A cerimônia de encerramento das Paralimpíadas de Inverno em Cortina d'Ampezzo celebrou a edição italiana e deu as boas-vindas aos Alpes franceses, sede dos próximos Jogos. O evento contou com apresentações artísticas, o hasteamento das bandeiras italiana e francesa, e a passagem do bastão para a próxima sede. O Brasil foi representado por André Barbieri, que conduziu a bandeira nacional.
André Barbieri, atleta paralímpico brasileiro, reencontrou a paixão pelo snowboard após ter a perna esquerda amputada em 2011. Ele competirá nas Paralimpíadas de Inverno de Milão-Cortina na modalidade banked slalom. O esporte o permite deslizar em pé novamente, ressignificando a tragédia que sofreu.
A cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi marcada por boicotes de diversas nações e ausências por questões logísticas. A inclusão da Rússia e Belarus, devido à invasão da Ucrânia, foi o principal motivo do boicote. O Brasil, embora presente com nove atletas, não desfilou em Verona por questões de logística, mas participou remotamente da cerimônia.
O snowboarder brasileiro André Barbieri sofreu um acidente durante um treino para as Paralimpíadas de Inverno Milão-Cortina 2026. Ele bateu a cabeça, sofreu uma concussão e ficou fora da prova de snowboard cross. Barbieri permanecerá em observação e a expectativa é que ele se recupere para a prova de banked slalom.
Vinte anos após os Jogos de Inverno de Turim em 2006, instalações olímpicas de R$ 36,3 bilhões nos Alpes italianos estão em estado de abandono, com destaque para a pista de bobsled e a rampa de salto de esqui. Em contraste, a Itália busca evitar o mesmo destino com os Jogos de Milão e Cortina D'Ampezzo em 2026, priorizando instalações temporárias ou que já existiam.
A chama paralímpica das Olimpíadas de Milão-Cortina 2026 foi acesa em Stoke Mandeville, Reino Unido, dando início a um revezamento de 11 dias até a Itália. A cerimônia contou com a participação de atletas paralímpicos de renome, marcando o prelúdio dos Jogos que ocorrerão de 6 a 15 de março de 2026.
A seleção brasileira de bobsled iniciou seus treinos oficiais em Cortina, Itália, para os Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina 2026. A dupla composta por Edson Bindilatti e Gustavo Ferreira realizou as primeiras descidas na pista olímpica, buscando adaptação e otimização de desempenho.
A reportagem detalha os uniformes que a delegação brasileira usará na Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de Inverno de Milão e Cortina 2026. Os looks, criados pela marca francesa Moncler em colaboração com o designer brasileiro Oskar Metsavaht, apresentam designs em branco e preto com detalhes que remetem à bandeira do Brasil.
Gil do Vigor, ex-BBB e criador de conteúdo, participará da transmissão da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 pela TV Globo. Ele integrará a equipe de narradores e jornalistas ao lado de Gustavo Villani e outros nomes na cobertura do evento que acontecerá no estádio San Siro.
Davidson de Souza, conhecido como Boka, representará o Brasil nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina após uma jornada marcada por desafios. O atleta, que já defendeu o Canadá, sobreviveu a um grave acidente no bobsled que resultou em fraturas e uma recuperação surpreendente, superando prognósticos médicos para retornar ao esporte e conquistar sua vaga olímpica.
Um guarda de segurança de 55 anos, Pietro Zantonini, faleceu devido a temperaturas congelantes (-12ºC) enquanto trabalhava em um turno noturno perto de uma arena das Olimpíadas de Inverno de 2026 em Cortina d'Ampezzo. Embora os organizadores apontem morte por causas naturais (ataque cardíaco), o ministro da Infraestrutura da Itália solicitou uma investigação completa.
A atleta brasileira de skeleton, Nicole Silveira, está em Cortina D'Ampezzo para testar a pista onde ocorrerão as próximas Olimpíadas de Inverno. Ela celebra a oportunidade de se familiarizar com o percurso, que segundo ela, faz uma grande diferença na preparação e traz mais confiança para os próximos meses.