A apresentadora francesa France Pierron criticou o atacante Doku por cogitar deixar a seleção na Copa do Mundo para assistir ao nascimento do filho. Ela argumentou que o pai tem um papel "inútil" nesse momento e que Doku não deveria perder a oportunidade de disputar um mundial por isso. A fala gerou debate, e o jogador expressou o desejo de estar presente, mas ciente das outras considerações.
O comentarista Samir Carvalho expressou preocupação sobre a condição de Neymar, afirmando que o problema vai além do físico, citando a dificuldade em bater faltas e a falta de encaixe tático. A discussão gira em torno da convocação e do nível de exigência do futebol atual para o jogador.
O artigo discute a dualidade entre a celebração legítima de um gol de Vinicius Jr. e a crítica inadequada a Virgínia Fonseca. O autor argumenta que, enquanto comemorar um feito esportivo é positivo, o xingamento sexualizado e a humilhação de mulheres não são aceitáveis, mesmo em meio à cultura midiática do futebol.
O ex-ministro e acionista majoritário do Junior Barranquilla, Fuad Char, criticou duramente o jogador James Rodríguez, chamando-o de 'preguiçoso de m...' e questionando sua convocação para a seleção colombiana. Char expressou que o jogador não contribui fisicamente e não tem a disciplina necessária no futebol atual.
O colunista Juca Kfouri criticou a celebração do retorno de Neymar à seleção brasileira, argumentando que quem se alegra com isso não entende de futebol e confunde o jogador atual com sua versão de 2010. Ele questiona a unanimidade em torno de Neymar, afirmando que o jogador tem no máximo 30% de aprovação popular.
O jornal espanhol Marca criticou Vinícius Júnior por sua ausência no último jogo do Real Madrid na temporada contra o Athletic Bilbao. A publicação apontou que o atacante parecia mais preocupado consigo mesmo e com suas férias antecipadas, em vez de estar presente para se despedir de companheiros como Carvajal e Alaba e apoiar o time.
O artigo de Juca Kfouri, intitulado "A Copa e a culpa", critica a forma como a Copa do Mundo é tratada no Brasil. O autor utiliza uma lista de associações de palavras para expor um tom irônico e crítico sobre o evento, sugerindo que há uma relação problemática entre a competição e a sociedade brasileira.
O comentarista Juca Kfouri minimiza a atual situação do Palmeiras na Libertadores, argumentando que o time ainda depende de si para a classificação. Ele aborda a pressão sobre o técnico Abel Ferreira e a possibilidade de sua saída, comparando o momento com campanhas anteriores do clube na competição.
O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, criticou veementemente as condições do gramado dos Aflitos após a derrota de sua equipe para o Náutico. Além disso, ele questionou a arbitragem e relatou um tratamento desrespeitoso em Recife, comparando a situação a episódios de décadas passadas.
O comentarista Arnaldo Ribeiro avalia as ameaças direcionadas ao zagueiro Dória como inaceitáveis, indicando uma "doença" na comunidade são-paulina. Ele critica a hostilidade excessiva por parte de torcedores e a covardia das redes sociais, comparando a situação com o caso de Willian no Corinthians.
Walter Casagrande criticou Carlo Ancelotti por se contradizer em relação à convocação de Neymar para a Seleção Brasileira. Segundo Casagrande, o técnico afirmou que convocaria apenas jogadores 100% fisicamente, mas a convocação de Neymar, que estaria machucado e sem jogar há anos, minou sua credibilidade. O comentarista também avaliou que a presença do jogador e seu entorno manterá um ambiente de 'oba-oba' nas concentrações, mesmo que a equipe possa obter bons resultados.
A matéria analisa a convocação de Neymar para a Copa do Mundo, argumentando que a decisão de Ancelotti prejudica jovens talentos e a própria instituição da seleção brasileira. A autora critica a idolatria em torno do jogador, citando polêmicas e comportamentos controversos.
O colunista Juca Kfouri criticou a convocação de Neymar para a Copa do Mundo, classificando-a como uma 'confissão de submissão' do técnico Carlo Ancelotti. Ele também lamentou a ausência de João Pedro na lista, considerando-a um 'crime'. A análise sugere que a renovação do contrato de Ancelotti influenciou a decisão de convocar Neymar para evitar críticas em caso de eliminação.
O técnico do Flamengo, Leonardo Jardim, criticou o gramado sintético da Arena da Baixada após o empate contra o Athletico-PR. Ele comparou o campo a um 'carpete de casa', indicando que sua qualidade prejudica a prática do futebol. Outros jogadores como Pedro e Neymar já haviam reclamado anteriormente sobre a mesma superfície.
A cantora Kacey Musgraves criticou a Fifa por cobrir um mural de baleias em Dallas com tinta azul para dar espaço a uma obra relacionada à Copa do Mundo de 2026. O artista Wyland, autor do mural original, afirmou que não foi consultado e que a intervenção artística foi substituída sem permissão.
Kylian Mbappé, atacante do Real Madrid e capitão da seleção francesa, concedeu uma entrevista à revista Vanity Fair onde abordou a pressão desproporcional que a equipe enfrenta e a importância do posicionamento político dos atletas. Ele também discutiu a gestão da fama desde a adolescência e a cultura francesa de críticas constantes.
A análise critica o livro "O grande livro dos craques" por excluir importantes jogadores de futebol de sua lista de 100 nomes. O autor Juca Kfouri argumenta que, apesar da qualidade da obra e das ilustrações, a ausência de craques como Di Stéfano e Didi representa "pecados capitais" e diminui a credibilidade da seleção.
O colunista Milton Neves critica a atitude de Neymar Jr. ao agredir um companheiro de equipe em um treino, comparando-a à postura passiva do Santos em situações polêmicas. Neves questiona a ideia de Neymar ser um jogador 'bom de grupo' e defende Robinho Jr., a vítima da agressão, chamando-o de 'atacando a vítima'.
O artigo de opinião de Juca Kfouri critica a cultura tóxica e a 'ética de vestiário' presente no futebol, utilizando o caso de Neymar e Robinho Júnior no Santos como exemplo. Kfouri defende que atitudes como a cobrança por silêncio após agressões revelam um ambiente problemático que precisa ser questionado.
Um dirigente do Conegliano, clube italiano de vôlei, criticou duramente a organização do Mundial de Clubes de 2025, sediado no Brasil. Pietro Maschio afirmou que o torneio é "um fardo" e que sua equipe "voltou para casa cheia de pulgas" devido a problemas de infraestrutura, como uma quadra "vergonhosa".