um possível desgaste com a torcida do Palmeiras e pedir demissão, saindo "por cima". A opinião surge em meio a protestos mesmo com o time liderando o Brasileirão.
José Trajano expressa emoção com o título do Arsenal após 22 anos de jejum, relembrando sua relação com o clube e a espera ansiosa. Ele compara a conquista atual com a de um campeonato estadual que viu na adolescência, destacando o impacto de viver esse momento aos 80 anos.
A convocação de Neymar para a Copa do Mundo é vista como um ato de marketing pela CBF, segundo o colunista José Trajano. Ele critica a submissão do técnico Ancelotti aos interesses comerciais e lobbies, comparando a situação a um roteiro desgastado que já prejudicou outros treinadores.
O jornalista José Trajano acredita que Endrick e Neymar podem atuar juntos na seleção brasileira para a Copa do Mundo, argumentando que Endrick também pode jogar pela direita. Rodrigo Mattos discorda, preferindo Endrick pela sua versatilidade e desempenho atual, enquanto Juca Kfouri sugere que o técnico Carlo Ancelotti pode convocá-los para evitar pressão durante o torneio.
José Trajano criticou veementemente a convocação do goleiro Bento para a pré-lista da seleção brasileira para a Copa do Mundo, classificando um lance como 'frango inacreditável'. Rodrigo Mattos concordou com a crítica, questionando a capacidade de Bento e Hugo Souza para o nível de seleção.
O comentarista Juca Kfouri afirmou no "Posse de Bola" que o técnico Fernando Diniz é um "gavião da fiel" e "corintiano radical", destacando suas origens na zona Leste de São Paulo e sua paixão pelo Corinthians. Apesar de estar invicto e com a defesa sólida, o time ainda não convence em termos de exibição, segundo outros comentaristas como José Trajano e Arnaldo Ribeiro.
José Trajano, no Posse de Bola do Canal UOL, ironizou a reação de Neymar ao gesto de levar os dedos aos ouvidos em meio a vaias na Vila Belmiro, sugerindo que poderia ser uma campanha de marketing para cotonetes. A análise também abordou o mau humor da torcida santista com o jogador e comparou a situação estrutural e econômica de Palmeiras, São Paulo, Santos e Corinthians.
O colunista José Trajano avaliou a chegada de Fernando Diniz ao Corinthians, afirmando que o treinador tem a oportunidade de realizar um trabalho que Dorival Júnior não conseguiu no clube. Apesar de ter mudado sua postura inicial de ceticismo, Trajano acredita que Diniz pode ter sucesso com o elenco atual, enquanto Juca Kfouri ressalta a necessidade do time apresentar resultados em campo.
José Trajano avaliou a performance de Endrick em apenas 15 minutos em campo contra a Croácia, sugerindo que o jovem jogador pode ter conquistado sua vaga na seleção brasileira para a Copa do Mundo. Trajano comparou a agressividade e a iniciativa de Endrick com o que se esperava de Neymar em seu auge.
O comentarista José Trajano analisa a volta de Cuca ao Santos, descrevendo-o como um "fantasma que tenta sobreviver" no mercado de treinadores. Ele compara Cuca com outros técnicos "congelados" e discute a instabilidade no comando do Santos, com foco na relação entre Cuca e Neymar.
José Trajano, em análise no Canal UOL, destacou Carlo Ancelotti como o primeiro técnico recente da seleção brasileira a não tratar Neymar como intocável. A comissão técnica deixou a porta aberta para o jogador, mas condicionada a demonstração de intensidade e 100% de preparo físico.
O colunista José Trajano critica a demissão de Hernán Crespo e a contratação de Roger Machado pelo São Paulo, considerando a decisão uma 'temeridade'. Ele argumenta que o time está em bom momento no Brasileirão, o que aumenta a pressão por resultados imediatos para o novo técnico.
Colunistas do UOL, Walter Casagrande Jr. e José Trajano, debatem a homenagem da torcida do Flamengo a Filipe Luís. Eles sugerem que a homenagem surge de um sentimento de culpa da torcida, que teria criticado o desempenho do time enquanto ele era técnico.
O jornalista José Trajano avaliou que o atacante Vitor Roque, do Palmeiras, merece uma convocação para a seleção brasileira devido ao seu desempenho no título do Campeonato Paulista. Trajano descreveu o jogador como um "terror" e um "tanque" pela sua força e atrevimento em campo.
O colunista José Trajano criticou a forma como o Flamengo demitiu Filipe Luís do comando técnico, classificando a atitude como 'desrespeitosa' e 'canalha'. Trajano argumenta que, embora o Flamengo tivesse o direito de demitir o técnico, a maneira como foi feita foi desumana e não condiz com as contribuições de Filipe Luís.