O colunista Milton Neves critica a atitude do técnico Fernando Diniz, do Vasco da Gama, por expor publicamente e de forma agressiva seus jogadores. Neves argumenta que, embora broncas sejam comuns no futebol, Diniz ultrapassou os limites ao constranger seus atletas na frente das câmeras, o que pode desgastar sua relação com o elenco e prejudicar sua carreira.
A torcida do Palmeiras manifestou insatisfação nas redes sociais com a atuação do lateral direito Khellven em sua estreia no Campeonato Brasileiro, culminando em um gol contra e a nota mais baixa da equipe. O jogador foi alvo de críticas e pedidos por sua saída.
O Santa Cruz criticou a escolha de Gilberto Castro Júnior como árbitro de VAR para o clássico contra o Sport, citando erros graves na partida anterior contra o Náutico. O clube alega que o árbitro falhou em lances cruciais, incluindo expulsões equivocadas e a não paralisação do jogo em uma lesão. A equipe espera que o próximo clássico seja decidido pelos jogadores e não pela arbitragem.
O comentarista Pedro Lopes criticou a declaração do técnico Hernán Crespo, do São Paulo, de que o objetivo inicial do time seria escapar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Lopes considerou a fala "bizarra" e que aumenta a pressão sobre o treinador em meio a crises no clube.
Kylian Mbappé criticou a falta de constância do Real Madrid após a derrota para o Benfica na Champions League. O atacante francês lamentou a performance "terrivelmente ruim" da equipe e a inconsistência de resultados, destacando a necessidade de resolver o problema para ser uma equipe campeã.
Mauro Cezar Pereira critica o desempenho de Emerson Royal no Flamengo, destacando que o jogador não justificou o alto investimento realizado pelo clube. O comentarista aponta falhas defensivas e pouca contribuição ofensiva do lateral, comparando-o negativamente a Rodinei.
Os muros do centro de treinamento do Botafogo foram pichados com críticas diretas a John Textor, proprietário da SAF do clube. As pichações, com frases como 'Cadê o dinheiro?', refletem a insatisfação de parte da torcida com a gestão financeira atual, em um momento de dificuldades para o clube.
Gabigol, atacante do Santos, criticou a bola utilizada no Paulistão de 2026, descrevendo-a como "horrível". Além disso, o jogador expressou descontentamento com a realização de clássicos logo no início da temporada, argumentando que os jogadores ainda não estão em sua plenitude física. A matéria também relembra críticas semelhantes feitas por Neymar em 2025 sobre a mesma bola.
O ex-jogador Diego Souza criticou a arbitragem do clássico entre Vasco e Flamengo, focando na expulsão do jogador Cauan Barros. Ele considerou a decisão do árbitro Bruno Arleu de Araújo exagerada e prejudicial ao Vasco, insinuando favorecimento ao time rubro-negro.
Após uma goleada sofrida para o Novorizontino no Campeonato Paulista, muros da sede social do Palmeiras e das bilheterias do Allianz Parque foram pichados com críticas ao técnico Abel Ferreira, à presidente Leila Pereira e ao elenco. Os vândalos foram identificados e presos, e o clube já apagou as pichações.
O coordenador da base do Palmeiras, João Paulo Sampaio, criticou a performance do time após a eliminação na Copinha. Segundo ele, a equipe não jogou futebol de verdade e a queda servirá como aprendizado. O Palmeiras foi eliminado nos pênaltis pelo Ibrachina.
O diretor da base do Palmeiras, João Paulo Sampaio, criticou duramente o desempenho da equipe após a eliminação na Copinha. Em suas redes sociais, ele expressou frustração pela falta de futebol jogado, apesar da entrega e luta dos atletas. Sampaio também mencionou uma situação semelhante ocorrida em fase anterior, onde classificou a vitória como 'sem merecer'.
O coordenador da base do Palmeiras, João Paulo Sampaio, criticou o desempenho do time na Copinha após a classificação nos pênaltis contra o Vitória. Ele expressou descontentamento com a vitória "sem merecer" e enfatizou a importância do aprendizado na base para o profissional. A matéria também detalha polêmicas de arbitragem na partida.
A imprensa espanhola criticou duramente a estreia do técnico Álvaro Arbeloa no Real Madrid após a eliminação na Copa do Rei. Jornais como Marca, As e Sport usaram termos como 'vergonha', 'desastre' e 'ridículo' para descrever a performance do time, que perdeu para o Albacete da segunda divisão.
O Atlético de Madrid criticou publicamente, via Twitter, o comportamento do jogador Vini Jr. após a derrota para o Real Madrid na Supercopa da Espanha. O clube apontou um "modus operandi" do atacante, insinuando que suas provocações geram reações.
Felipe Melo, ex-jogador do Palmeiras, criticou a possível decisão de Abel Ferreira de se apresentar para a pré-temporada do clube após o restante do elenco. Melo considera um "erro muito grande" que o treinador não inicie os trabalhos junto com os atletas, especialmente após um ano sem títulos, e que isso aumenta a pressão por conquistas em 2026.
Luca di Montezemolo, ex-presidente da Ferrari, criticou a situação atual da equipe na Fórmula 1, que amarga um jejum de 17 anos sem títulos. Ele comparou a chance de a escuderia encerrar o jejum com a do Bologna no futebol, apostando no time de futebol para vencer primeiro.
O artigo critica a incoerência da FIFA ao conceder um prêmio de paz a Donald Trump, presidente dos EUA, enquanto a Rússia é excluída de eventos esportivos por suas ações. A matéria aponta o paradoxo de premiar líderes de um país que realiza intervenções militares e impõe sanções econômicas.
Clubes de futebol do Pará criticaram a decisão do Governo do Estado, em parceria com a mineradora Vale, de investir em centros de treinamento exclusivamente para Remo e Paysandu. Outras equipes paraenses, como Águia de Marabá, Castanhal, Cametá, Bragantino e Tuna Luso, divulgaram notas oficiais alegando que a concentração de investimentos amplia desigualdades e defendem uma política esportiva mais justa e equitativa.
O artigo critica a gestão e o comportamento de Bap, presidente do Flamengo, destacando seu sucesso financeiro e esportivo em 2025, mas condenando sua atitude misógina para com a comentarista Renata Mendonça. A análise compara sua gestão bestial a um comportamento de besta, ressaltando a grosseria em suas respostas e a falta de respeito pelo futebol feminino.