A Seleção Brasileira de futebol acredita que Neymar, após se recuperar de lesão, estará bem preparado fisicamente para ter um impacto positivo em campo durante a Copa do Mundo. Apesar dos riscos de reincidência de lesões em um jogador de 34 anos, o foco e o trabalho intensivo do atacante são vistos como pontos fortes para sua performance.
O comentarista Samir Carvalho expressou preocupação sobre a condição de Neymar, afirmando que o problema vai além do físico, citando a dificuldade em bater faltas e a falta de encaixe tático. A discussão gira em torno da convocação e do nível de exigência do futebol atual para o jogador.
O lateral-esquerdo Douglas Santos expressou a esperança da seleção brasileira em ter Neymar em sua plena capacidade física para a Copa do Mundo. Ele mencionou que os jogadores estão torcendo pela recuperação completa do camisa 10, que se recupera de uma lesão muscular na panturrilha.
O colunista Walter Casagrande Jr. criticou a ausência recorrente de Neymar nos treinos da seleção brasileira, afirmando que a situação se repete há dois anos. Casagrande declarou que não discute mais jogadores que não têm condições de jogo, preferindo focar em quem pode atuar e na montagem da equipe.
Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, detalhou o momento em que decidiu convocar Neymar para a Copa do Mundo de 2026, citando a regularidade e o bom nível de desempenho do atacante no Campeonato Brasileiro. O treinador expressou confiança na conquista do hexa e ressaltou a importância do aspecto mental e do altruísmo para o sucesso da equipe.
O colunista Milton Neves analisa a crescente torcida contra a Seleção Brasileira em Copas do Mundo, que se intensificou com escândalos na CBF e a polêmica convocação de Neymar. Ele sugere que a edição de 2026 pode ser a que terá a maior torcida negativa, dividida entre a rejeição à equipe e a rejeição ao jogador.
O ex-goleiro Zetti analisa a situação da seleção brasileira às vésperas da Copa do Mundo. Ele elogia a experiência do goleiro Weverton, mesmo como terceira opção, e defende a importância da presença de Neymar no elenco, mesmo que lesionado, para liderar o time e distribuir responsabilidades.
O artigo de Juca Kfouri discute a "doença Brasil", com sintomas que se manifestam em atitudes lamentáveis nos estádios e na política. O autor critica aplausos a gestos obscenos de jogadores, cânticos de guerra em jogos de futebol e a possibilidade de eleger candidatos com histórico de corrupção e envolvimento com milícias.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho (PVC) avaliou que Carlo Ancelotti incluiu Neymar no grupo da seleção brasileira com o objetivo de aproximar a torcida da equipe, e não para utilizá-lo como peça efetiva em campo. Segundo PVC, a presença do jogador, mesmo sem atuar, gera mobilização e atrai fãs, o que auxilia o técnico a engajar o público com o time. PVC também discute as limitações de minutos e posições que impediriam a titularidade de Neymar, além de abordar o peso do atacante no ambiente interno da seleção.
O artigo analisa a despedida da seleção brasileira em um amistoso, destacando a elitização do acesso ao Maracanã, a exclusão racial e social, e as bizarrices ocorridas durante o evento. A autora critica a hipocrisia em torno da idolatria a Neymar e celebra o potencial de Rayan, enquanto aponta a falta de liberdade de torcer.
A coluna de Milly Lacombe analisa a postura de Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, diante de questionamentos sobre a convocação de Neymar, mesmo contundido. A autora argumenta que Ancelotti utilizou evasivas e piadas para contornar a situação, demonstrando habilidade em navegar em ambientes de poder e acomodar interesses, especialmente financeiros e de afeto em torno de Neymar. A análise sugere que o treinador está cumprindo um papel estratégico em vez de focar puramente no desempenho esportivo.
A lesão de Neymar dominou a coletiva de imprensa do técnico Carlo Ancelotti, que preferiu não especular sobre a condição do jogador. Apesar do foco em Neymar, outros atletas como Vini Jr e Wesley também foram mencionados, com o treinador explicando suas posições.
Neymar está focado em um regime intensivo de recuperação de uma lesão na panturrilha para estar pronto para a Copa do Mundo. O atacante tem trabalhado em dois períodos com preparadores e fisioterapeutas da seleção, em um esquema de concentração. Ele acompanhará a delegação no amistoso contra o Panamá no Maracanã antes de viajar para os Estados Unidos.
Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, enfrenta sua primeira grande prova de fogo com a imprensa. A coletiva antes do amistoso contra o Panamá promete ser tensa, com a "novela Neymar" dominando as questões devido à sua lesão e convocação. O treinador precisará responder sobre o conhecimento da contusão e os próximos passos para o jogador e a seleção.
Arnaldo Ribeiro, no programa Posse de Bola do Canal UOL, critica a convocação de Neymar para a seleção brasileira após sua lesão, afirmando que a justificativa esportiva se perdeu e a situação virou um "teatro". Ele defende que a CBF deve ser transparente com o torcedor sobre os reais motivos da convocação, considerando a falta de ritmo de jogo do jogador.
O artigo analisa a trajetória de Neymar, comparando seu auge há 12 anos com sua situação atual, longe das principais finais. O colunista Mauro Cezar Pereira discute o impacto financeiro e a audiência da Champions League, contrastando o brilho passado do jogador com as preocupações atuais sobre lesões e sua convocação pela CBF.
Matheus Cunha lamentou a lesão de Neymar, mas demonstrou confiança na recuperação do jogador para a Copa do Mundo. Ele ressaltou a importância de todos os jogadores estarem bem para o objetivo da seleção. Cunha também minimizou a relevância do número da camisa, focando no orgulho de vestir a amarelinha e em seu próprio papel tático.
O comentarista Danilo Lavieri analisa a narrativa da CBF e do Santos em relação à lesão de Neymar, afirmando que as versões apresentadas não se sustentaram com o tempo. Ele critica a postura da CBF de se colocar como vítima e questiona a aceitação de um laudo sem imagens, sugerindo que a convocação deveria ter sido apresentada como uma escolha política.
O artigo relata um dia de ajustes na seleção brasileira de futebol, com destaque para a lesão de Neymar, que o tira da Copa, e a escalação de Luiz Henrique como titular. A matéria discute as implicações táticas dessa ausência e a preparação da equipe para os próximos amistosos, culminando na despedida contra o Panamá antes do Mundial.
A coluna de Walter Casagrande Jr. no UOL questiona a veracidade das informações sobre a lesão de Neymar, criticando a falta de transparência do jogador, do Santos e da CBF. O autor argumenta que a convocação de Neymar, mesmo lesionado, pode impactar negativamente o desempenho da seleção na Copa, questionando a forma física e a capacidade do jogador de decidir jogos importantes nos últimos anos.