O presidente da Federação de Futebol do Irã, Mehdi Taj, declarou que o país boicotará os Estados Unidos, mas não a Copa do Mundo de 2026. A seleção iraniana continua sua preparação para o torneio, mesmo cogitando transferir seus jogos da primeira fase dos EUA para o México, em negociação com a FIFA.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade não tem o poder de resolver conflitos geopolíticos, em resposta a uma possível ameaça de boicote do Irã à Copa do Mundo de 2026. Infantino declarou que a organização "não pode resolver conflitos geopolíticos", mas que busca usar o futebol para "construir pontes e promover a paz". A participação do Irã no torneio está em dúvida devido à guerra entre EUA e Irã, com autoridades iranianas sugerindo boicote aos EUA, mas não à Copa do Mundo.
O presidente da Federação de Futebol do Irã, Mehdi Taj, afirmou que o país boicotará os Estados Unidos, mas não a Copa do Mundo de 2026. Devido à guerra, o Irã busca disputar seus jogos em território mexicano, mas a FIFA não cogita aceitar o pedido. A seleção iraniana está no Grupo G do Mundial e todos os seus jogos na primeira fase acontecerão nos Estados Unidos.
A cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi marcada por boicotes de diversas nações e ausências por questões logísticas. A inclusão da Rússia e Belarus, devido à invasão da Ucrânia, foi o principal motivo do boicote. O Brasil, embora presente com nove atletas, não desfilou em Verona por questões de logística, mas participou remotamente da cerimônia.
A Ucrânia anunciou que boicotará a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina em protesto contra a permissão para que atletas russos e bielorrussos compitam sob suas bandeiras nacionais. O Comitê Paralímpico Ucraniano considera a decisão escandalosa e exige que a bandeira ucraniana não seja usada na abertura, enquanto o Comitê Paralímpico Internacional se recusou a comentar.
O vice-presidente da Federação Alemã de Futebol, Oke Gottlich, defendeu o debate sobre um possível boicote à Copa do Mundo deste ano, citando ações de Donald Trump e polêmicas passadas. Gottlich argumenta que é hora de discutir seriamente a retirada em massa da competição, questionando a inconsistência da FIFA em relação à politização e defesa de valores.
A Alemanha estaria ameaçando boicotar a Copa do Mundo, levantando a questão sobre a realização do evento diante de decisões políticas e potenciais retaliações. A coluna de Juca Kfouri discute o boicote esportivo e a complexidade de punir atletas por ações de seus governos.
A colunista Milly Lacombe critica a agressão estadunidense à Venezuela, liderada por Donald Trump, classificando-a como ato de guerra imperialista e ilegal. Ela questiona como um país com tal conduta poderia sediar a Copa do Mundo, sugerindo que um boicote seria a única resposta democrática e argumentando que a FIFA está alinhada a Trump.
A matéria analisa o boicote liderado pelos Estados Unidos às Olimpíadas de Moscou em 1980, criticando a politização do esporte e a violação dos direitos dos atletas. O autor argumenta que, embora o esporte possa ser uma ferramenta para promover direitos humanos, o boicote foi uma imposição estatal que prejudicou os competidores.
O Irã confirmou sua participação no sorteio da Copa do Mundo de 2026, após ameaçar um boicote devido a problemas com a concessão de vistos pelos Estados Unidos. Apesar das restrições políticas, uma delegação iraniana, incluindo o técnico, estará presente na cerimônia em Washington.