Preocupações com a segurança da Copa do Mundo nos EUA aumentam devido a atrasos no financiamento e alertas de inteligência sobre possíveis ataques extremistas. A Fifa e autoridades americanas estão em alerta elevado, especialmente após a guerra com o Irã, enquanto os preparativos avançam sob pressão.
O presidente da Federação Iraniana de Futebol busca transferir os jogos do Irã na Copa do Mundo de 2026 dos EUA para o México, citando preocupações de segurança. A Fifa indicou que pretende manter o calendário original, apesar das declarações de Donald Trump sobre a segurança da seleção iraniana.
O time sub-11 do Palmeiras conquistou a Copa Futsal nos Estados Unidos, goleando o Barcelona por 5 a 0 na final. A equipe chamou a atenção pelo alto nível técnico, habilidade e por dribles que viralizaram nas redes sociais. A formação segue a filosofia do clube de desenvolver atletas com inteligência, criatividade e autonomia em quadra.
O artigo relembra o inusitado 'Jogo da Paz' entre Estados Unidos e Irã durante a Copa do Mundo de 1998, marcado por gestos de trégua em meio a décadas de tensão e uma guerra aberta. Apesar da cerimônia pacífica, o Irã saiu vencedor em campo por 2 a 1, com ambos os times sendo eliminados na fase de grupos.
A colunista Milly Lacombe argumenta veementemente pela exclusão dos Estados Unidos da Copa, citando ações bélicas e a liderança de Donald Trump. Ela critica a hipocrisia em relação ao Irã e Arabia Saudita, e clama por um fim à guerra antes de discutir a luta feminista.
O artigo critica a realização da Copa do Mundo nos Estados Unidos, associando-a à falta de vergonha de Donald Trump e Gianni Infantino. O autor sugere que o mundo deveria boicotar o evento, alertando para a possibilidade de atentados terroristas.
A Copa do Mundo de 2026, sediada em EUA, México e Canadá, enfrenta incertezas devido ao conflito entre EUA e Irã e à violência no México. A Fifa mantém o discurso de segurança, mas a ausência do Irã e a possibilidade de trocas de sede são discutidas.
O diretor executivo da Casa Branca para a Força Tarefa da Copa do Mundo de 2026, Andrew H. Giuliani, causou polêmica ao chamar o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, de 'patrocinador do terrorismo' após seu falecimento em um ataque dos EUA com Israel. A declaração foi feita em sua conta no X (antigo Twitter) e repostada pelo perfil oficial da Força Tarefa. O Irã é um dos participantes da Copa do Mundo, e a seleção iraniana já considerou a possibilidade de se retirar do torneio.
O conflito entre o Irã e os Estados Unidos/Israel aumenta a tensão pré-Copa do Mundo de 2026, que será sediada na América do Norte. A morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, intensifica o receio de ataques retaliatórios durante o torneio. A Fifa monitora a situação, enquanto o Irã considera não participar do Mundial, o que geraria problemas logísticos e de substituição.
Um lutador do UFC, Arman Tsarukyan, causou uma confusão generalizada em um evento de wrestling nos EUA após vencer sua luta. A briga começou com acusações mútuas de tapas durante a troca de pegadas e escalou para uma pancadaria após o fim do combate, com a invasão da área de luta.
Um teste de pneus da Fórmula 1 programado para ocorrer no Bahrein foi cancelado devido à escalada de tensões no Oriente Médio, após um míssil iraniano atingir uma base militar dos EUA próxima ao local. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Formula One Management (FOM) monitoram a situação, com os GPs do Bahrein e da Arábia Saudita previstos para abril.
A FIFA realizou reuniões de crise para discutir as repercussões na Copa do Mundo após ataques militares dos EUA e Israel ao Irã. A notícia levanta questionamentos sobre a neutralidade da entidade, especialmente após a entrega de um prêmio da paz ao presidente dos EUA. A situação pode impactar a segurança dos jogos e a participação de equipes.
O técnico do Lyon, Paulo Fonseca, criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o mandatário da FIFA, Gianni Infantino. Fonseca expressou descontentamento com a realização da Copa do Mundo de 2026 nos EUA, alegando que o país ignora interesses econômicos em detrimento das pessoas e piorou a situação na Ucrânia.
O ex-goleiro Doni, com passagens por Corinthians, Santos, Roma e Seleção Brasileira, está sendo processado nos Estados Unidos por supostos golpes em investimentos imobiliários. A acusação é de que sua empresa prometia retornos financeiros com imóveis na Flórida, mas não cumpriu com o acordado, gerando uma dívida de 59 mil dólares.
O ex-goleiro da seleção brasileira, Doni Marangon, é alvo de um processo nos Estados Unidos por supostas fraudes em empreendimentos imobiliários. A Justiça americana marcou para 1º de maio um depoimento de representantes da sua empresa, D32 Wholesale, suspeita de causar prejuízos a investidores. O caso envolve a construção de casas na Flórida e a alegação de relatórios financeiros fraudulentos.
Snoop Dogg foi nomeado técnico honorário da delegação americana nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026. A iniciativa surge após o sucesso e a forte presença do rapper nos Jogos de Paris 2024, onde ele interagiu com atletas e participou de eventos.
A Seleção Espanhola definiu sua sede de treinamentos para a Copa do Mundo de 2026, que acontecerá nos Estados Unidos. A equipe comandada por Luis de la Fuente ficará hospedada em Chattanooga, no Tennessee, uma escolha estratégica para facilitar o deslocamento aos locais de jogos na fase de grupos. A Espanha, atual campeã europeia e líder do ranking da FIFA, chega ao torneio com grande expectativa como uma das favoritas ao título.
O técnico do Corinthians feminino, Lucas Piccinato, destacou a importância da excursão aos Estados Unidos realizada no ano passado como parte da preparação para o Mundial. A equipe busca se tornar a primeira no mundo a ser campeã mundial nas categorias masculina e feminina.
A Alemanha estaria ameaçando boicotar a Copa do Mundo, levantando a questão sobre a realização do evento diante de decisões políticas e potenciais retaliações. A coluna de Juca Kfouri discute o boicote esportivo e a complexidade de punir atletas por ações de seus governos.
O artigo discute a crescente improbabilidade da participação do Irã na Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, devido à escalada das tensões geopolíticas entre os dois países. As prováveis retaliações e o contexto de uma iminente guerra tornam a viagem e a participação iraniana no evento esportivo uma tarefa quase impossível.