A cerimônia de encerramento das Paralimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026 ocorrerá neste domingo, 15 de março, no Estádio Olímpico de Curling. O evento marcará o fim de 10 dias de competições, que incluíram a conquista inédita de uma medalha de prata para o Brasil pelo atleta Cristian Ribera no esqui cross-country.
O Brasil encerrou sua participação nas Paralimpíadas de Inverno em Milão-Cortina com destaque para Cristian Ribera e Aline Rocha, que conquistaram o 5º lugar na prova de 20km do esqui cross-country. Outros atletas brasileiros também competiram, finalizando fora do top 10.
A cerimônia de encerramento das Paralimpíadas de Inverno em Cortina d'Ampezzo celebrou a edição italiana e deu as boas-vindas aos Alpes franceses, sede dos próximos Jogos. O evento contou com apresentações artísticas, o hasteamento das bandeiras italiana e francesa, e a passagem do bastão para a próxima sede. O Brasil foi representado por André Barbieri, que conduziu a bandeira nacional.
Vitória Machado fez história ao se tornar a primeira brasileira a competir no snowboard em Paralimpíadas de Inverno, conquistando o 12º lugar no banked slalom. André Barbieri também participou, terminando em 14º, mas o Brasil ficou fora do top 10.
André Barbieri, atleta paralímpico brasileiro, reencontrou a paixão pelo snowboard após ter a perna esquerda amputada em 2011. Ele competirá nas Paralimpíadas de Inverno de Milão-Cortina na modalidade banked slalom. O esporte o permite deslizar em pé novamente, ressignificando a tragédia que sofreu.
Cristian Ribera e Aline Rocha, atletas brasileiros, ficaram próximos de conquistar medalhas nos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, terminando em quinto lugar nas provas de esqui cross-country. Outros atletas brasileiros também obtiveram boas colocações, ampliando a presença do país entre os destaques da competição.
Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula representaram o Brasil na prova de biatlo individual sentado nas Paralimpíadas de Inverno de Milão-Cortina. Os atletas brasileiros não alcançaram o top 10, com Elena Sena terminando em 11º lugar no feminino e Guilherme Rocha em 16º no masculino.
A cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi marcada por boicotes de diversas nações e ausências por questões logísticas. A inclusão da Rússia e Belarus, devido à invasão da Ucrânia, foi o principal motivo do boicote. O Brasil, embora presente com nove atletas, não desfilou em Verona por questões de logística, mas participou remotamente da cerimônia.
O snowboarder brasileiro André Barbieri sofreu um acidente durante um treino para as Paralimpíadas de Inverno Milão-Cortina 2026. Ele bateu a cabeça, sofreu uma concussão e ficou fora da prova de snowboard cross. Barbieri permanecerá em observação e a expectativa é que ele se recupere para a prova de banked slalom.
O fisiculturista brasileiro Ramon Dino compartilhou um vídeo mostrando seu físico sem camisa em pleno inverno americano, com temperaturas abaixo de zero. Ele está em Ohio para acompanhar o Arnold Classic 2026, apesar de não competir, e já é campeão do Mr. Olympia e Arnold Classic.
Vinte anos após os Jogos de Inverno de Turim em 2006, instalações olímpicas de R$ 36,3 bilhões nos Alpes italianos estão em estado de abandono, com destaque para a pista de bobsled e a rampa de salto de esqui. Em contraste, a Itália busca evitar o mesmo destino com os Jogos de Milão e Cortina D'Ampezzo em 2026, priorizando instalações temporárias ou que já existiam.
O Brasil encerrou sua participação nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026 com a melhor campanha de sua história, conquistando o 19º lugar no quadro de medalhas. O destaque foi a inédita medalha de ouro de Lucas Pinheiro Braathen no esqui alpino, marcando a primeira vez que o país sobe ao pódio nos Jogos de Inverno.
O artigo divulga a programação das finais de esqui estilo livre e outras modalidades nas Olimpíadas de Inverno de 2026, com destaque para a disputa de medalhas no esqui cross feminino e aéreo masculino. São informados horários e canais de transmissão.
O esquiador norueguês Johannes Klaebo conquistou seu nono ouro olímpico na história dos Jogos de Inverno, liderando a Noruega na vitória do revezamento 4x7,5 km do esqui cross-country em Milão-Cortina 2026. Com este feito, ele se tornou o maior campeão olímpico de inverno de todos os tempos, superando lendas do esporte.
O esquiador finlandês Elias Lajunen, de 18 anos, sofreu um grave acidente durante a eliminatória do big air nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026. Após uma manobra aérea, ele aterrissou de mau jeito, batendo as costas no chão e ficando desacordado. Lajunen recebeu atendimento médico na pista e, apesar da gravidade da queda, sinalizou que estava consciente.
Lucas Pinheiro conquistou a primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno, sagrando-se campeão no slalom gigante em Milão. Aos 25 anos, o atleta superou 81 competidores em duas descidas, registrando o melhor tempo em ambas. Anteriormente, o melhor resultado brasileiro na modalidade havia sido um nono lugar em 2006.
O brasileiro Lucas Pinheiro conquistou o inédito ouro olímpico nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026 na modalidade slalom gigante. Sua família, que acompanhou a prova no Brasil e na Itália, celebrou intensamente a vitória histórica. Pinheiro, filho de brasileira e norueguês, recentemente trocou a bandeira da Noruega pela do Brasil.
O biatleta norueguês Sturla Horm Laegreid, que recentemente confessou publicamente uma traição, conquistou uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. O resultado gerou uma reação do francês Émillien Jacquelin, que ficou em quarto lugar e rebateu a conquista de Laegreid chamando-o de "infiel".
O Brasil alcançou marcos inéditos no snowboard halfpipe nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 com a participação de Pat Burgener e Augustinho Teixeira. Ambos os atletas obtiveram as melhores colocações individuais e sul-americanas na história do esporte para o país em Olimpíadas de Inverno.
Atletas de biatlo em competições olímpicas de inverno frequentemente transpiram e babam em excesso, mesmo em temperaturas próximas de 0°C. Essa secreção ocorre devido ao aquecimento corporal intenso em um ambiente frio e úmido, facilitando a liberação de fluidos.